segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Exumação do corpo Henrique III


Arqueólogos encontram esqueleto do rei Ricardo III da Inglaterra, desaparecido há 527 anos

05/02/2013 | 09h12min

Um esqueleto enterrado sob um estacionamento com o crânio cortado e a espinha curvada é o de Ricardo III, confirmaram testes científicos que resolveram um mistério de 500 anos sobre o lugar do descanso final do último rei inglês morto em uma batalha.
Ricardo III, representado por William Shakespeare como um tirano monstruoso que assassinou dois príncipes no palácio real da Torre de Londres, foi morto lutando contra seu eventual sucessor, Henrique Tudor, na Batalha de Bosworth Field, travada na região central da Inglaterra, em 1485.
Em uma das mais importantes descobertas arqueológicas dos últimos tempos, uma equipe da Universidade de Leicester anunciou que as provas evidenciam que um esqueleto encontrado no ano passado, durante as escavações de um convento medieval sob um estacionamento da cidade, era de fato o de Ricardo.
Depois de uma apresentação acadêmica detalhada com foco nas feridas e porte físico de Ricardo III, o arqueólogo responsável pelo projeto, Richard Buckley, anunciou sua conclusão sob gritos e aplausos.
— A conclusão acadêmica da Universidade de Leicester, para além de qualquer dúvida razoável, é de que o indivíduo exumado no Gray Friars, em setembro de 2012, é de fato Ricardo III, o último rei da dinastia York da Inglaterra — disse Buckley.
Especialistas disseram que o DNA retirado do corpo combinava com o de Michael Ibsen, um carpinteiro de origem canadense, morador de Londres, que genealogistas disseram ser o descendente direto da irmã de Ricardo, Anne de York.
O esqueleto mostrou sinais de lesões correspondentes a feridas recebidas na batalha. Um pedaço de lâmina que parecia ter cortado a parte de trás do crânio e uma ponta de seta de metal farpado encontrada entre vértebras da parte superior das costas do esqueleto são duas das evidências.
Enquanto as descobertas podem resolver um enigma sobre Ricardo, o último York rei da Inglaterra continua a ser uma figura complexa, cuja vida, tornada famosa na peça de Shakespeare, divide profundamente opiniões entre os historiadores da Grã-Bretanha e no exterior.
Exames de DNA e carbono
Análises de radiocarbono, evidências radiológicas, DNA dos ossos e resultados arqueológicos possibilitaram a confirmar a identidade do rei que morreu há mais de 500 anos. O DNA do esqueleto corresponde com o de dois parentes do lado materno de Ricardo III.
Além das fendas no crânio, foram achadas dez feridas no esqueleto. A análise de radiocarbono releva que ele tinha uma dieta com bastante proteína, incluindo grandes quantidades de frutos do mar, o que aponta para um alto status social da época. O mesmo teste mostrou que o esqueleto era de um indivíduo que morreu entre a segunda metade do século XV e início do século XVI, o que confere com a morte de Ricardo, em 1485.
O esqueleto também revela uma severa escoliose, que acredita-se ter ocorrido no início da puberdade. Embora tivesse 1,70m de altura, a curvatura na coluna levaria o rei a ficar significativamente menor e com o ombro direito mais alto do que o esquerdo.


Imagem do esqueleto do rei Ricardo III ao lado de seu retrato durante evento em Leicester, na Inglaterra
Foto: DARREN STAPLES / REUTERS
Imagem do esqueleto do rei Ricardo III ao lado de seu retrato durante evento em Leicester, na Inglaterra DARREN STAPLES / REUTERS

Uma reprodução da Universidade de Leicester mostra esqueleto do rei encontrado na escavação da Igreja Grey Friars
Foto: UNIVERSITY OF LEICESTER / AFP PHOTO / HO
Uma reprodução da Universidade de Leicester mostra esqueleto do rei encontrado na escavação da Igreja Grey Friars UNIVERSITY OF LEICESTER / AFP PHOTO / HO

Reprodução da coluna torta do rei Ricardo III, descrito como um dos mais notórios vilões da história
Foto: AFP PHOTO / HO / UNIVERSITY OF LEICESTER
Reprodução da coluna torta do rei Ricardo III, descrito como um dos mais notórios vilões da história AFP PHOTO / HO / UNIVERSITY OF LEICESTER

