quinta-feira, 21 de abril de 2011

Procuradoria arquiva pedido de militares contra novela do SBT

Procuradoria arquiva pedido de militares contra novela do SBT

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DE SÃO PAULO
Folha de São Paulo


O Ministério Público Federal no Distrito Federal arquivou nesta segunda-feira pedido de uma associação de militares para censurar a novela do SBT "Amor e Revolução", que retrata a repressão a militantes de esquerda durante a ditadura (1964-1985).
Segundo a Procuradoria, não foram apresentados elementos mínimos para justificar a investigação.
Em um abaixo-assinado na internet, a Abmigaer (Associação Beneficente dos Militares Inativos e Graduados da Aeronáutica) evocava a Lei da Anistia, que não instituiu qualquer tipo de cerceamento a informações sobre o período, para pedir a censura.
"É óbvio que o governo federal, através da Comissão da Verdade, recém-criada, está participando do acordo em exibir a novela", diz o manifesto.
O texto relaciona a novela ao caso do Banco Panamericano. Em janeiro, o apresentador Silvio Santos vendeu o banco ao BTG Pactual por R$ 450 milhões. A venda aconteceu após fraudes que causaram um rombo de R$ 4,3 bilhões.
"Conjecturar que a teledramaturgia será exibida em troca de negociatas, objetivando desqualificar a imagem das Forças Armadas, pode ser tão nocivo quanto censurar o folhetim", afirma o procurador Peterson de Paula Pereira.
O grupo conseguiu 839 assinaturas desde o começo do mês.
Para o autor da novela, Tiago Santiago, a tentativa era inconstitucional e interessava apenas a "torturadores e assassinos" do regime.

Convite: Simpósio Ecosofia - ecologia, redes digitais e sustentabilidade

Centro de Pesquisa ATOPOS promove conferências e debates, dias 26 e 27 de abril, sobre a relação entre o homem, o meio ambiente e as redes digitais.

Programação:

Dia 26/4
14h – Abertura
14h30 – Conferência:
Michel Maffesoli
16h – Coffee break
16h20 – Mesa-redonda
18h – fim das atividades do dia

Dia 27/4

Manhã
9h – Conferência:
Derrick de Kerckhove
10h30 – Coffee break
11h – Mesa-redonda
12h30 – pausa

Tarde
14h30 – Conferências:
Massimo Di Felice e José Eli da Veiga
16h – Coffee break
16h30 – Mesa-redonda
18h – Encerramento

As vagas são limitadas e as inscrições deverão ser feitas através do site do eventohttp://www.atopos.usp.br/ecosofia/. O evento é gratuito e prevê a entrega de certificados de participação.
Mais informações: http://www.atopos.usp.br/ecosofia/

ATELIE DE CLIO - 14/05 NA PUC

ATELIER DE CLIO


OFICINAS DE HISTÓRIA

1º semestre de 2011

As Oficinas Atelier de Clio tem como objetivo mostrar como os historiadores têm utilizado as mais diversas linguagens e documentos, como música, cinema, literatura e artes plásticas, para refletir sobre História e produzir conhecimento histórico. Por meio de diferentes tipos de documentos, será discutida a relação entre História e as diversas linguagens.
O aluno do curso poderá optar por uma das dez oficinas oferecidas, de acordo com o tema de seu interesse.
ao final da Oficina, os participantes estarão aptos a produzir materiais que poderão utilizar em alguma pesquisa histórica ou como recurso didático.

DIRIGIDO A

Alunos e ex-alunos do curso História, Sociedade e Cultura; alunos de graduação em História da PUC-SP, além do público em geral. COORDENAÇÃO Profa. Dra. Estefania Knotz C. Fraga
Profa. Dra. Yone de Carvalho

INSCRIÇÕES

Os alunos do curso História, Sociedade e Cultura farão suas matrículas por e-mail, que será informado até dia 20 de abril.
Adiantamos que as inscrições ocorrerão do dia 02 até 11 de maio. Lembramos que os alunos regularmente matriculados no curso, História, Sociedade e Cultura que não há custo financeiro e que ao final de 4 Oficinas de 8 horas (totalizando 32 horas), terão direito a Certificado de Extensão Universitária.

DATA, HORÁRIO E LOCAL DE REALIZAÇÃO

14 de maio de 2011
Sábado, das 8 às 17 horas (intervalo para almoço das 12 às 13 horas)
PUC-SP - Campus Monte Alegre - Rua Ministro Godói, 969 – Perdizes - São Paulo – SP (válido para alunos de todos os campi).

