sexta-feira, 27 de maio de 2011

ESCULTURAS SACRAS,CEMITERIAL E TUMULAR - ESCULTURAS E PLACAS

Arte Tumular: Escultura Tumular Erótica 2



Ontem recebi um link com uma materia sobre a arte tumular erótica, apesar abranger aquilo que eu chamo em minha pesquisa de profano o texto além informativo continha o video acima que mostra algumas obras bem interessantes.
Enjoy!
Profª Viviane

CONVITE PARA ENCONTRO SOBRE ARTE CONTEMPORÂNEA 6/06

O Educativo da Bienal, em parceria com a E.E. Alexandrina Bassith, tem o prazer de lhe convidar para o Encontro sobre Arte Contemporânea.

O Encontro sobre Arte Contemporânea tem como principal objetivo promover uma reflexão sobre contemporaneidade e os caminhos da arte contemporânea. O encontro apresenta os conceitos e artistas da exposição Em Nome dos Artistas e é uma oportunidade de se debater questões sobre o ensino da arte.


Data da Formação: 06 de junho de 2011
Local: Rua Avaré, 25 - Jd. Ângela - Embu - São Paulo
Horário: 13 às 16h

Clique aqui para realizar sua inscrição para a Formação em Arte Contemporânea.
Caso não consiga clicar, copie o endereço abaixo e cole no seu browser para ter acesso ao formulário de inscrição: https://spreadsheets.google.com/a/fbsp.org.br/viewform?formkey=dE5GTlZaVG1udUZZSnlzVGtwU3pISVE6MA#gid=0

Informações:
educativo@bienal.org.br
(11) 5576-7611

Esculturas de Cemitério



Caros leitores,

Apreciem este video que mostra que um cemitério também pode ser um museu a céu aberto.

Profª Viviane

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Genocídio na Bósnia

Caros alunos,

Para ajudar a compreender alguns comportamentos que povoam a região dos Balcãs, encontrei alguns textos que valem a leitura. Espero que ajude!

Boa leitura,

Profª Viviane

Fonte: http://historia.abril.com.br/politica/mal-seculo-20-genocidio-433589.shtml
Mal do século 20: genocídio

Considerado o mais grave entre todos os crimes, o genocídio marcou o século 20 e viabilizou projetos de extermínio da Alemanha a Ruanda, da Armênia ao Camboja
por Sérgio Gwercman

As atrocidades nazistas deixaram o mundo sem palavras. Literalmente. Quando o tipo de crime que estava sendo cometido pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial ficou evidente, foi necessário encontrar um novo termo para explicar a aberração. Em 1944, o jurista judeu Raphael Lemkin escreveu pela primeira vez a palavra genocídio – o assassínio de uma “raça” (genos, em grego). Acabou cunhando um conceito que a humanidade conhecia, mas nunca havia diagnosticado: a intenção de destruir um grupo étnico, racial ou religioso. Não foi só a linguagem que precisou ser modernizada. Logo após a guerra, uma convenção da recém-criada Organização das Nações Unidas (ONU), realizada em 1948, deu contornos finais ao termo jurídico, que até então não era previsto no direito internacional. O genocídio passou a ser considerado um crime gravíssimo contra a humanidade – o mais sério de toda a esfera legal. (Foram os critérios da ONU que serviram de guia para incluirmos os casos que contaremos a seguir.
Longe de ser uma exclusividade nazista, a intenção de eliminar pessoas e povos diferentes tornou-se uma das características mais assustadoras do século 20. Comparando as estatísticas desses massacres com o século 19, o historiador britânico Eric Hobsbawn escreveu: “Os mortos se contavam às dezenas, não às centenas, jamais aos milhões. Voltamos aos padrões do que, no mundo antigo, seria chamado de barbárie” (Era dos Extremos). Na Primeira Guerra Mundial, cerca de 1,5 milhão de armênios foram mortos pelos turcos, que até hoje negam o genocídio. Pol Pot deixou 1,7 milhão de mortos no Camboja. Hutus trucidaram tútsis com golpes de facas e pauladas em Ruanda. Milosevic e seus companheiros nacionalistas da Croácia e Bósnia conduziram carnificinas, incluindo os infames estupros étnicos. E uma grande polêmica: Stálin, que pode ter matado 20 milhões na União Soviética, entra ou não na lista? Os especialistas (e a ONU) dizem que não. “No regime stalinista, o que existiu foi a eliminação de adversários políticos, não importando se eram judeus, ciganos ou chineses”, afirma a historiadora Márcia D’Alessio, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Hoje, pesquisadores estão mostrando como esses crimes têm muito em comum. Ainda há mais perguntas que respostas, mas em alguns pontos as análises parecem convergir. Um deles é que o genocídio está diretamente ligado ao nosso tempo. É verdade que existiram massacres de índios na América do Norte e negros escravizados, mas a implantação de projetos de eliminação racial parece ser dependente de Estados organizados, como os que conhecemos atualmente. Outras semelhanças são a truculência estatal, as ameaças de redução territorial e, nunca é demais lembrar, um latente racismo.
Nas escolas judaicas toda criança aprende que sua missão é não deixar o holocausto ser esquecido. É uma lição levada a sério, daí tantos filmes, livros e estudos sobre o assunto. Não esquecer, na verdade, deveria ser um lema para todos nós. Um dos maiores clichês sobre a história – e não por isso menos verdadeiro – é que estudá-la serve para entender o presente. Assim, recordar os genocídios é fazer uma força, mínima que seja, para eles não se repetirem, além de respeitar a memória das pessoas que morreram no mais mesquinho dos crimes.

Saiba mais
Livros
The Specter of Genocide, Robert Gellately e Ben Kiernan, Cambridge, 2003, Sociólogos e historiadores debatem os principais assassinatos em massa do século 20.

Gostaríamos de Informá-lo de que Amanhã Seremos Mortos com Nossas Famílias, Philip Gourevitch, Companhia das Letras, 1998, O título dá a dimensão da insanidade em Ruanda. Uma das melhores reportagens sobre o tema.