Ossada encontrada em setembro enterrada num estacionamento na escavação da Igreja Grey Friars, em Leicester; pesquisadores dizem não ter dúvida de que se trata dos resquícios perdidos do rei da Inglaterra, desaparecida há 500 anos
Foto: University of Leicester / AP
Ossada encontrada em setembro enterrada num estacionamento na escavação da Igreja Grey Friars, em Leicester; pesquisadores dizem não ter dúvida de que se trata dos resquícios perdidos do rei da Inglaterra, desaparecida há 500 anos University of Leicester / AP

Crânio do rei Ricardo III, cujo material foi submetido a testes de DNA; encontrados ferimentos de guerra
Foto: AFP PHOTO / HO / UNIVERSITY OF LEICESTER
Crânio do rei Ricardo III, cujo material foi submetido a testes de DNA; encontrados ferimentos de guerra AFP PHOTO / HO / UNIVERSITY OF LEICESTER

Pesquisadora Jo Appleby, da Universidade de Leicester, coordenou a exumação da ossada que estava enterrada
Foto: Rui Vieira / AP
Pesquisadora Jo Appleby, da Universidade de Leicester, coordenou a exumação da ossada que estava enterrada Rui Vieira / AP
Fonte: http://www.paraiba.com.br/2013/02/05/92012-arqueologos-encontram-esqueleto-do-rei-ricardo-iii-da-inglaterra-desaparecido-ha-527-anos

Os vídeos da exumação de D. Pedro I

Abaixo os vídeos sobre a exumação.

Divirtam-se

Viviane




Exumação do corpo de D. Pedro I


Querido alunos,


Impossível deixar essa noticia de lado.
Leiam e vejam o trabalho maravilhoso da arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel.

Aproveitem,

Viviane

FONTE: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/exumacao-de-familia-imperial-traz-revelacoes-para-historia-do-brasil  acesso 20/02/2013

História

Exumação inédita de Dom Pedro I e suas mulheres permite confrontar registros históricos 

Arqueóloga Valdirene do Carmo Ambiel realizou exames nos restos mortais do primeiro imperador do Brasil, de Dona Leopoldina e de Dona Amélia

Paola Bello
Exumação do corpo de Dona Amelia
Pesquisa revelou corpo de D. Amélia foi mumificado (Valter Diogo Muniz/Divulgação)
O primeiro imperador brasileiro, Dom Pedro I, jamais fraturou a clavícula em uma queda de cavalo. Também não foi o responsável pelo empurrão escada abaixo que teria levado à fratura de um dos fêmures de Dona Leopoldina, sua primeira mulher. O pedido de Dona Amélia, segunda mulher do monarca, por um funeral modesto não foi atendido: ela teve o corpo mumificado.

Eis algumas das descobertas proporcionadas pela exumação dos restos mortais de Dom Pedro I e suas mulheres. Os exames foram feitos sob sigilo entre fevereiro e setembro de 2012, e divulgados na segunda-feira durante a defesa do trabalho de mestrado da arqueóloga e historiadora Valdirene do Carmo Ambiel, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP).

Moradora do bairro de Ipiranga desde criança, Ambiel afirma que a falta de cuidados com a cripta onde estavam os restos mortais da primeira geração da família real sempre lhe incomdou. "Ficava muito preocupada com a umidade do local, que podia prejudicar os corpos", afirma.

O mestrado possibilitou que ela pudesse estudar a ação do tempo na tumba. "A intenção que sempre tive com meus estudos era a preservação. Queria ver realmente o estado em que eles se encontravam e o que poderia ser feito para preservar. Afinal, são uma parte importante de nossa história, e é importante ter isso para as próximas gerações", completa.

Diferenciais — A pesquisa de Ambiel contou com uma equipe formada por historiadores, arqueólogos, físicos e médicos. Às análises de exumação, foram adicionados exames de tomografia, raios-x, ressonância magnética e uso de infravermelho, que permitiram não apenas o detalhamento dos restos mortais, mas também uma mudança na forma de se estudar arqueologia.

"Nossa pesquisa foi diferente porque não foi destrutiva, e isso é importante para a ciência", explica Ambiel. "Com essas técnicas, você não precisa danificar a amostra a ser estudada; é possível ter um resultado sem ter que tirar um pedaço para análise", completa.

Surpresa fúnebre
 — Dom Pedro I foi enterrado com roupas de general do exército português. Durante a exumação, foram identificados medalhas e galões de reconhecimento de Portugal. A única referência ao período que governou o Brasil está na tampa de chumbo de um de seus três caixões, onde foi gravado: "Primeiro Imperador do Brasil",  junto da menção "Rei de Portugal e Algarves".