Programação:
 
Oficina 1

Patrimônio Histórico e Memória Paulista: A São Paulo antes e depois dos arranha-céus – centro antigo
Profs. Álvaro H. Allegrette e Xenia Miranda Salvetti

Resumo da proposta:
Abordar conceitos e técnicas para apreensão e compreensão do espaço urbano enquanto componente cultural, através de estudo do meio, realizado no centro da cidade de São Paulo analisando a memória construída no século XX, as intervenções, superposições, articulações, conflitos de tempos e espaços existentes na paisagem urbana que constituem as diversas cidades presentes no centro de São Paulo.

Metodologia:
- Analisar o patrimônio histórico-cultural como objeto de estudo na construção da identidade paulistana.
- Estabelecer percepção crítica dos elementos materiais e simbólicos constitutivos da memória histórico-cultural urbana em seus diversos suportes.
- Exercício da leitura não textual, perceber as de diferentes linguagens multi- sensoriais, presentes no espaço percorrido que dialogam, articulam com o patrimônio histórico, constituindo a memória individual e coletiva da cidade.

Oficina 2
O Cinema e a Narrativa da História
Prof. Mauro Luiz Perón

Resumo da proposta:
A Oficina objetiva investigar, mediante o exame de uma filmografia selecionada, as relações entre os processos socialmente constituídos e o discurso cinematográfico sobre os mesmos, de maneira a avaliar o alcance da narrativa cinematográfica como uma forma de Conhecimento, bem como as implicações estéticas e morais sobre os sentidos do Conhecimento, as relações políticas acionadas pelo Cinema, e a legitimidade do discurso cinematográfico diante das práticas historicamente produzidas. Trata-se, ainda, de avaliar o Cinema frente aos processos educacionais, particularmente na área das Ciências Humanas, com ênfase em História.

Metodologia:
A reflexão sobre o Cinema será construída mediante análise fílmica de trechos de obras, produzidas em variados contextos, e com diferentes orientações temáticas e estilísticas, de maneira a apreciar o alcance do Cinema como Conhecimento.

Oficina 3
História e Música: Indústria Cultural, Cultura Midiática de Massas e Sociedade do Espetáculo (séculos XX-XXI)
Prof. Wagner Pinheiro Pereira

Resumo da proposta:
A Oficina visa oferecer um panorama histórico da relação cinema, televisão e música, a partir da análise dos mais representativos filmes musicais, videoclipes, apresentações televisivas, shows e espetáculos musicais, enfocando a sua estética, linguagem e influência na sociedade e na cultura de massas contemporânea, enquanto produtos da chamada “indústria cultural”, e da sua relação com a Music Television (MTV). Para isso, a oficina pretende analisar a trajetória audiovisual da narrativa musical moderna, da Revolução do Rock'n'Roll a partir das décadas de 1950/1960, co m Elvis Presley, The Beatles e The Rolling Stones, até a consolidação da estética videoclíptica com Michael Jackson, Madonna e demais ídolos da música mundial contemporânea, assim como da reinvenção atual do gênero musical através dos filmes indianos de Bollywood e dos fenômenos de blockbuster hollywoodianos na primeira década do século XXI. A partir da análise dos principais representantes da indústria cultural pop , pretende-se resgatar e comparar elementos da dinâmica histórica da progressiva emancipação dos músicos a partir da modernidade burguesa, no século XVIII, destacando o contraste entre a completa submissão de muitos compositores de música clássica aos mecenas e patrões do Antigo Regime e o atual sucesso planetário dos astros pop do século XXI. Ou seja, analisar os ingredientes que fizeram da música a mais influente das formas artística da atualidade, apresentando um amalgama dos mais variados estilos - ópera e rock'n'r oll, pop music e black music - numa fascinante história dos instrumentos, gêneros e práticas de escuta e execução.

Metodologia:
A exibição e análise de cenas selecionadas de variados produtos da cultura audiovisual de massas, ilustrando os momentos mais importantes dessa trajetória musical no cinema e na televisão, buscarão apontar como a História pode ser escrita a partir das fontes audiovisuais. A oficina abordará ainda temas como o processo da socialização e massificação da cultura; a arte como meio de representação das aspirações da sociedade; e a cultura como elemento de apoio e/ou de crítica aos regimes políticos (democráticos ou ditatoriais).

