domingo, 20 de novembro de 2011

Acervo do MIS

PF investiga se Chevron tentou alcançar camada do pré-sal

PF investiga se Chevron tentou alcançar camada do pré-sal



Vazamento na Bacia de Campos. Foto: Governo do Estado do Rio de Janeiro
A petroleira norte-americana Chevron, responsável pelo vazamento de óleo que já dura dez dias na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, é suspeita de tentar alcançar a camada de pré-sal no Campo do Frade. Se a suspeita for confirmada, o episódio se revelará num dos mais emblemáticos casos de agressão à soberania nacional promovida por uma empresa estrangeira. A possibilidade é admitida por técnicos da Agência Nacional do Petróleo, de acordo com reportagem publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo.
A Polícia Federal, que investiga o caso, desconfia inclusive que o acidente possa ter ocorrido justamente devido à possível perfuração de poços além dos limites permitidos.
Segundo a reportagem, a sonda usada pela Chevron tem capacidade para perfurar até 7,6 mil metros, mais que o dobro do necessário para a perfuração dos quatro poços autorizados no Campo do Frade (de até 1.276 metros de profundidade). A ANP quer saber ainda se houve falhas inclusive na construção do poço e se foi utilizado material inadequado. Também não se sabe se foram feitos os testes de segurança antes do início da perfuração.
Responsável pelo inquérito, o delegado Fábio Scliar, titular da Delegacia de Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da PF, disse na reportagem que já existem indícios de que estrangeiros estejam trabalhando ilegalmente no litoral brasileiro. “É algo sério. Se isso for comprovado e esses estrangeiros em situação irregular estiverem recebendo salários no exterior, por exemplo, já se configura crime de sonegação fiscal e de sonegação previdenciária”, disse o delegado ao Estado de S.Paulo. A empresa nega a irregularidade.
Embora nem mesmo a Chevron saiba dizer quantos litros vazaram da plataforma (as estimativas da ANP indicam que a vazão média de óleo derramado estaria entre 200 e 330 barris/dia no período de 8 a 15 de novembro), o episódio pode acelerar a discussão sobre a segurança nacional em torno de sua principal riqueza. Na internet, começam a surgir manifestações para que a empresa estrangeira seja expulsa do País.
O episódio deixou clara também a situação de vulnerabilidade da exploração de petróleo em alto mar, área onde os órgãos fiscalizadores, como o Ibama, não conseguem monitorar de modo eficiente se as empresas cumprem ou não as normas de segurança, conforme reportagem publicada na sexta-feira no site de CartaCapital.
A preocupação se tornou ainda maior depois da notícia de que a empresa Transocean, que faz os trabalhos de perfuração para a Chevron no Campo de Frade, é a mesma que operava a plataforma da British Petroleum, que explodiu no Golfo do México, causando um dos maiores desastres ambientais da história recente.
Apesar do retrospecto da Transocean, o presidente da concessionária brasileira da Chevron, George Buck, disse que confia na empresa e que continuará a operar com ela no Brasil.
A plataforma da Transocean explodiu e afundou em abril de 2010, no Golfo do México, deixando 11 mortos e causando grandes prejuízos. Cerca de 4,9 milhões de barris de petróleo foram derramados no mar e o vazamento durou 87 dias.

*Com informações da Agência Brasil

Artigo Carta Capital

Compartilhando com vocês um email recebido de Ley Gomes:




Mino Carta


Editorial


18.11.2011 10:20


Uma comparação e suas lições


As seis capas que ilustram esta página contam uma história de várias lições, ou morais. As seis são o rosto de semanais de informação publicadas ao mesmo tempo no fim da semana passada, quatro de revistas brasileiras, uma britânica, outra americana. Estas duas últimas são de repercussão mundial. Time é o incunábulo dos news magazines do planeta todo. Fundada em 1923, provocou o nascimento da Newsweek dez anos depois e influenciou todas as demais publicações do gênero continentes afora. The Economist, com a qual CartaCapitalmantém honrosa parceria, é tida há tempo a semanal mais importante do mundo.


 
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The Economist


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Time


 Três capas focalizam o mesmo assunto e estampam a imagem da mesma personagem, simbólica da crise econômica e financeira que a ninguém poupa em qualquer latitude e longitude, o premier italiano Silvio Berlusconi finalmente derrubado em um lampejo de senso comum. The Economist, Time e CartaCapital coincidem na mira da informação prioritária, se quiserem na apreensão a respeito do destino de todos. Em oposição, Veja, Época e IstoÉ parecem editadas, nem digo em outro planeta, em outra galáxia.