Ao longo de seus 36 anos, Dom Pedro I fraturou quatro costelas, do lado esquerdo, o que pode ter prejudicado um de seus pulmões e agravado o quadro de tuberculose que o levou à morte, em 1834. A exumação também revelou que os trajes com os quais Dona Leopoldina foi enterrada eram os mesmos em que ela foi retratada algumas vezes, repleto de bordados em fios de prata.
A maior surpresa, porém, veio quando o caixão de Dona Amélia foi aberto. Diferente dos restos mortais de Dom Pedro I e de Dona Leopoldina, seu corpo estava mumificado, preservando inclusive cílios e cabelos. "Foi fantástico para mim, como arqueóloga, e acredito que a preservação do corpo de Dona Amélia é um presente para a ciência de nosso país", afirma Ambiel.

Para a pesquisadora, a mumificação não passou de um acidente. "Acredito que não houve a intenção de se fazer uma múmia. Era preciso dar um preparo prévio ao corpo, para não decompor nos três dias de funeral, que era o costume da época. Depois, o corpo foi colocado em um caixão de madeira, envolto em chumbo, e fechado hermeticamente. Também não passou por tantos traslados. Essa combinação pode ter anulado algumas ações do processo de decomposição", explica.

Outra descoberta, segundo a pesquisadora, ocorreu durante o exame da ossada de Dona Leopoldina. A expectativa era encontrar uma fratura em um dos fêmures da imperatriz. -- isso porque a histografia registra que sua morte está relacionada a complicações na recuperação de uma fratura ocorrida depois de ela ter sido empurrada escada abaixo por D. Pedro I. "Com base em fontes primárias, vimos que a morte dela não foi consequência de uma agressão de Dom Pedro I. Não podemos falar que ela nunca tenha sido agredida, mas podemos garantir que nunca houve ato que levasse a alguma fratura, menos ainda que a pudesse levar à morte", declara.

Depois das pesquisas, os corpos receberam uma limpeza e foram devolvidos à cripta do Parque da Independência, no Ipiranga . O próximo passo é encontrar formas de preservá-los da ação do tempo e utilizá-los, ainda mais, em prol da ciência. Entre os projetos estão o estudo do DNA dos restos mortais e a reconstituição do rosto, a partir de projeções.

Sugestões de passeios pelo CPP






segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

VI Encontro da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais


VI Encontro da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais
Patrimônio, memória e arte: diálogos interdisciplinares sobre a morte e o culto aos mortos.
De 8 a 12 de julho de 2013
Escola de Design – Universidade do Estado de Minas Gerais
Belo Horizonte/MG