Oficina 4
A Música Popular Brasileira sob censura dos governos militares
(1964-1985) - A linguagem da "Fresta"
Prof. Ithamar Shinkawa Padilha

Resumo da proposta:
Abordar o papel da MPB no cenário cultural e político brasileiro dos anos da ditadura militar. A linguagem da "fresta" que os compositores utilizaram para tentar burlar a perseguição e a censura.
Os conteúdos conceituais são os relativos ao ambiente dos chamados “anos de chumbo” do regime militar – o período da vigência do Ato Institucional n° 5 (AI-5), particularmente durante os governos dos generais Emílio Garrastazu Médici (1969-1973) e Ernesto Geisel (1974-1978). Evidentemente, a oficina chama atenção para o clima de repressão política em geral, mas dá destaque para a repressão ao direito de livre expressão do pensamento, particularmente através da música.

Metodologia:
Chamar atenção para a música como fonte histórica, além da melodia, harmonia e ritmo, incorporar a letra como elemento fundamental para o trabalho do historiador. Além disso, vamos incorporar a prática da audição de canções e interpretações das letras como recursos didáticos. O teor investigativo deverá estar presente tanto quando da audição das canções (quando o professor deverá propiciar aos alunos outros elementos – fotografias, imagens em movimento, textos etc. – que o ajudem a se aproximar o máximo possível do “ambiente” da época) como quando da leitura e interpretação das letras das canções.

Oficina 5
Literatura Infantil e culturas afro-brasileira e africana
(A sala de aula e a Lei 10.639/04)
Profa. Maria do Rosário C. Peixoto

Resumo da proposta:
Atendendo à demanda da Lei 10639/04, esta oficina pretende trabalhar com a literatura infantil, fazendo uma reflexão sobre o modo como esta literatura aborda a cultura africana e afro-brasileira. Para tal os alunos farão exercícios de leitura e discussão de textos literários e teórico-metodológicos que tratem do tema.

Metodologia:
Leitura prévia de textos-base que tratam das relações entre história e literatura e de textos literários que problematizem as relações entre as culturas africanas e afro-brasileiras.

Oficina 6
A História dos Direitos Humanos nas Constituições do Brasil
Os Remédios Constitucionais
Profs. Bruno A. Alves de Almeida e Fábio Mariano

Resumo da proposta:
A História dos Direitos Humanos nas Constituições do Brasil - Os Remédios Constitucionais
A presente oficina tem por objetivo apresentar aos participantes questões atuais relacionadas aos Direitos Humanos, sob a perspectiva histórica e à luz das Constituições do Brasil. Desde a Carta Constitucional de 1.824 o Brasil passou por profundas transformações incidindo diretamente em nossa legislação corroborando para que se aprofundassem cada vez mais sobre a questão dos Direitos Fundamentais, chamados de inalienáveis, mas também sobre aqueles chamados direitos políticos e sociais, configurando todo arcabouço dos direitos do homem e do cidadão

Metodologia:
A primeira parte visa apresentar o panorama das Constituições no mundo, sobremaneira as legislações Inglesa, America e a Francesa, relacionando ao tema dos Direitos Humanos e a maneira como se contemplou a questão na legislação brasileira, neste caso, nas Constituições do Brasil, desde o Império até o momento atual, com a Magna Carta de 1.988.
A segunda parte visa dar um panorama dos autores que tem trabalhado a questão dos Direitos Humanos relacionando cada qual ao temas que sejam mais relevantes. Nesta segunda parte também buscaremos trazer à baila decisões de Tribunais Internacionais de Direitos Humanos, com ênfase na Corte Interamericana, tendo o Brasil como Estado-parte na relação jurídica internacional. Na terceira e última parte buscaremos tratar das questões gerais num processo de interatividade com os participantes. Trabalho em grupo e síntese da oficina.

Oficina 7
História, imagens e sons de Gonzaguinha a Manguebeat
Profa. Jurema Marcarenhas Paes

Resumo da proposta:
A proposta da oficina História, imagens e som, é promover a discussão sobre as atuais tendências historiográficas e sua relação com as fontes imagéticas (vídeos, fotografias, iconografia, pinturas) e sonoras (a oralidade, a música, as paisagens sonoras) e suas possibilidades de articulação com a pesquisa e ensino.