Sites
www.un.org./icty e www.un.org./ictr, Sites do Tribunal Penal Internacional da ONU para a ex-Iugoslávia e Ruanda reúnem os documentos de acusações contra os envolvidos

Fonte: http://www.dw-world.de/dw/article/0,,2365919,00.html
Mundo

26.02.2007

Tribunal da ONU considera genocídio o massacre de Srebrenica

Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Oito mil muçulmanos foram mortos em Srebrenica Corte Internacional de Justiça de Haia retira responsabilidade direta da Sérvia pelo genocídio na Bósnia, mas declara que Belgrado violou o Direito Internacional por não impedir o massacre.
A Corte Internacional de Justiça (CIJ) de Haia decidiu, nesta segunda-feira (26/02), que a Sérvia não teria responsabilidade direta no genocídio de muçulmanos bósnios, em 1995, em Srebrenica. Mas declarou que Belgrado teria falhado em impedir o massacre, violando assim as leis do Direito Internacional.
"A Corte acha que a Sérvia não cometeu genocídio", afirmou sua presidente, a juíza britânica Rosalyn Higgins. Na mesma decisão judicial, a corte declarou o massacre de Srebrenica como genocídio, mas que não pode, entretanto, ser atribuído ao acusado (Sérvia). O tribunal decidiu também que outros assassinatos em massa de muçulmanos bósnios não resultaram em genocídio.
Apesar de considerar que a Sérvia tenha violado suas obrigações com a Bósnia por não evitar o massacre dos oito mil muçulmanos, a corte de Haia decidiu que a Sérvia não teria que pagar nenhuma compensação financeira ao país vizinho.

Caso sem precedentes
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Quarenta corpos em vala comum em SrebrenicaO assassinato de oito mil muçulmanos bósnios em julho de 1995, conhecido como o massacre de Srebrenica, é considerado o pior crime de guerra da Europa após a Segunda Grande Guerra.
O Tribunal Penal Internacional para a Antiga Iugoslávia (ICTY), sediado em Haia, já havia, anteriormente, caracterizado o massacre como genocídio. O ICTY é responsável por julgamentos individuais.
Até agora, entretanto, ninguém fora condenado em sentença final pelo Tribunal da ONU por crime de genocídio. Slobodan Milosevic, que estava sendo julgado por este crime pelo ICTY, faleceu na prisão, um ano atrás, antes que se chegasse a um veredicto.
A CIJ, por sua vez, decide sobre querelas entre Estados. A atual decisão refere-se a uma queixa de genocídio da Bósnia-Herzegóvina contra a Iugoslávia. Nesta segunda-feira, a Corte Internacional de Justiça ratificou a acusação de genocídio, decidindo, porém, que os sérvios da Bósnia, responsáveis pelo massacre, não estavam sob o comando de seus patrocinadores de Belgrado.

Nem mesmo cúmplice
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Higgins preside a CIJA CIJ ainda foi mais além e declarou que apesar da intensa ajuda militar e política aos sérvios da Bósnia, a Iugoslávia nem mesmo teria sido cúmplice na acusação de genocídio.
Com este veredicto, ainda não ficou esclarecido quem foram os reais responsáveis pelos atos de crueldade em Srebrenica.
A decisão desta segunda-feira considera, no entanto, o atual governo sérvio como sucessor legal da esfacelada Iugoslávia. Ao começar a seção, Higgins indeferiu um pedido de Belgrado de considerar a CIJ não responsável pela causa, já que a Sérvia não era membro da ONU durante a Guerra da Bósnia.

Tigre manso
Bildunterschrift: Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Corte Internacional de Justiça é 'tigre manso de Haia'Segundo a juíza, a Sérvia teria assinado a Convenção para a Prevenção e a Repressão do Crime de Genocídio das Nações Unidas de 1948. O fato de sua condição de país-membro ter sido suspensa durante a guerra civil não alteraria este fato.
Considerado como o "tigre manso de Haia", a Corte Internacional de Justiça não tem meios, entretanto, para aplicação de penas. Somente a pressão internacional e sanções do Conselho de Segurança da ONU podem vir a ajudar os juízes a impor seus veredictos.
Segundo Thomas Spieker, comentarista da agência de notícias DPA, a pressão internacional exerceu, até agora, pouca eficácia em Belgrado, onde o general Ratko Mladic, considerado um dos responsáveis pelo massacre, ainda se encontra foragido. Além disso, a Sérvia se está, agora, livre da acusação de genocídio.

Terra de Ninguém - No Man's Land - 2001



Caros alunos,

Esse e o trailer do filme Terra de Ninguém , buscando pela rede descobri que existe um outro filme com o mesmo nome feito em 2006 porém não é o mesmo.
Continuo a busca pelo filme se alguém encontrar me avise!
Boa semana,

Profª Viviane

terça-feira, 24 de maio de 2011

O Neto de Trotsky no Brasil

Exposição virtual leva manuscritos para as salas de aula

Exposição virtual leva manuscritos para as salas de aula


O Arquivo Público do Estado de São Paulo, órgão vinculado à Casa Civil, acaba de lançar a exposição virtual “Manuscritos na História”, com o objetivo de mostrar as mudanças pelas quais o documento manuscrito passou ao longo do tempo. Ao todo são 145 manuscritos, digitalizados especialmente para esta exposição, que foram escolhidos entre os aproximadamente 9 mil metros lineares de documentos sobre a História de São Paulo que fazem parte do acervo da instituição. Dividida em dez ambientes, a exposição traz diversos tipos de manuscritos, tanto particulares quanto públicos. O documento mais antigo é um testamento de 1707, enquanto que o mais "recente" é uma certidão de nascimento do ano de 1942. Também são encontradas cartas, ofícios, inventários, documentos de identidade, autuações, processos judiciais, requerimentos etc. Documentos bastante diferentes, mas com algo em comum: o fato de terem sido escritos à mão.

"Manuscritos na História" é voltada para professores e estudantes de Ensino Básico e demais interessados no tema, podendo ser aproveitada tanto no ensino de História, quanto em outras disciplinas, como a Língua Portuguesa. Uma das propostas da exposição virtual é promover o uso dos manuscritos históricos como recurso didático. Para isso, a exposição conta com nove sugestões de atividades pedagógicas que trazem documentos de época para serem analisados pelos alunos.

A exposição virtual traz atividades indicadas para alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, mas que podem ser trabalhadas em outros anos escolares, a critério do professor. Completam a exposição uma seleção de fontes primárias, que traz mais documentos de época, e uma bibliografia com textos sobre o assunto.

A exposição virtual "Manuscritos da História" ficará disponível permanentemente no site do Arquivo Público do Estado de São Paulo. Acesse pelo site: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/exposicao_manuscrito

domingo, 22 de maio de 2011

CONVITE PARA ENCONTRO SOBRE ARTE CONTEMPORÂNEA

Prezados,

O Educativo da Bienal tem o prazer de convidá-los para o Encontro sobre Arte-Contemporânea que será realizado em Guarulhos no final do mês de maio. Serão oferecidas três opções de horário, conforme descrito no convite abaixo.

Contamos com sua presença!