I Circular
O VI Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais tem como objetivo principal reunir 
pesquisadores que se dedicam aos estudos cemiteriais e temáticas relacionadas com a morte para promover 
e divulgar as pesquisas que vêm sendo elaboradas na área, fomentando dessa forma, o intercâmbio de 
informações numa partilha de conhecimento entre as mais variadas áreas, partindo-se do cemitério como 
fonte de pesquisas e patrimônio artístico, cultural e histórico. 
Considerados por muitos como tabu e local interdito, os cemitérios vem lentamente ganhando espaço nas 
pesquisas acadêmicas como fonte de conhecimento e reflexo da cultura e costumes da sociedade. 
Pesquisadores como Clarival do Prado Valladares, Maria Elizia Borges, Harry Bellomo, Adalgisa Arantes 
Campos, entre outros vêm desbravando a área de estudos cemiteriais e trazendo a público a importância do 
aprofundamento dos estudos na área.
Em sua sexta edição, o Encontro Nacional da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais terá como tema 
Patrimônio, memória e arte: diálogos interdisciplinares sobre a morte e o culto aos mortos. Os estudos 
cemiteriais avançam a cada dia para uma abordagem multidisciplinar, envolvendo áreas como a história, 
antropologia, filosofia, sociologia, iconografia, artes, literatura, psicologia entre outras.  Dentro dessa
temática – que tem como objetivo oportunizar a participação de pesquisadores provindos dessas diversas 
áreas de conhecimento,  propiciando a análise, discussão e intercâmbio de trabalhos e pesquisas – foram 
definidos os seguintes eixos temáticos: patrimônio, morte e morrer, arte tumular, cultos e religiões e 
memória. A submissão dos trabalhos deverá ser feita de acordo com a temática de um dos eixos 
disponibilizados, com o objetivo de otimizar as discussões pretendidas.
Essa primeira circular tem como objetivo divulgar sucintamente o calendário de datas para a inscrição de 
trabalhos, assim como iniciar a divulgação do encontro.
1. Cronograma 
De 19/11/2012 até 31/03/2013 – Período para inscrições de trabalhos 
De 01/04/2013 até 19/05/2013 – Período para análise dos trabalhos inscritos
De 20/05/2013 até 24/05/2013 – Envio das cartas de aceite
De 20/05/2013 até 10/06/2013 – Pagamento de inscrição para proponentes de trabalhos2. Normas para apresentação de trabalhos
Será permitido o envio de um trabalho inédito por participante, sendo aceito um máximo de dois autores 
por comunicação. O envio do texto completo dos artigos deverá ser feito para o email 
estudos.cemiteriais@gmail.com, cujo campo “assunto” deve conter o eixo ao qual a comunicação pertence. 
O arquivo deve ser enviado no formato Word 97 ou superior, com as seguintes especificações:
- Página A4 e margens de 2,5 cm (superior, inferior, direita e esquerda);
- Fonte Arial, tamanho 12 para corpo de texto e tamanho 10 para citações fora do corpo do texto (citação 
com mais de 3 linhas), notas de pé de página, resumos e palavras-chave;
- Espaço interlinear 1,5;
- Eixo – Indicar na primeira linha, centralizado, o nome do eixo temático ao qual o artigo pertence;
- Título – centralizado, em maiúsculas e em negrito;
- Na segunda linha depois do título – nome completo dos(as) autores(as), alinhado à direita e seguido do 
nome da instituição de filiação e e-mail;
- Incluir resumo abaixo da identificação dos autores com até 10 linhas, espaçamento simples e 3 palavraschave com a mesma formatação;
- Máximo de 15 páginas (incluindo notas, imagens, tabelas e bibliografia);
- Será permitida a inserção de até 4 imagens;
- A bibliografia deverá estar no fim do texto, com a seguinte formatação: Fonte Arial, corpo 10, espaçamento 
simples.
3. Inscrições e pagamento
Associado ABEC em dia com anuidade independendo ser ouvinte ou apresentar trabalho (os associados que 
estiverem inadimplentes deverão quitar a anuidade do ano anterior para poder inscrever trabalhos) – R$ 
100,00 
Não associado ABEC com apresentação de trabalho – R$ 120,00 
Não associado ABEC como ouvinte – R$ 100,00
Ouvinte aluno de graduação – R$ 50,00
Os pagamentos das inscrições deverão ser efetuados através de depósito na conta poupança da ABEC, em 
nome de Clarissa Grassi, Banco Caixa Econômica Federal, Agência 0374, Operação 13, Conta 80448-3. Após a 
realização do depósito, o comprovante de depósito deverá ser encaminhado para o email 
estudos.cemiteriais@gmail.com
Comissão Científica
Clarissa Grassi 
Claudia Rodrigues 
Elisiana Trilha Castro 
Marcelina Almeida 
Maristela Carneiro 
Fabio William 
Comissão Organizadora
Clarissa Grassi
Ilza LimaMarcelina Almeida
Samuel Vaz
Realização
Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais
Universidade do Estado de Minas Gerais
Escola de Design UEMG

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU


Inscrições abertas: Fundamentos da Cultura e das Artes

Pós-Graduação Lato Sensu recebe inscrições no período de 18/02 a 01/03
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU
Este curso tem doze módulos de 32 horas, cada um sob a responsabilidade de um professor. As aulas são ministradas aos sábados em oito horas diárias, divididas em duas disciplinas, uma de manhã, outra de tarde. No semestre, são ministradas quatro disciplinas; em três semestres, doze, num total de 384 horas/aula.
TAXAS E MENSALIDADES:
Matrícula 1º semestre: R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais)
Rematrículas 2º e 3º semestres: R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais)
Parcelas mensais de R$ 500,00 (quinhentos reais) num total de 12 parcelas.
Desconto de 20% sobre os valores acima para professores da rede pública (apresentar comprovante), e ex-alunos da UNESP, na matrícula, rematrícula (semestral) e mensalidades.
O Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista oferece a 9ª Edição do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Fundamentos da cultura e das artes, com a finalidade de promover a reciclagem, o aprimoramento e a formação de profissionais, docentes e pesquisadores na área de Humanidades e Artes. O curso dirige-se a diplomados em cursos superiores, assim como a profissionais que atuem nas áreas de humanidades (história, sociologia, literatura etc) e de artes (educação artística, bacharelado em artes plásticas etc); que atuem no ensino fundamental, médio e superior, em coordenação e em administração escolar. Dirige-se igualmente àqueles que, por motivos diversos, buscam um aperfeiçoamento cultural ou que se dedicam ao fazer artístico com ou sem vínculo com o mercado de artes.
Este curso, completada a sua 8ª edição, 2011/2012, obteve resultados excelentes, considerando o conteúdo das discussões críticas travadas em todas as disciplinas em sala de aula, os trabalhos escritos e monografias produzidos pelos alunos, o intercâmbio cultural entre professores e discentes de diferentes áreas de conhecimentos com afinidades com a arte, a cultura e a educação.
DISCIPLINA/DOCENTE:
Estética e História da Arte I
Prof. Dr. José Leonardo do Nascimento
Livre-docente pela UNESP