Metodologia:
* Discutir sobre as atuais tendências da historiografia, suas características e contribuições para a pesquisa e para o ensino de história.
* Apresentar e analisar fontes músicas, vídeos, fotografias, pinturas como recursos didáticos, documentos e objetos de estudo da História e outras áreas do conhecimento.
* Discutir a interdisciplinaridade no fazer histórico. * Contribuir para a atualização da formação acadêmica de profissionais das áreas de Ciências Humanas, no que se refere à história cultural e ao trato com as fontes imagéticas e visuais.

Oficina 8

História em quadrinhos como Fonte de pesquisa para o Historiador
Prof. André Luís Sanchez Cezaretto

Resumo da proposta:
As histórias em quadrinhos, ou HQs, tem se apresentado há algumas décadas como importante fonte de pesquisa para acadêmicos das mais diversas áreas, mas ainda são poucos os historiadores que se dedicam a estudar esse rico produto da indústria cultural. As HQs, desde as origens dos gibis nos anos trinta, trafegam por um universo infinito de temas, personagens, temporalidades e espacialidades e que, apesar disso, mantém uma íntima proximidade com o contexto em que são e foram criadas. É a partir desta relação das criações ficcionais com as visões e representações de mundo de seus autores e/ou editores que podemos entender o rico diálogo das HQs com seu público leitor e a releituras, reapropriações e concessão de novos significados que estes dão às histórias. Portanto, as HQs, para além das narrativas em si, podem aproximar os historiadores dos leitores e de suas visões de mundo, de seu imaginário e das representações que estes fazem de sua vida cotidiana.

Metodologia:
- Apresentar uma breve trajetória das HQs no ocidente e no Brasil, observando alguns de seus principais artistas e suas obras;
- Contribuir para o aprimoramento profissional do historiador no que se refere às questões historiográficas, teóricas e problemáticas na relação entre História e histórias em quadrinhos;
- Apresentar possibilidades de trabalho pedagógico utilizando as HQs nas aulas de História dos Ensinos Fundamental II e Médio;
- Estimular a pesquisa acadêmica que se utilize das histórias em quadrinhos como fonte e objeto de pesquisa para o historiador;
- Apresentar instrumentos para a reflexão e análise crítica das HQs;
- Elaborar problemáticas a partir de HQs bem como de referenciais teóricos apresentados.

Oficina 9

Arte africana na sala de aula
Profa. Regiane Augusto de Mattos

Resumo da proposta:
A proposta da oficina Arte Africana na sala de aula está voltada para o conhecimento da História da África e a incorporação dos conteúdos relacionados a essa temática no currículo de diferentes disciplinas (História, Geografia, Artes Plásticas, Música, etc). Considerando a lei n 10.639/2003, que tornou obrigatório o ensino de História e Culturas Afro-Brasileira e Africana nas escolas, a oficina dará subsídios, assim como preparará os professores para a criação de atividades coletivas que englobem essas diretrizes, por meio de diferentes recursos e da análise de fontes não-escritas que informam sobre as sociedades em outras épocas, como os objetos de arte. Para tanto, propõe-se como ponto de partida para o ensino interdisciplinar de História da África o exercício de leitura e análise de imagens de obras de arte africanas, como instrumento para se conhecer os aspectos sociais, econômicos e culturais das diversas sociedades africanas.

Metodologia:
- Abordar conteúdos de História da África e arte africana.
- Realizar a leitura e análise histórica de objetos de arte.
- Dar subsídios e preparar professores para o tratamento interdisciplinar desses conteúdos.
- Apresentar a obra de arte como recurso didático, fonte documental e objeto de estudo da História e outras áreas do conhecimento.
- Contribuir para a atualização da formação acadêmica de profissionais das áreas de Ciências Humanas, no que se refere à História da África.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

VII Encontro arte&meios tecnológicos

 Projeto Amplificação - Leituras Críticas / Núcleo histórico


O VII Encontro arte&meios tecnológicos aborda maneiras com as quais a arte contemporânea rearticula processos históricos e de linguagem. Para tanto, investiga a produção artística brasileira baseada nos anos 1920-1990. Apresenta, com isso, interesses relacionados aos artistas Mario Peixoto, Flavio de Carvalho, Abraham Palatnik, Waldemar Cordeiro, Helio Oiticica, Lygia Clark, Mira Shendel, Julio Plaza, Regina Silveira e Rafael França.