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CONVITE PARA ENCONTRO SOBRE ARTE CONTEMPORÂNEA

O Educativo da Bienal, em parceria com a Secretaria de Cultura de Guarulhos, tem o prazer de lhe convidar para o Encontro sobre Arte Contemporânea.
O Encontro sobre Arte Contemporânea tem como principal objetivo promover uma reflexão sobre contemporaneidade e os caminhos da arte contemporânea. O encontro apresenta os conceitos da 29ª Bienal e é uma oportunidade de se debater questões sobre o ensino da arte.
O mesmo Encontro acontecerá em três momentos diferentes, para que você possa escolher o horário mais conveniente.

Data da Formação: 25 de Maio de 2011
Local: Teatro Adamastor
Av. Monteiro Lobato, 734 - Macedo - Guarulhos
Horário: 19h às 22h

OU
Data da Formação: 31 de Maio de 2011
Local: Teatro Adamastor
Av. Monteiro Lobato, 734 - Macedo - Guarulhos
Horário: 9h às 12h

OU
Data da Formação: 31 de Maio de 2011
Local: Teatro Adamastor
Av. Monteiro Lobato, 734 - Macedo - Guarulhos
Horário: 14h às 17h

Clique aqui para realizar sua inscrição para a Formação em Arte Contemporânea.
Caso não consiga clicar, copie o endereço abaixo e cole no seu browser para ter acesso ao formulário de inscrição:

https://spreadsheets.google.com/a/fbsp.org.br/viewform?hl=pt_BR&formkey=dFFxdWdJZXlhc0VlZnk4UXo3RnJLSHc6MA&ndplr=1#gid=0

Informações:

educativo@bienal.org.br
(11) 5576-7611

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Evento na Puc: Comuna de Paris

TOMANDO O CÉU DE ASSALTO –


DA COMUNA DE PARIS A COMUNA DE OAXACA: 140 ANOS DE EXPERIÊNCIAS DE AUTO-ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES

DE 23 A 27 DE MAIO
NA PUC-SP

GRATUITO

quinta-feira, 19 de maio de 2011

O "Portal Domínio Público", lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de 500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores - Internet - uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.

Este portal constitui-se em um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal.
Desta forma, também pretende contribuir para o desenvolvimento da educação e da cultura, assim como, possa aprimorar a construção da consciência social, da cidadania e da democracia no Brasil.
Portanto vamos utilizar é nosso!
Profª Viviane
Fonte: http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

MABLA: Movimento Afro-brasileiro Pró-Libertação de Angola (1960-1975)

MABLA: Movimento Afro-brasileiro Pró-Libertação de Angola (1960-1975)


Debate Cedem/Unesp

Movimento Afro-brasileiro Pró-Libertação de Angola (MABLA) – Um Amplo Movimento: Relação Brasil e Angola de 1960 a 1975, Mestrado em História – PUC/SP – 2010, de José Francisco dos Santos, será o centro do debate no próximo dia 30 de maio, segunda-feira às 18h30, promovido pelo CEDEM – Centro de Documentação e Memória da UNESP.

A pesquisa registra o relacionamento entre Brasil e Angola, entre a década de 1960 e 1970 por meio do Movimento Afro-brasileiro Pró-Libertação de Angola (MABLA). Movimento que envolveu diversos setores da sociedade especialmente nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro. As ações desse Movimento manifestaram-se no sentido de sensibilizar a opinião pública brasileira para os problemas enfrentados pelas então colônias portuguesas na África. São abordadas as ações em prol da independência de Angola, por parte do Brasil. Os ônus enfrentados foram grandes, visto que o processo de independência de Angola estava inserido na conjuntura da Guerra-Fria, tendo como agravante o fato de que estava sob o domínio do já anacrônico regime português salazarista estabelecido em 1926. Regime este que o Brasil teve relações estreitas até quase o seu término, em 1974, com a Revolução dos Cravos.

O MABLA estabeleceu laços com o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), movimento que mantinha relações estreitas com a União Soviética e Cuba. Contudo, com o Golpe Civil-Militar de 1º de Abril de 1964 que alinha o Brasil com os Estados Unidos, alguns militantes do MABLA foram presos. Por outro lado, esse mesmo regime Civil-Militar foi o primeiro a reconhecer a independência de Angola em 11 de novembro de 1975, tendo à frente o MPLA. Portanto, é analisado o desenvolvimento das relações entre Brasil e Angola, procurando entender as conjunturas da década de 1960 a 1970, tendo em vista as suas transformações.

Expositor José Francisco dos Santos
Graduação em História – UNESP
Mestrado em História – PUC/SP
Doutorando em História – PUC/SP e é Professor da FMU

Debatedora Lúcia Helena Oliveira Silva
Graduação em História – PUCAMP, Mestrado em Educação – UNICAMP,
Doutorado em História – UNICAMP, Pós-Doutorado em História – New York University
Vice-Coordenadora do NUPE/UNESP e é Professora da UNESP

MediadorLincoln Secco
Graduação em História – USP
Mestrado e Doutorado em História Econômica – USP
Livre Docente em História - USP

PARTICIPE E CONVIDE OS SEUS AMIGOS!
Inscrições gratuitas c/ Sandra Santos pelo e-mail: ssantos@cedem.unesp.brData e horário: 30 de maio de 2011 (segunda-feira) às 18h30
Local: CEDEM/UNESP - Centro de Documentação e Memória
Praça da Sé, 108 - 1º andar, esquina c/ Rua Benjamin Constant (metrô Sé)
(11) 3105 - 9903 - www.cedem.unesp.br

Convite para apresentação da pesquisa em Santa Catarina

III Simpósio do IJA: Florestas, animais e direito à vida

Companhia de Restauro

Revitalização do cemitério das Polacas no Rio de Janeiro

''Polacas'' do Rio ganham nome em cemitério
Criado em 1916 por prostitutas polonesas, local polêmico passou anos esquecido
18 de maio de 2011 | 0h 00
Felipe Werneck / RIO - O Estado de S.Paulo