A cultura brasileira: trajetórias, aproximações e momentos decisivos (1870-1968)
Prof. Dr. Francisco Cabral Alambert Jr
Doutor em História da Cultura pela USP

Teatro brasileiro no século XX
Prof. Dr. Alexandre Luiz Mate
Doutor em História pela USP

Estética e História da Arte II
Profa. Dra. Rosangela da Silva Leote
Doutora em Ciência da Comunicação ECA/USP

Desenvolvimento do projeto artístico/visualidade
Prof. Dr. Alcindo Moreira Filho
Livre-docente pela UNESP (aposentado)

Objeto estético tridimensional contemporâneo: práxis e linguagem
Prof. Dr. Arnaldo Valente G. da Silva
Doutor em Artes Visuais pela USP

Poéticas visuais e novos meios
Prof. Dr. Milton Terumitsu Sogabe
Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC

O objeto como alegoria neobarroca
Prof. Dr. Sérgio Mauro Romagnolo
Doutor em Artes pela USP

Xilogravura
Prof. Dr. José Paiani Spaniol
Doutor em Artes Visuais pela ECA/USP

Cerâmica, criatividade e panorama histórico
Profa. Dra. Geralda M. F. S. Dalglish
Doutora em Artes pela USP

História funcional da música no Brasil: século XX
Profa. Dra. Maria Aparecida Bento
Doutora em comunicações e Artes pela USP

A educação brasileira numa perspectiva histórica
Prof. Dr. João Cardoso Palma Filho
Professor Titular pela UNESP
PROCESSO SELETIVO 2013
INSCRIÇÃO: 18/02 a 01/03/2013
DOCUMENTOS PARA INSCRIÇÃO:
- Requerimento padrão, indicando o curso pretendido (disponível no site http://www.ia.unesp.br/#!/pos-graduacao/lato---fundamentos/ );
- Cópia do diploma de graduação e respectivo histórico escolar (apresentar original para conferência);
- Currículo Lattes atualizado;
- Cópia da cédula de identidade ou documento equivalente;
- Cópia do CPF.
NÚMERO DE VAGAS: 60
HORÁRIO: das 9h às 12h e das 13h às 16h.
LOCAL: Instituto de Artes da UNESP à Rua Jornalista Aloysio Biondi, 120 - Barra Funda/SP (em frente ao Terminal Rodoviário), Departamento de Artes Plásticas, Sala 316.
TELEFONE: (11) 3393-8678
E-MAIL: dap@ia.unesp.br
SELEÇÃO (análise de currículo Lattes, relacionando curso de graduação, especialização, atividades culturais e artísticas, e respectivos comprovantes) : 04 e 05 de março  .
PUBLICAÇÃO DO RESULTADO: 06 de março de 2013
PERÍODO DE MATRÍCULA (recolhimento da taxa de matrícula no valor de R$ 250,00, com desconto de 20% para professores da rede pública de ensino e ex-alunos da UNESP. Será enviado um boleto por e-mail para os selecionados)  : 12 e 13 de março de 2013
CONFIRMAÇÃO DE MATRÍCULA : 14 de março de 2013 
INÍCIO DAS AULAS: 16 de março de 2013.
HORÁRIO DAS AULAS : aos sábados, das 8h às 12h e das 13h às 17h.

Responsável pela Notícia: Prof. Dr. José Leonardo do Nascimento

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Mais um trailer: Os Miseráveis

Os Miseráveis

Eu sempre gostei de romances históricos, aqueles que muitas vezes se apoiam na História para contar uma Estória. Quando criança li um versão infantil da clássica história o Corcunda de Notre Dame, então pensei: Não devem existir pessoas assim! Cruéis e capaz de julgar a pessoa pela aparência! Pois é com o passar do tempo vi que isso é mais comum do que imaginávamos, muitas vezes a sua aparência conta muito mais do que a sua essência.