Programação:

VII Encontro-Parte 2-ANOS 1920-1960
30 de abril, sábado, das 14h às 18h
Mario Peixoto: Ana Paula Lobo
Flavio de Carvalho: Paula Garcia
Abraham Palatinik: Eduardo Salvino
Local: INTERMEIOS - Casa de artes e livros


Inscrições gratuitas na secretaria do Mestrado, com Marina, ou pelo email pos-graduacao@fasm.edu.br. As inscrições deverão ser feitas até dois dias antes de cada uma das atividades relacionadas ao VII Encontro.
Serão oferecidos certificados mediante presença em pelo menos 75% das atividades (três das atividades).
Público alvo pesquisadores em arte, artistas, historiadores, críticos, curadores, arte educadores e estudiosos em geral, interessados em explorar aspectos contemporâneos dos processos da arte.

Local 1: Faculdade Santa Marcelina - FASM - Sala 207
Mestrado em Artes Visuais da Faculdade Santa Marcelina
Rua Dr. Emílio Ribas 89, Perdizes, São Paulo - SP
11-3824-5808, na Secretaria do Mestrado, ou pos-graduação@fasm.edu.br

Local 2: INTERMEIOS - Casa de artes e livros
11-2338-8851, ou cecilia@intermeioscultural.com.br

Informações adicionais:
Os Encontros do Grupo de Pesquisa arte&meios tecnológicos (CNPq/FASM) são promovidos semestralmente desde 2008, na Faculdade Santa Marcelina ou em ambientes exteriores a ela. Englobam reflexões e práticas que dialogam com a pesquisa do grupo e com estudiosos envolvidos com o campo da arte contemporânea.

O Grupo de Pesquisa arte&meios tecnológicos investiga os processos artísticos tendo em vista uma posição crítica e experimental no campo das relações da arte com as mediações tecnológicas. Tem início em janeiro de 2007 e integra a Linha de Pesquisa História, Crítica e Pensamento Curatorial do Mestrado em Artes Visuais da Faculdade Santa Marcelina. Desenvolve atividades relacionadas a projetos de pesquisa, grupos de estudo, encontros abertos, exposições, produção artística, crítica, curatorial e bibliográfica. De acordo com o atual projeto de pesquisa, Amplificação (triênio 2010-2012), é formado por: Christine Mello, Denise Agassi e Paula Garcia (coordenação), Ana Paula Lobo, Ananda Carvalho, Cláudio Bueno, Eduardo Salvino, Josy Panão, Leandro Carvalho, Lucas Bambozzi, Lyara Oliveira, Marcelo Salum, Mariana Shellard e Monique Allain. Nele, a reflexão teórica e artística estreitam suas relações.

http://artemeiostecnologicos.wordpress.com
http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhepesq.jsp?pesq=4370603819410677

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Tentativa de censura a novela Amor e Revolução

14/04/2011 - 19h52


Militares tentam censurar novela do SBT sobre a repressão
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DE SÃO PAULO

Uma associação de militares reformados lançou abaixo-assinado na internet em que pede a censura à novela do SBT "Amor e Revolução", que retrata a repressão a militantes de esquerda durante a ditadura (1964-1985).
O texto da Abmigaer (Associação Beneficente dos Militares Inativos e Graduados da Aeronáutica) evoca a Lei da Anistia, que não instituiu qualquer tipo de cerceamento a informações sobre o período.
"É óbvio que o governo federal, através da Comissão da Verdade, recém-criada, está participando do acordo em exibir a novela", diz o manifesto.
Na tarde de hoje, o abaixo-assinado tinha 535 assinaturas.
O autor da novela, Tiago Santiago, disse que a tentativa de censura é inconstitucional e interessa apenas a "torturadores e assassinos" do regime.
Já a assessoria do SBT afirma que não vai comentar o assunto

Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Evento na PUC: Comuna de Paris

TOMANDO O CÉU DE ASSALTO –

DA COMUNA DE PARIS A COMUNA DE OAXACA: 140 ANOS DE EXPERIÊNCIAS DE AUTO-ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHADORES

DE 23 A 27 DE MAIO

NA PUC-SP

GRATUITO



Os maiores nomes da intelectualidade brasileira, os melhores professores que eu conheço, reunidos num único evento. Imperdível.