A porta está trancada, o repórter toca a campainha e é recebido pela funcionária que cuida da limpeza do Cemitério Israelita de Inhaúma, na zona norte do Rio. "É muito difícil vir alguém aqui", ela comenta. "Não é igual a um cemitério comum. Ninguém visita as polacas." Fundado em 1916 por imigrantes polonesas marginalizadas por serem prostitutas, o local abriga cerca de 800 túmulos. Após décadas de deterioração e esquecimento, as sepulturas começaram a ser reformadas no ano passado. Segundo o presidente do Cemitério Comunal Israelita do Caju, Jayme Salomão, que também administra o de Inhaúma, 95% dos túmulos já estão identificados. Além da pintura, eles receberam placa branca de mármore com estrela de Davi no centro, o nome de quem está ali sepultado, a data do óbito e o número que representa na cronologia do cemitério.
Não houve divulgação. A iniciativa ocorre 15 anos após a polêmica suscitada pela publicação do livro Baile de máscaras: mulheres judias e prostituição. As polacas e suas associações de ajuda mútua (Editora Imago), fruto de dissertação de mestrado da historiadora Beatriz Kushnir, atual diretora do Arquivo Geral da Cidade.
Segundo ela, em 27 de outubro o prefeito Eduardo Paes assinou decreto determinando tombamento definitivo do cemitério. Segundo o documento, "quaisquer intervenções físicas deverão ser previamente aprovadas pelo Conselho de Proteção do Patrimônio Cultural". Nas justificativas do decreto, o local é considerado "marco particular no âmbito dos campos santos da cidade por ter sido criado por mulheres que, em um ambiente hostil, se uniram para garantir sua sobrevivência". Um dos objetivos da decisão foi justamente "garantir a essas mulheres uma memória que não as condene eternamente".
Salomão atribui a demora ao "trabalho minucioso" para levantar os nomes e diz que foram gastos R$ 300 mil na reforma. Agora, ele pretende investir "mais R$ 1 milhão" em um polêmico "projeto de revitalização". Para isso, vai pedir à prefeitura a reativação do cemitério. O objetivo é que a eventual venda de novos túmulos gere receita para bancar a manutenção. Cerca de metade do terreno está livre, avalia.
Salomão insiste na ideia - criticada por Beatriz - de separar os túmulos das polacas por "cerca viva". "É para preservar a história do passado sem chocar. Se juntar tudo, quem for ao cemitério não vai entender nada." Segundo ele, a cerca receberia plantas de 30 a 50 centímetros. Seria uma forma de atender à ala judaica mais ortodoxa, que defende enterro de prostitutas e suicidas junto ao muro de cemitérios. Salomão nega. Segundo ele, a ideia é "criar um museu vivo". "Hoje, aquilo fica fechado o ano inteiro. Queremos que os túmulos sejam visitados. É um lugar sagrado. O objetivo é preservar."
Sítio histórico. Para Beatriz, trata-se de tentativa de "expurgo" da memória dessas mulheres. "Eles podem fazer tudo o que for necessário apenas para manter como sítio histórico. Não podem fazer mais nada para enterrar outras pessoas." Localizado na Rua Piragibe, 99, o cemitério fica colado na Favela do Rato Molhado. "Tem milícia ali. Tirando eu, duvido que outro judeu queira ser enterrado lá", diz Beatriz.
Vice-presidente da Federação Israelita do Estado até novembro e presidente da sinagoga Beyruthense, Salomão reconhece que há preconceito entre representantes da comunidade judaica, mas afirma que não há respaldo institucional para isso. "Pode ser que algumas pessoas, sim, mas eu acredito que não exista preconceito. Se existisse, não falaríamos em reativação do cemitério. A ideia da revitalização é dar continuidade."
A historiadora defende arborização e preservação do local como está. Para ela, a reforma foi uma vitória. "Mas fico com pena de não ter sido como em São Paulo (veja ao lado), onde a comunidade judaica foi muito participativa, não se fez nada às escondidas, houve inauguração das lápides. Aqui tem muito mais caráter de imposição por circunstâncias do que vontade própria."
O livro de Beatriz contabiliza 797 sepulturas. Na ocasião - a dissertação foi defendida em 1994 e o livro, lançado dois anos depois -, ela localizou duas descendentes de polacas. "Muitos não sabem ou preferem não se meter nisso", conta. Segundo a Federação, foram localizadas 807 durante a reforma. Criado a partir de um modelo associativo, o cemitério de Inhaúma abriga corpos de mulheres, homens e crianças. "Não é porque foram prostitutas que elas não eram casadas. E não necessariamente o marido era cafetão; elas também eram cafetinas (donas de prostíbulos)", explica Beatriz

terça-feira, 10 de maio de 2011

VII Encontro arte&meios tecnológicos

Projeto Amplificação - Leituras Críticas / Núcleo histórico

O VII Encontro arte&meios tecnológicos aborda maneiras com as quais a arte contemporânea rearticula processos históricos e de linguagem. Para tanto, investiga a produção artística brasileira baseada nos anos 1920-1990. Apresenta, com isso, interesses relacionados aos artistas Mario Peixoto, Flavio de Carvalho, Abraham Palatnik, Waldemar Cordeiro, Helio Oiticica, Lygia Clark, Mira Shendel, Julio Plaza, Regina Silveira e Rafael França.

Programação:


VII Encontro-Parte 3-ANOS 1960-1970
19 de maio, 5ª. feira, das 19 às 22h
Waldemar Cordeiro: Denise Agassi
Mira Shendel: Marcelo Salum
Local: FASM/Sala 207

VII Encontro-Parte4-ANOS 1970-1990
18 de junho, sábado, das 14 às 18h
Julio Plaza: Ananda Carvalho/Mariana Shellard
Regina Silveira: Christine Mello
Rafael França: Lyara Oliveira
Local: INTERMEIOS - Casa de artes e livros

Inscrições gratuitas na secretaria do Mestrado, com Marina, ou pelo email pos-graduacao@fasm.edu.br. As inscrições deverão ser feitas até dois dias antes de cada uma das atividades relacionadas ao VII Encontro.
Serão oferecidos certificados mediante presença em pelo menos 75% das atividades (três das atividades).
Público alvo pesquisadores em arte, artistas, historiadores, críticos, curadores, arte educadores e estudiosos em geral, interessados em explorar aspectos contemporâneos dos processos da arte.

Local 1: Faculdade Santa Marcelina - FASM - Sala 207
Mestrado em Artes Visuais da Faculdade Santa Marcelina
Rua Dr. Emílio Ribas 89, Perdizes, São Paulo - SP
11-3824-5808, na Secretaria do Mestrado, ou pos-graduação@fasm.edu.br


Local 2: INTERMEIOS - Casa de artes e livros
11-2338-8851, ou cecilia@intermeioscultural.com.br