Desde as primeiras conversas entre dois universitários americanos, Henry Luce e Britton Hadden, empenhados em levar a cabo o projeto da pioneira Time, ficou assentado o propósito de iluminar os leitores ao lhes oferecer o resumo dos fatos da semana devidamente analisados e hierarquizados em ordem decrescente ao sabor da sua influência sobre a vida do mundo e de cada cidadão. Na semana passada, The Economist, Time e CartaCapital foram fiéis ao legado. Veja, Época e IstoÉ prontificaram-se a participar de um capítulo especial de Jornada nas Estrelas. Não são deste mundo, com o risco de que o Brazil-zil-zil também não seja, ao menos aquele da chamada classe média à qual se refere Veja na sua capa. O que vem a ser, exatamente, de limites nítidos, a classe média nativa não sei.


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Época




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IstoÉ


 
Sei dos herdeiros da casa-grande e dos seus capatazes, de uma minoria de ricaços estabelecidos em rincões esfuziantes na imitação de Abu Dabi e de um largo número de cidadãos que gostariam de lhes seguir os passos. Sei também que esta classe média habilita-se a achar graça no mulherão Pereirão e a digerir outras lições de infatigável alienação pontualmente ministradas.


 
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Veja


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CartaCapital


Em termos de civilização, classe média significa, no bem e no mal, conhecimento, ideias, crenças. Cultura. Classe média é o burguês na acepção política e representa, na Europa, por exemplo, a porção mais conspícua de uma população também em termos numéricos. Não era, é óbvio, quando fez a Revolução Francesa, mesmo assim foi decisiva para vincar o tempo e dar início oficial à Modernidade. A nossa classe média, em boa parte, e tanto mais em São Paulo, o estado mais reacionário da federação, ainda mantém ligações com a Idade Média,  com a inestimável contribuição da mídia nativa, inclusive de semanais nascidas com outros, nobres, republicanos intuitos.


Se recordo a Veja que tive a honra de dirigir à testa da equipe fundadora, experimento um forte abalo entre o fígado e a alma. Precipitado também por uma constatação: o jornalismo brasileiro, entre o imediato pós-guerra e o golpe de 64, foi bem melhor do que o atual, se não no conteúdo pelo menos na forma, e mesmo durante a ditadura algumas publicações  souberam ter momentos de grande dignidade. Na convicção de que as tiragens fermentam ao baixar o nível de sorte a secundar a parvoíce do público, com o pronto respaldo da publicidade mais abundante, acabou por enredar-se em suas próprias artimanhas e os profissionais, salvo notáveis exceções, assumiram o estágio intelectual inicialmente atribuído aos seus leitores.


Costuma-se dizer que Deus é brasileiro, não somos porém o povo eleito, enquanto o Brasil é uma terra prometida que por ora não merecemos. E a classe que haveria de ditar rumos, salvo raros oásis de sabedoria e boa visão da vida e do mundo, gosta de viver de aparência, de consumir em desvario, de cultivar alegremente sua ignorância.

Lançamento do Livro

Lançamento na  Livraria da Vila, da Fradique Coutinho em SP, na próxima terça-feira, dia 22 de novembro,  a partir das 19h00. S
 


Prezado José Carlos Sebe Bom Meihy,
 
A Editora Contexto apresenta Guia Prático de História Oral: uma obra essencial e indispensável – um livro de referência para interessados em trabalhos com entrevistas.
Aproveite, o livro já está disponível!

Este guia atualiza conceitos e indica caminhos operacionais para interessados em trabalhos com entrevistas. Escrito com clareza e objetividade, o livro é recomendado para acadêmicos, comunidades e empresas. Rigor na condução de projetos e fundamentação teórica são atributos que valorizam os trabalhos na área de história oral. Exemplos de como fazer projetos nos diversos campos que usam entrevistas são demonstrados como modelo de uma prática que avança em todos os setores da vida moderna.
 
Nº de Páginas: 208
Formato: 16 x 23
ISBN: 978-85-7244-690-7


Atenciosamente,
Stephanie Cucato
www.editoracontexto.com.br
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Debate na USP

domingo, 13 de novembro de 2011

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Acorda toda!!!

CONTAÇÕES FOLCLÓRICAS: NORTE DO BRASIL

Grupo Redondilha
apresenta:

CONTAÇÕES FOLCLÓRICAS: NORTE DO BRASIL

Contação de Histórias sobre o folclore e os mitos do Norte do Brasil.
Os dois artistas usam vários instrumentos musicais, bonecos, objetos de animação e adereços, para contar as histórias: “A Vitória Régia”, “A Lenda do Guaraná” e “A Criação da noite”. Além das histórias, são apresentadas cantigas, parlendas, adivinhas, trava-línguas, quadrinhas e outros elementos da literatura folclórica.

Atividade gratuita para toda a família, crianças, jovens e adultos.