1802-1886Nesse mundo maravilhoso da literatura conheci as obras de Victor Hugo (1802-1886), nascido na França  - ainda sob os efeitos de passar por uma Revolução que destituía a Monarquia do governo do país- terceiro filho do casal Sophie Trébuchet e Joseph Hugo (conde de Siguenza, um major que, mais tarde, se tornaria um general do exército napoleônico). Aliás dois anos depois Napoleão Bonaparte se proclamou Imperador da França, mesmo com a sua ascensão e as mudanças implantadas por ele no país o povo estava insatisfeito.Anos depois com a queda de Napoleão e a volta da Dinastia Bourbon, o povo ainda tem esperanças de que tudo pode mudar.
É nesse contexto Os Miseráveis é desenvolvido, um clássico que tive a oportunidade de ler durante a minha adolescência. A história passa-se na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo (1815) - onde Napoleão foi surpreendido e derrotado pelos ingleses e os motins de junho de 1832 contra a dominação da classe operária. Esse pano de fundo serve para mostrar uma história de vingança e redenção de Jean Valjean condenado há 5 anos de prisão por roubar um pão para alimentar a sua família, revoltado após várias tentativas de fuga teve a pena aumentada para 19 anos.
Em torno dessa personagem  que vai buscar o perdão da sua alma, outros apareceram justamente para testemunhar a miséria da França nesse período.
Curiosamente esse livro só foi publicado em 1862, tornando-se um agrande sucesso do autor.
Em 1980 a história serviu de inspiração para a montagem de um musical dirigido por Robert Hossein com músicas compostas por Claude Michel Schonberg, desde então o musical é sucesso no mundo todo.
Uma nova oportunidade de conferir essa história está em cartaz nos cinemas brasileiros desde 1º  Fevereiro, seguindo os passos do musical Tom Hooper fez um filme primoroso, excelente fotografia e edição de som, além de interpretações maravilhosas como a de Hugh Jackman. Apesar das críticas algumas críticas negativas, vá assistir ao filme mas lembre-se o livro será sempre melhor.
Viviane






sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Pensamento do dia:


Um excelente feriado a todos!!!

Viviane

Como nós calculamos a data do Carnaval?


O Globo Cidadania vai exibir programas relacionados ao Carnaval ao longo do mês de Fevereiro. Olhando no site me deparei com essa brilhante informação que tanto incomoda os meus alunos: Por que a data do Carnaval muda tanto????
Boa leitura
Viviane
Fonte:.http://redeglobo.globo.com/globocidadania/noticia/2013/02/quem-inventou-o-carnaval-e-livrou-folioes-da-culpa-pelo-prazer.html
Quando cai o carnaval?
Calendário primitivo (Foto: Divulgação)Calendário primitivo (Foto: Divulgação)
A partir da era cristã, o Carnaval começou a ser calculado em razão do equinócio (e da Páscoa). O dia da Páscoa, por definição, é o primeiro domingo após a lua cheia que ocorre após o equinócio vernal (período que assinala a entrada da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul), e pode cair entre 22 de março e 25 de abril. Para se calcular o Carnaval, basta subtrair 47 dias do domingo de Páscoa. Isso porque são os quarenta dias que antecedem a ressureição de Cristo, época na qual os católicos deveriam se privar de prazeres em sentimento à morte de Jesus. Como o período implicava em sacríficio, os dias que antecediam o início da Quaresma precisavam ser aproveitados com muito gosto, liberdade e prazer.

Um excelente 2013

Feliz Ano Novo!!!!

Ops...! Mas o ano já começou.
Pois é, no Brasil tudo funciona após o Carnaval , então aproveitei para fazer alguns testes e mudar o lay out do blog. Espero que gostem.
Comentários e críticas são bem vindas!!!

Que venha 2013 !!!

Viviane

Institucional Instituto Triangulo Campanha Junte Óleo



Em um dos colégios que trabalho participamos da Festa da Família com o tema Sustentabilidade.
Desenvolvemos uma campanha em parceira com a ONG  Instituto Triangulo que tem um projeto em conjunto com a Soya para a reciclagem de óleo de cozinha. Para maiores informações assista o vídeo promocional e acesse o site.
Vamos colaborar com o meio ambiente.

Viviane