Informações adicionais:
Os Encontros do Grupo de Pesquisa arte&meios tecnológicos (CNPq/FASM) são promovidos semestralmente desde 2008, na Faculdade Santa Marcelina ou em ambientes exteriores a ela. Englobam reflexões e práticas que dialogam com a pesquisa do grupo e com estudiosos envolvidos com o campo da arte contemporânea.
O Grupo de Pesquisa arte&meios tecnológicos investiga os processos artísticos tendo em vista uma posição crítica e experimental no campo das relações da arte com as mediações tecnológicas. Tem início em janeiro de 2007 e integra a Linha de Pesquisa História, Crítica e Pensamento Curatorial do Mestrado em Artes Visuais da Faculdade Santa Marcelina. Desenvolve atividades relacionadas a projetos de pesquisa, grupos de estudo, encontros abertos, exposições, produção artística, crítica, curatorial e bibliográfica. De acordo com o atual projeto de pesquisa, Amplificação (triênio 2010-2012), é formado por: Christine Mello, Denise Agassi e Paula Garcia (coordenação), Ana Paula Lobo, Ananda Carvalho, Cláudio Bueno, Eduardo Salvino, Josy Panão, Leandro Carvalho, Lucas Bambozzi, Lyara Oliveira, Marcelo Salum, Mariana Shellard e Monique Allain. Nele, a reflexão teórica e artística estreitam suas relações.
http://artemeiostecnologicos.wordpress.com/
http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhepesq.jsp?pesq=4370603819410677

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Residência Artística FAAP convida para exibição do filme POROROCA, do artista residente Alexandre Damiano Junior (RJ)

Exibição do filme POROROCA, do artista residente Alexandre Damiano Junior (RJ)
Dia 11 de maio de 2011 (quarta-feira) às 18h00
Residência Artística FAAP – Edifício Lutetia – 8º andar
Praça do Patriarca, 78 – Sé, São Paulo – SP – Brasil

ALEXANDRE DAMIANO JUNIOR realizou, durante seu período de residência, o filme inspirado nos diálogos e poesias de sua publicação de artes visuais e textos POROROCA – uma autobiografia na qual o autor mostra passagens do que chama de Diário de Bordo. O projeto teve a participação de 20 colaboradores.

Para mais informações : www.faap.br/residenciaartistica
* Por favor, confirmar presença via email resartisfaap.info@faap.br ou pelo telefone 3101-1776. Lugares limitados.


Karina Polycarpo
Administração Ed. Lutetia
resartisfaap.info@faap.br
+ 55 (11) 3101-1776 begin_of_the_skype_highlighting + 55 (11) 3101-1776 end_of_the_skype_highlighting
skype: residencia.artistica.faap
www.faap.br/residenciaartistica

A Residência Artística FAAP convida para um encontro com o artista Julio Leite

12 de maio de 2011 (quinta-feira) das 12h30 as 15h00
FAAP – Prédio 1 – Sala 1104 (Ateliê de pintura)
Apresentação de percursos e projeto realizado para a Residência Artística FAAP

Julio Cesar Leite utiliza imagens da construção civil, como fotografias de tijolos expostos, para revestir paredes, remontando um diálogo com o ensaio filosófico Iconoclastas, de Jean Baudrillard, no qual a simulação envolve todo o edifício da representação como simulacro.
Para mais informações : www.faap.br/residenciaartistica
* Por favor, confirmar presença via email resartisfaap.info@faap.br ou pelo telefone 3101-1776

Karina Polycarpo
Administração Ed. Lutetia
resartisfaap.info@faap.br
+ 55 (11) 3101-1776 begin_of_the_skype_highlighting + 55 (11) 3101-1776 end_of_the_skype_highlighting
skype: residencia.artistica.faap
www.faap.br/residenciaartistica

Projeto Revoluções abre inscrições no dia 1º de maio

Projeto Revoluções abre inscrições no dia 1º de maio para seminário internacional

O Projeto Revoluções inicia inscrições no domingo, 1º de maio, para o Seminário Internacional - Uma política do sensível, que reunirá nomes consagrados do cenário artístico e intelectual mundial. As inscrições podem ser feitas pelo site www.revolucoes.org.br e ficam abertas até dia 18 de maio. Além de compreender uma multi-exposição composta por fotografias, filmes e música, essa etapa do projeto também contará com oficinas e lançamentos de livros. Todas as atividades são gratuitas e acontecem nas instalações do SESC Pinheiros (Rua Paes Leme, 195, Pinheiros, São Paulo).
O projeto tem como objetivo refletir sobre o tema das revoluções sociais a partir da perspectiva da estética e da política. Revoluções: Educação, História, Direitos Humanos, Cinema e Fo tografia é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), o Instituto de Tecnologia Social – Brasil (ITS Brasil), o SESC SP e a Boitempo Editorial.
Seminário Revoluções, uma política do sensível
Acontece entre os dias 20 e 21 de maio e terá a participação do filósofo esloveno Slavoj Žižek (que lançará os livros Em defesa das causas perdidas e Primeiro como tragédia, depois como farsa, pela Boitempo Editorial), Emir Sader (Sociólogo/UERJ), Klemens Gruber (Professor e crítico de cinema/Universidade de Viena), Marilena Chauí (Filósofa/USP), Eduardo Grüner (Filósofo/Universidade de Buenos Aires), Vladimir Safatle (Filósofo/USP), Bernard Stiegler (diretor do Instituto de Pesquisa e Inovação do Centre Georges Pompidou/Paris), além de videoconferências com Michael Löwy (Sociólogo e diretor da École des Hautes Études en Sciences Sociales/ Paris) e Alexander Kluge (escritor, cineasta e diretor de TV/ Alemanha). Durante o seminário será projetada a entrevista “Amor Cego - Conversas com Jean-Luc Godard” feita por Kluge.


Multi-exposição Revoluções
Organizada em três eixos principais, com curadoria de Henrique P. Xavier, será inaugurada no dia 21 de maio, às 20h, e fica em cartaz até 3 de julho de 2011, no andar térreo do SESC-Pinheiros, São Paulo.

Eixo 1 - cinematográfico
Consiste na exibição de três filmes de dois diretores cujas obras são marcadas por um agudo olhar político e pelo questionamento do papel da imagem na sociedade contemporânea: os curtas-metragens “Eu Vos Saúdo, Sarajevo⍊ e “A origem do século XXI”, de Jean-Luc Godard; e o ambicioso “Notícias da Antiguidade Ideológica: Marx, Eisenstein, o Capital” (2008), do cineasta e escritor alemão Alexander Kluge, inédito no Brasil. Em nove horas e meia, ele retoma o projeto do cineasta Sergei Eisenstein de filmar O Capital, de Karl Marx, a partir da estrutura de Ulisses, de James Joyce. A Versátil Home Vídeo lançará na ocasião uma caixa de DVDs do filme que inclui o curta-metragem “Amor Cego – Conversas com Jean-Luc Godard”, de Alexander Kluge.