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12 de Novembro de 2011 às14h00
Museu da Língua Portuguesa – Espaço Café
Praça da Luz, s/nº - Centro – tel.             (11) 3326-0775 begin_of_the_skype_highlighting            (11) 3326-0775      end_of_the_skype_highlighting      
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Ficha Técnica

Grupo Redondilha: Ivon Mendes e Andréia Santos
Produção: Calu Baroncelli



Nelson Werneck Sodré - Cedem/UNESP

Nelson Werneck Sodré – 100 anos
Debate Cedem/Unesp

        Nelson Werneck Sodré em 03 leituras, será o tema do próximo debate no dia 28 de novembro, segunda-feira às 18h30, promovido pelo Cedem – Centro de Documentação e Memória da Unesp.
        No centenário de nascimento do crítico literário, filósofo, geógrafo, historiador marxista e general do exército, Nelson Werneck Sodré (1911-1999), o Cedem retoma o debate sobre o autor e sua obra, desta feita apresentando 03 interpretações que enfocam temáticas relacionadas a sua produção teórica bem como uma intervenção militante; recolocando sua reflexão pós ISEB – Instituto Superior de Estudos Brasileiros, e nela, uma análise sobre o Modo de Produção; outra em um diálogo com pensadores brasileiros; e por fim, sua presença na publicação: Cadernos do Povo Brasileiro.
        Essas apresentações pioneiras, reflexo de pesquisas de uma geração recente de pesquisadores, cujas teses apresentam originais apreensões, procuram demonstrar ainda a atualidade da leitura sobre o Brasil feita por Nelson Werneck Sodré, que particularizava a nação como resultado de um projeto e o papel do intelectual na virada do século XXI, como uma referência em seu compromisso com a transformação social.

Debatedores
Angélica Lovatto
Mestrado em Ciência Política - Puc/SP, Doutorado em Ciência Política – Puc/SP
Pesquisadora do Grupo de Estudos Cultura e Política do Mundo do Trabalho - Unesp/Marília
Pesquisadora do NEILS - Puc/SP, Professora - Unesp/Marília
Carlos Alberto Cordovano Vieira
Mestre em História Econômica - Unicamp
Doutorando em História Econômica - Unicamp
Professor – Faculdade Santa Marcelina
João Alberto da Costa Pinto
Mestre em História – Puc/SP
Doutor em História – Universidade Federal Fluminense
Professor - Faculdade de História da Universidade Federal de Goiânia
Mediador
Paulo Cunha
Mestre em Ciências Sociais – Puc/SP
Doutor em Ciências Sociais – Unicamp
Professor - Unesp/Marília

PARTICIPE E CONVIDE OS SEUS AMIGOS!

Inscrições gratuitas c/ Sandra Santos pelo e-mail: ssantos@cedem.unesp.br
Data e horário: 28/11/2011 - 2ª feira às 18h30
Local: Cedem/Unesp: Praça da Sé, 108 - 7º andar (metrô Sé) -             (11) 3105 - 9903       - www.cedem.unesp.br

VI HOBBITCON 2011



A VI HOBBITCON 2011 acontecerá neste domingo 13 de novembro de 2011 das 10h00 às 18h00
Local: Bunkyo – Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
End: Rua São Joaquim, 381, bairro da Liberdade – São Paulo – SP | Próximo à estação São Joaquim do Metrô (Linha Azul)
Ingresso: R$ 10,00 (dez reais) – crianças até 5 anos não pagam e de 6 a 11 pagam meia entrada. Não haverá meia-entrada para estudantes.
Haverá estacionamento?
Sim, o File Park é um estacionamento parceiro do Bunkyo (Rua São Joaquim, 381).
Porém, sua entrada fica na Rua Galvão Bueno, 540 ao lado do Restaurante Taizan, e tem acesso interno para o local.
Os preços de tabela são: Até 1h00 - R$ 6,00 / Até 2h00 - R$ 8,00 / Até 3h00 - R$ 10,00 / Adicional - R$ 1,00/hora.


Nós do Sindicato do Fã estaremos lá com estande de exposição e venda, contamos com sua presença!!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Palestra

Fósseis: modo de produção

Caros leitores,

O objetivo do meu blog sempre foi divulgar projetos ou idéias que de alguma forma contribuíssem para a melhoria das aulas dentro das instituições. Bom abri uma outra página justamente para divulgar projetos de outras disciplinas que deram certo.
A professora de ciências no Righini Janaina Reis elaborou um projeto interessante com os alunos no laboratório: a produção de fósseis.
O trabalho que é dividido em partes e conta com a parte de pesquisa, produção e apresentação está em reta final e nessa próxima semana deve começar uma exposição no colégio.
Materiais utilizados:
Argila, água e objetos (folhas, ossos, conchas entre outros)









Preparo:
água para umidecer as mãos

 Palito de madeira
 Prato para colocar os fósseis
 Escolhi dois objetos para teste uma moeda e uma folha, mas você pode usar a criatividade: galhos, osso de frango, conchas entre outros...
 Argila: 1 Kg

Depois de umidecer as mãos pegue um pouco de argila e comece a pensar nos suportes para o que você deseja fossilizar







Mão a massa!