Policia Civil de São paulo identifica 200 integrantes de grupos extremistas

25 gangues apavoram gays e negros nas ruas da cidade

Polícia Civil de São Paulo identifica 200 integrantes de grupos extremistas

Skinheads entre 16 e 28 anos são investigados por "crimes de ódio" que deram origem a 130 inquéritos policiais
LAURA CAPRIGLIONE
DE SÃO PAULO

Eles são jovens, com idades entre 16 e 28 anos.
Têm ensino fundamental e médio. Pertencem, em sua maioria, às classes C e D.
Usam coturnos com biqueiras de aço ou tênis de cano alto, jeans e camisetas.
São brancos e pardos -negros, não. Cultuam Hitler, suásticas e o número 88.
A oitava letra do alfabeto é o H; HH dá "Heil, Hitler", a saudação dos nazistas.
Consomem baldes de álcool. As outras drogas têm apenas uso marginal.
Ostentam tatuagens enormes em que se leem "Ódio", "Hate", ou "Ame odiar".
A propósito, odeiam gays e negros. São de direita.
Gostam de bater, bater e bater. E de brigar.

O perfil dessa turma, auto-denominada skinheads por influência do movimento surgido na Inglaterra durante os anos 1960, quem traçou foi a Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
No total, a Decradi já identificou 200 membros de 25 gangues com nomes como Combate RAC (Rock Against Communism- rock contra o comunismo, em português) e Front 88 (sempre o 88).
São integrantes desses grupos que aparecem com mais frequência como agressores de negros, gays e em pancadarias entre torcidas organizadas, quando encarnam a faceta "hooligan".
Também a exemplo do que ocorre na Europa, skinheads são especialistas em quebra-quebra entre torcedores.


"FAIXA DE GAZA"
A delegada Margarette Correia Barreto, titular da Decradi, é quem lidera o esforço de identificação dessas gangues. Atualmente, na delegacia, há 130 inquéritos envolvendo os "crimes de ódio"- motivados por preconceito contra um grupo social.
"O alcance e a repercussão desses ataques, entretanto, é muito maior do que em um crime comum. Se um homossexual é atingido, todo o grupo sente-se atingido", exemplifica a delegada do Decradi. "É uma comoção."
Pelo levantamento da polícia, o foco dos "crimes de ódio" é a região da avenida Paulista e da rua Augusta, na região central da cidade. Segundo a delegada, ali é "a nossa faixa de Gaza".
O motivo é que a área tem a maior concentração de bares frequentados por gays e por skinheads -cada turma no seu reduto, mas todos muito perto uns dos outros. "Eles acabam se encontrando pela rua", diz a delegada.


FOLHA.com

domingo, 3 de abril de 2011

ABAIXO OS DECOTES

Mônica Bergamo

bergamo@folhasp.com.br



ABAIXO OS DECOTES

O padre Michelino faz campanha contra o uso de roupas inapropriada s ou escandalosas na tradicional igreja Nossa Senhora do Brasil, em SP
Danilo Verpa/Folhapress

O padre Michelino faz campanha contra o uso de roupas inapropriadas ou escandalosas na tradicional igreja Nossa Senhora do Brasil, em SP O padre Michelino Roberto, da igreja Nossa Senhora do Brasil, na avenida Brasil, uma das mais requintadas de São Paulo, está em uma feroz campanha pelos bons modos de seus fiéis. Ele está incomodado com pessoas que vão de bermuda e chinelo às missas, falam ao celular e, nos casamentos, exibem busto e costas em decotes exuberantes.