Sobre Alexander Kluge: Ainda pouco conhecido no país, o veterano Kluge, que conviveu com Theodor Adorno e Fritz Lang na juventude, é um dos maiores cineastas, escritores e intelectuais da Alemanha; fundador do Novo Cinema Alemão, ao lado de Fassbinder, Herzog e Wenders, é autor do Manifesto de Oberhausen e precursor do que chama de “televisão de autor”, ou uma tentativa de trazer qualidade aos program as televisivos.

Eixo 2 – fotográfico
Exposição de registros fotográficos das revoluções sociais do século XX; ampliadas em escala humana. A escolha das imagens foi feita a partir do livro Revoluções, organizado por Michael Löwy, e publicado pela Boitempo Editorial. Com aproximadamente 400 fotografias em preto-e-branco, o livro documenta importantes movimentos revolucionários, desde a Comuna de Paris (1871) até a Revolução Cubana (1953-67), passando por movimentos sociais que, segundo Löwy, são portadores não de “revoluções”, mas de um “espírito revolucionário”.

Eixo 3 - musical
Apresentação constante de uma composição musical de duas horas feita a partir de pesquisa inédita das canções revolucionárias do séc. XX; sob coordenação de Willy Corrêa de Oliveira, um dos maiores compositores eruditos da música brasileira contemporânea, e que conta também com a criação musical de Maurício De Bonis.

oficinas

O projeto também realizará algumas oficinas. A primeira delas é de Klemens Gruber sobre Alexander Kluge, Mídia e Revolução: culturas da vanguarda e como Jogar com a Televisão: a poética de Alexander Kluge para a TV, nos dias 22 e 24 de maio, das 10h às 18h. Estão previstas outras oficinas, cujos temas serão divulgados em breve.


PROGRAMAÇÃO COMPLETA DO SEMINÁRIO REVOLUÇÕES - também disponível em www.revolucoes.org.br


20/05 (sexta-feira)
14h - 15h - Cadastramento
15h – 15h15 - Abertura
15h15 – 16h15
Uma Flotilha de Filmes: o escritor, cineasta e partisan da TV Alexander Kluge
Klemens Gruber (Alemanha ⍊ Prof. do Instituto de Teatro, Cinema e Estudos da Mídia da Universidade de Viena).
16h15-17h
Novas Formas de Expressão Artística do Pensamento Marxista
Alexander Kluge (Alemanha) (videoconferência) (Alemanha – Cineasta, escritor, romancista e diretor de TV) e Klemens Gruber (mediação).
17h-17h30
Amor Cego - Conversa com Jean-Luc Godard de Alexander Kluge (2011, DVD, 24 minutos)
17h30-18h30
Sobre a America Latina
*convidado a definir
18h30 – 19h
Intervalo
19h-20h
O olhar do outro - “Politização da arte” e alteridade cultural em Sartre e Pasolini
Eduardo Grüner (Argentina – Professor da Faculdade de Ciências Sociais e da Faculdade de Filosofia e Linguagem da Universidade de Buenos Aires)
20h-21h
Sobre o Oriente Médio
Marilena Chaui (Brasil – Professora da Faculdade de Fil osofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo)
21/05 (sábado)
14h- 15h
Por uma nova critica da economia política
Bernard Stiegler (França – Prof. de filosofia na Universidade de Londres (Goldsmiths College) e na Universidade de Tecnologia de Compiègne, diretor do Instituto de Pesquisa e Inovação do Centro Georges Pompidou)
15h – 15h15
Apresentação da Obra de Michael Löwy
Emir Sader
15h15-16h
Revoluções
Michael Löwy - (videoconferência) - (Brasil - Diretor emérito do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França/CNRS e Prof. da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais da França
16h-17h
A procura pela autonomia estética é o lugar onde pulsa a natureza política das obras de arte.
Vladimir Safatle (Brasil - Prof. da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da U niversidade de São Pulo)
17h-18h30
Revolução: quando a situação é catastrófica, mas não é grave.
Slavoj Žižek (Eslovênia - Prof. da European Graduate School, do Instituto de Sociologia de Ljubljana e diretor de Humanidades do Instituto Birkbeck da Universidade de Londres)
18h30-19h
Balanço Final do Evento
Emir Sader
19h-19h30
Cerimônia de Encerramento
21/05, às 19h30
Lançamento dos Livros de Slavoj Žižek
Em Defesa das causas perdidas
Primeiro como tragédia, depois como farsa
(Boitempo Editorial)
21/05, às 20h
Abertura da Exposição Revoluções
Sobre o projeto Revoluções: Educação, História, Direitos Humanos, Cinema e Fotografia
Embora mais presente em algumas épocas do que em outras, a palavra revolução nunca deixou de p ovoar o imaginário contemporâneo, sendo capaz de provocar e trazer à tona as mais variadas e cruciais questões de uma sociedade. É com essa perspectiva que Revoluções: Educação, História, Direitos Humanos, Cinema e Fotografia se desenvolve. Partindo da constatação de que esta discussão se mantém, mais do que nunca, atual, o projeto aborda as revoluções sociais a partir de dos eixos direitos humanos e o embate entre estética e política.
O projeto é composto por várias etapas. Até agora, foram realizados o lançamento do site Revoluções (www.revolucoes.org.br) que abriga todo o conteúdo relacionado ao evento, o curso Educação, Revoluções e seus direitos, de 5 a 8 de abril, com os professores Costas Douzinas (Birkbeck College/ Universidade de Londres), Alysson Mascaro (USP), Olgária Matos (USP), José Sérgio Carvalho (USP) e Paulo Teixeira (deputado federal/ PT-SP) , que recebeu mais de 1300 inscrições, e a conferência Imaginário, Futuro e Utopia, em 19 de abril, com Frei Betto, que contou com a participação de mais de 300 pessoas.

Mais Informações:
Ana Yumi Kajiki
Cmailto:Comunicacao@boitempoeditorial.com.br
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Boitempo Editorial

Fundação Bunge

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Exposição 6 BILHÕES DE OUTROS no MASP

Queridos leitores,

Compartilho com vocês o email que acabo de receber sobre a exposição.
Obrigada Aidê pelo email.