"Estou, sim, numa campanha, tentando formar a consciência dos fiéis para se vestirem bem, de forma adequada a uma cerimônia sagrada. Já me senti constrangido de ver no altar pessoas usando decotes excessivamente ousados", diz ele.
Nos casamentos, o negócio "pega pesado", segundo o religioso. "Porque aí entra a ditadura da moda, a ditadura da malhação, em que a pessoa, para valer alguma coisa, tem que ter um corpo vistoso. A gente impôs algumas regras e temos pedido aos noivos que conversem com seus padrinhos e convidados para virem vestidos de forma que respeite a virtude do pudor", diz o padre à repórter Thais Bilenky.
No Vaticano, lembra Michelino, seguranças impedem que pessoas vestidas com regatas ou bermudas entrem nos templos. "O brasileiro já é, culturalmente, mais desleixado. Ele vê a igreja como uma extensão da casa dele, cê tá entendendo? Ele tem um tal nível de familiaridade que acaba vindo de uma forma inadequada."
Há alguns dias, Michelino estava organizando um evento no Jockey Club de SP e um de seus funcionários foi impedido de entrar no restaurante local porque estava de bermuda. "Caiu a ficha! Eu estava pegando leve na igreja", lembra o padre.
Muitos fiéis têm ido às missas de sábado e de domingo de bermuda, chinelo de dedo e camiseta. "Você percebe que o cara depois vai para o clube numa boa." A paróquia fica no Jardim Paulista, perto dos clubes Pinheiros, Paulistano e Harmonia. "Olha, o verão tá chegando. Cuidado com o modo como você vem vestido [à igreja]", repete o pároco durante as celebrações.
O padre até convidou a consultora Élide Helzel para escrever no "Guia de Noivos 2011" da paróquia. "Um colo menos descoberto, uma manguinha, um bolero não tiram de forma alguma a graça do modelo e a beleza da noiva e das madrinhas. Ao contrário, vão revesti-las de um certo ar de mistério que até aumenta seu encanto", escreve Élide.
Agora, pede-se às mulheres que aderem a cortes mais ousados que se cubram com echarpes.
Para as desprevenidas, a igreja reserva um cabide com xales, de todas as cores e tons, para que não falte um que combine com seus vestidos. Gabriela Mendonça, 24, chegou ao casamento de Daniele Fiumari no sábado, 19 de março, usando um tomara que caia azul. Foi interceptada pela cerimonialista Carolina Soares, que a levou à sala de espera dos padrinhos e lhe apresentou ao cabide.
"É chato, né? Eu não sabia que precisava [de echarpe]", reclama a madrinha. A prima da noiva, Natália Fiumari, 22, se certifica de que Gabriela achou uma echarpe e tranquiliza sua mãe. "Mas esse padre é um chato. Ele implica com tudo, com o decote, com os ombros, com as costas!", desabafa Natália.
Carolina é filha de Bráz Geraldo Soares, 57, cerimonialista da Nossa Senhora do Brasil há 37 anos. Para ele, "a fase mais crítica, graças a Deus, já passou". "Para você ver como estamos melhor, hoje [sábado], foram seis casamentos e só dois casos [de madrinhas que precisaram de echarpes]." Sua filha fica na entrada identificando os vestidos "críticos". "Algumas [mulheres] estão completamente fora do padrão."
Élide, a consultora de noivas, afirma que é possível ser "sensual" sem ser "vulgar". "Não sou nenhuma puritana, mas se você está num ambiente religioso, não custa se cobrir um pouco mais." Ela sugere modelos com alças e/ou caudas removíveis, para "a noiva se mostrar mais comportada na igreja do que na festa".
As primeiras reclamações partiram de fiéis que relataram seu incômodo aos padres. Lucy Di Cunto, 70, acha um "absurdo": "Vi uma moça com vestido de alça, as costas todas à mostra e o peito de fora. Outra estava de tomara que caia e legging. Não sei o que está acontecendo". Ela frequenta as missas de domingo. "Viajo o mundo e não é assim. O padre está coberto de razão."
Rosemeire Slavim e o marido, o nova-iorquino Eoin Slavim, 52, também concordam com o padre Michelino. "É como ele falou outro dia: parece que as pessoas estão indo à praia. Em NY, elas se arrumam para ir à missa", compara Rosemeire.
A fiel Wanda Arroyo Lima, 84, lembra que "antigamente, o padre da minha cidade [Monte Azul Paulista] mandava quem estava vestido inadequadamente se retirar da igreja. Simplesmente não permitia. A igreja é a casa de Deus".
A paróquia Nossa Senhora do Brasil é palco de casamentos famosos, como os do conde Chiquinho Scarpa e Carola Oliveira e o do piloto de F-1 Felipe Massa e Raffaela Bassi. As cerimônias no templo custam, em média, R$ 20 mil, mais R$ 2.500 para reserva da data, feita com antecedência de pelo menos dois anos.
"Quando cheguei aqui, há quase quatro anos, me incomodava muito essa imagem comercial que existia da igreja, dos casamentos glamourosos", afirma o padre Michelino Roberto. "Falei: "Um ponto que precisa ser trabalhado é que [aqui] deixe de ser a paróquia casamenteira e passe a ser a paróquia promotora da família"."
Thaís Bilenky/Folhapress

Fonte: folha on line

O preço dos combustíveis

Caros leitores,


Recebi esse email e gostaria de compartilhar com vocês.
Leiam e tirem suas próprias conclusões.
Boa Leitura
Profª Viviane