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Na semana passada, começou no MASP a exposição 6 BILHÕES DE OUTROS. (descrição abaixo). Parece ser um projeto interessantíssimo. E parece ser uma exposição que pede horas de visitação.
Dei uma navegada no Vimeo e tem vários vídeos lá.
http://vimeo.com/22716636
Até amanhã!
Abs,
Aidê


A exposição
Uma seleção com cerca de 11 horas de depoimentos em vídeos poderão ser vistos em diferentes ambientes do MASP. No Mezanino, projeções de rostos compõem um painel de múltiplas identidades e os visitantes poderão assistir ao filme Mosaico, marca do projeto que através de uma grande projeção em quatro paredes põe em evidência uma alternância de retratos e depoimentos sobre as experiências e visões de mundo de cada um.
No Hall, de modo mais intimista – dentro de oito yurts (tipo de tenda inspirada nas habitações dos nômades mongóis), lugares propícios à confidência – poderão ser vistos filmes com depoimentos sobre temas como amor, família, felicidade, casa, pais, desafios, p erdão, sonhos, clima, progresso, etc. O visitante aprox ima-se de pessoas que, provavelmente, nunca teria a possibilidade de encontrar – e neste contexto é transportado pela emoção e reflexão. A confrontação dessas vozes tão diversas evidencia divergências, mas também proximidades de pensamento, muitas vezes surpreendentes. O filme com o making of da exposição, que atrai especial atenção do público, terá uma sala exclusiva para sua exibição. Em outra sala será apresentado um vídeo especialmente criado para o projeto, realizado em São Paulo pelos artistas Lucas Bambozzi e Kika Nicolela.

Reforma no MAC/USP

Reforma da nova sede do MAC deve acabar no final de maio


Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/907979-reforma-da-nova-sede-do-mac-deve-acabar-no-final-de-maio.shtml

quinta-feira, 5 de maio de 2011

"Luz e Sombra nos filmes Tetro e Cisne Negro - o cinema como metáfora"

Caros amigos, olá!


No último encontro de "Luz e Sombra nos filmes Tetro e Cisne Negro - o cinema como metáfora", os alunos sugeriram que o curso - de fato breve, quatro encontros apenas - fosse estendido.
Três novas datas foram marcadas: 14, 21 e 28 de maio, sábado, das 10 h às 13h30.
Solicito que confirme - o mais breve possível - sua participação na continuidade de "Luz e Sombra - o cinema como metáfora", para que sala e equipamentos possam ser adequados.
Aos interessados em participar da nova etapa de "Luz e Sombra - o cinema como metáfora", sejam bem-vindos, mesmo não tendo participado dos quatro encontros prévios. A proposta do curso continua a mesma: investigar a eterna dança da luz e da sombra, metáfora da dualidade humana. (Leia folheto abaixo.)
As imagens de 2001 - Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick fecharam com brilho o último encontro de "Luz e Sombra".

Daí partiremos rumo à nova etapa do curso:
Aula de 14 de maio de 2011 - Blade Runner e Thelma e Louise de Ridley Scott, Fausto de Murnau, e a exposição 6 Outros Bilhões, atualmente no MASP.
Aula de 21 de maio de 2011 - Um Conto de Natal de Arnaud Desplechin e Do Outro Lado de Fathi Akin.
Aula de 28 de maio de 2011- Fale com Ela e Abraço Partido de Pedro Almodóvar.

Super grata pelo interesse demonstrado, abraços e axés!
Ana Figueiredo


Grace Kelly em exposição em São Paulo

Fonte: http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/2011/05/04/grace-kelly-em-exposicao-em-sao-paulo/

É um fato importante e raro: começa nesta quinta-feira (5), na Faap, Rua Alagoas ,903, em Higienópolis, a exposição Os Anos Grace Kelly Princesa de Mônaco, com a presença do filho dela, Sua Alteza Sereníssima, o Príncipe Albert II de Mônaco.
Para entrar hoje, é preciso ter convite e chegar cedo, às 19 horas, meia hora antes do Príncipe (coisas de protocolo real), embora Alberto seja informal e simpático. Depois ficará aberta para o publico até o dia 10 de julho.
Já tive oportunidade de conviver com ele, porque fui jurado num Festival de Televisão promovido anualmente em Mônaco, ou Monte Carlo (que é a mesma coisa, pois são sinônimos para designar o mesmo lugar). É o Festival mais importante do gênero no mundo, e passei uma semana notável, hospedado nos melhores hotéis (o principado é muito pequeno e o hotel é aquele que aparece diante do cassino, muito chique), fazendo parte de um júri em que pude conviver com o presidente da RAI, da TV Soviética, da atriz Francesa Macha Méril e do astro americano John Forsythe (Dinastia), que foi quem me apresentou Linda Evans e o marido, o músico grego Yannis (com quem almoçamos informalmente).
Quem acabou de ver o casamento britânico, vai pensar que lá tinha a mesma pompa e circunstancia e não era o fato. À noite jantávamos juntos, contávamos piadas, quem sabia cantar se apresentava, como numa noite amadora em Ribeirão Preto (outro que estava lá e era muito agradável é Michael Connors, o Mannix da TV).
Teve até uma grande festa onde tocou o genial Michel Legrand e o venerável Stephane Grapelli. Ficaram de me convidar outros anos, mas ficou por isso mesmo, infelizmente.
Só lamentava a ausência de Grace Kelly, que justamente tinha falecido poucos anos antes num acidente controvertido, diziam que a filha menor de idade estava dirigindo e teria provocado o acidente. O fato é que a estrada é muito perigosa, cheia de curvas, sem segurança (como dá para ver no filme Ladrão de Casaca. A versão aceita hoje é a de que Grace teria sofrido um pequeno derrame que teria provocado justamente o acidente.
É uma pena porque era muito jovem (apenas 53 anos), ainda muito bela e ícone do Principado. Não sei se era feliz, porque hoje os livros (já que pela lei pode-se escrever o que quiser sobre os mortos) se esmeram em falar mal dela, dizendo que tinha mania de namorar os co-astros (Holden, Milland, Gable, parece que só Stewart escapou) e estava longe de ser santa.
Nós também não somos santos e não atiramos a primeira pedra. Sou sempre favorável a imprimir a lenda (já escrevi aqui no Blog sobre Grace relembrando o nascimento dela). O fato é que vocês repararam que das estrelas dos anos 50, só se tornaram verdadeiras lendas as que morreram mais cedo, ou tragicamente como Marilyn Monroe, Grace e Audrey Hepburn (aos 60 e poucos anos, mas de câncer). Não sei se eram as mais belas (a lista deveria incluir Ava Gardner, Gene Tierney, Elizabeth Taylor), mas são as que mais aparecem em livros, posters, exposições.
Grace era de família rica americana, e o convite de casamento, temos que ser francos, parecia um bom negócio tanto para eles quanto para o Principado, que tem uma monarquia recente (não tem o mesmo status que outras européias) e subsiste como paraíso fiscal e oportunidade de negócios, além de centro de festivais e da Fórmula 1.
Para Grace, ela realizou o sonho de toda menina, de toda fã de Hollywood, que um dia quer virar princesa de verdade, para valer (como todas essas meninas que ficam sonhando com os desenhos da Disney!). De princesa de faz de conta (como em seu último filme O Cisne) para uma autêntica (e como todo mundo sabe, ou deveria saber, a realidade é muito mais dramática e séria do que qualquer fantasia).
Mônaco também se beneficiou porque se tornou mundialmente famosa e qualquer festa dali em diante teve o brilho da presença dos amigos íntimos da estrela (Sinatra, Cary Grant etc). Como vocês verão na exposição, foram anos dourados para o reino que, de tão pequeno, parece mesmo coisa de conto de fadas e para a estrela que virou lenda. Grace Kelly que ficou para sempre como exemplo de classe, elegância e beleza.


Palestra: “A Rússia Pós-Sociética: 20 anos de transformação”

Divulgando:

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Prezados,


É com enorme prazer que venho convidar-lhes para participar de minha palestra, a ser ministrada no Anfiteatro do Departamento de História, da Universidade de São Paulo – USP, dia 18 de maio, às 18:30.
Em minha palestra, sob o título “A Rússia Pós-Sociética: 20 anos de transformação”, apresentarei a evolução da sociedade no período pós-soviético, analisando, principalmente, o desenvolvimento dos conceitos de “democracia”, de “poder” e dos institutos da sociedade civil.
A palestra será realizada a convite do Prof. Dr. Angelo Segrillo, coordenador do Laboratório de Estudos da Asia (LEA), na Faculdade de História da USP.
Agradeço desde já pela atenção e conto com a presença de todos.
Cordialmente,

Svetlana Ruseishvili

Curso: O TALMUD – COMPREENSÃO E TOLERÂNCIA

Curso: O TALMUD – COMPREENSÃO E TOLERÂNCIA


Docente Responsável: Prof. Moises Orfali (Catedrático de História do Povo Judeu e Ex-Decano da Faculdade de Estudos Hebraicos na Universidade de Bar-Ilan (Ramat-Gan), Israel)

Período: 17, 18 e 20 de maio de 2011
Horário: das 14:00 às 18:00
Local: Prédio de História
Informações: lei@usp.br - 3091-2441 / 3091-3584

Objetivo e Justificativa

O Talmud, tão atacado, discutido e menos prezado, é pouco, para não dizer nada, conhecido fora do Judaísmo: a maioria dos que se ocuparam dele viram e insistiram sobre seus defeitos e desconhecendo seus grandes valores sociais e humanos. Assim, na Idade Média, um religioso chegou a acreditar que o Talmud era um nome e dizia: “ut narrat rabinus Talmud”; na Idade Moderna são contados – e entre eles não pode passar em silêncio o nome de Reuchlin – aqueles que têm entrado no oceano de seus livros com a honrada intenção de conhecê-lo; em pleno século XX, um teólogo se permitiu grandes risos por acreditar que um tratado inteiro estava dedicado aos ovos (no tratado Betsá) ignorando completamente que é comum no Judaísmo designar uma obra por suas palavras iniciais. Ainda hoje muitos falam do Talmud – e pode-se dizer exatamente o mesmo da Cabala – como de algo escuro e... absurdo, um dos muitos tópicos que abundam na cultura atual por um simples desconhecimento que conduz, finalmente, à intolerância.

Portanto, o curso, dedicado ao conhecimento do Talmud, centrar-se-á nos seguintes pontos, que podem ser ampliados ou reduzidos segundo os interesses:

Conteúdo
I - Significação e ecos do Talmud
- O Talmud e seu entorno social e religioso
- O começo da Igreja e sua evolução no seio do Judaísmo
- Atitudes dos talmudistas ante o processo histórico
II - Conteúdo do Talmud
- A Mishná e a Guemará: características e formação
- O Talmud Babilônico, idiomas e estilo. Manuscritos, edições e traduções
- O Talmud Jerosolimitano, notícias do conteúdo
III - Antologia do Talmud
-Leitura de fragmentos gerais e por matérias
- Referências talmúdicas no mundo pagão
- Tolerância ou intolerância do Talmud para com os gentios?
IV - A polêmica cristã contra o Talmud
- “Polemistas” e polêmicas
- Os temas principais da polêmica
- As vias de argumentação
V - Repercussões
 - A política pontifícia
- A mudança de atitude
- Encontro e reencontro do Cristianismo com o Talmud

I Encontro de Ciências Humanas

I Encontro de Ciências Humanas

DERC/Escala Educacional

Secretária da Educação do Estado de São Paulo
Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas
Diretoria de Ensino Região Centro
Oficina Pedagógica

Publico Alvo: Professores do Ensino Fundamental II e Ensino Médio
Data: 21 de maio de 2011
Horário: 8h30 às 14h.

Pauta
8h30: Coffe Brack (Inscrições);
9h00: Abertura e palestra com o tema “Bullying e suas conseqüências em sala de aula”;
10h às 12h: Oficinas
Geografia: Introdução à Cartografia
História: História da África
12 às 13h: Brunch ( Almoço)
13h às 14h: Seqüência Didática.
Pré- inscrição pelo e-mail:
omailto:oficinasdegeografia@gmail.com

Equipe Pedagógica:
Ideilson (Geografia)
Karin (História)
Rodrigo (Biologia)

Supervisores Responsáveis:
Adalberto Magalhães
Adriana Ribeiro
Maria Cristina
Maria Eloisa
Maria Helena

Realização Oficina Pedagógica
av. Olavo Fontoura, 2222.
Vila Baruel – Fone 3856-0068
E-mail: de10102o@see.sp.gov.br

terça-feira, 3 de maio de 2011

Curso Introdutório à História da Arte a partir da Coleção do MASP

Caros leitores,


Para quem não sabe o MASP oferece uma vez por mês em seu auditorio e de forma gratuita um Curso Introdutór​io à História da Arte a partir da Coleção do MASP todo mês um quadro diferente.
Por gentileza confiram, na programação abaixo, as datas previstas sob concepção e orientação do Professor Renato Brolezzi, Assistente de Coordenação doServiço Educativo do MASP.
Curso Introdutório à História da Arte a partir da Coleção do MASP
Voltado para professores de arte e educadores, o curso pretende oferecer uma introdução à cultura figurativa ocidental a partir da análise de obras escolhidas da Coleção do MASP

Maio dia 07

Aparição do Menino Jesus a Santo Antônio de Pádua, de ZURBARÁN


Horários: Sábados das 11 às 13h Grande Auditório do MASP 1ºss recomenda-se chegar com 30’ de antecedência em inscrição prévia 450 vagas GRATUITO.

Emite certificado de participação
Avaliação da aula optativa. Acerto de 80% das cinco questões propostas garante certificado atestando aproveitamento satisfatório.

Beijos e boa visita

Profª Viviane