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Como podemos abaixar os preços da gasolina, do álcool e do GNV?
Leia e faça a sua parte.
Você lembra do Criança Esperança?
A UNICEF e a Rede Globo ‘abriram as pernas’...
Foi à força da Internet contra uma FÁBRICA DE DINHEIRO que SE DESCOBRIU nunca chegar a quem de direito.
Então continue a ler. Não deixe de participar, mesmo que vc HOJE não precise abastecer seu carro com gasolina!! Mesmo que você não tenha carro, saiba que em quase tudo que você consome, compra ou utiliza no seu dia-a-dia, tem o preço dos transportes, fretes e distribuição embutidos no custo e conseqüentemente repassados a você.

Você sabia que no Paraguai (que não tem nenhum poço de petróleo) a gasolina custa R$ 1,45 o litro e sem adição de álcool. Na Argentina, Chile e Uruguai que juntos (somados os 3) produzem menos de 1/5 da produção brasileira, o preço da gasolina gira em torno de R$ 1,70 o litro e sem adição de álcool
QUAL É A MÁGICA?
Você sabia, que já desde o ano de 2007 e conforme anunciado aos "quatro ventos" O Brasil já é AUTO-SUFICIENTE em petróleo e possui a TERCEIRA maior reserva de petróleo do MUNDO.
Realmente, só tem uma explicação para pagarmos R$ 2,67 (cartel do DF) o litro: a GANÂNCIA do Governo com seus impostos e a busca desenfreada dos lucros exorbitantes da nossa querida e estimada estatal brasileira que refina o petróleo por ela mesma explorado nas "terras tupiniquins"
Chega!
Se trabalharmos juntos poderemos fazer alguma coisa.
Ou vamos esperar a gasolina chegar aos R$ 3,00 ou R$ 4,00 o litro? Mas, se você quiser que os preços da gasolina baixem, será preciso promover alguma ação lícita, inteligente, ousada e emergencial.
Unindo todos em favor de um BEM COMUM!
Existia uma campanha que foi iniciada em São Paulo e Belo Horizonte que nunca fez sentido e não tinha como dar certo. A campanha: "NÃO COMPRE GASOLINA" em certo dia da semana previamente combinado não funcionou.
Nos USA e Canadá a mesma campanha havia sido implementada e sugerida pelo próprios governos de alguns estados aos seus consumidores, mas as Companhias de Petróleo se mataram de rir porque sabiam que os consumidores não continuariam "prejudicando a si mesmos" ao se recusarem a comprar gasolina. Além do que, se você não compra gasolina hoje... Vai comprar MAIS amanhã. Era mais uma inconveniência ao próprio consumidor, que um problema para os vendedores.
MAS houve um economista brasileiro, muito criativo e com muita experiência em "relações de comércio e leis de mercado", que pensou nesta idéia relatada abaixo e propôs um plano que realmente funciona.
Nós precisamos de uma ação enérgica e agressiva para ensinar às produtoras de petróleo e derivados que são os COMPRADORES que, por serem milhões e maioria, controlam e ditam as regras do mercado, e não os VENDEDORES que são "meia-dúzia". Com o preço da gasolina subindo mais a cada dia, nós, os consumidores, precisamos entrar rapidamente em ação!
O único modo de chegarmos a ver o preço da gasolina diminuir é atingindo quem produz, na parte mais sensível do corpo humano: o BOLSO. Será não comprando a gasolina deles!
MAS COMO??!
Considerando que todos nós dependemos de nossos carros, e não podemos deixar de comprar gasolina, GNV, diesel ou álcool. Mas nós podemos promover um impacto tão forte a ponto dos preços dos combustíveis CAIREM, se todos juntos agirmos para FORÇAR UMA GUERRA DE PREÇOS ENTRE ELES MESMOS.
É assim que o mercado age! Isso é Lei de Mercado e Concorrência
Aqui está a idéia:
Para os próximo meses (junho/ julho / agosto de 2011...) não compre gasolina da principal fornecedora brasileira de derivados de petróleo, que é a PETROBRÁS (Postos BR).
Se ela tiver totalmente paralisada a venda de sua gasolina, estará inclinada e obrigada, por via de única opção que terá, a reduzir os preços de seus próprios produtos, para recuperar o seu mercado.
Se ela fizer isso, as outras companhias (Shell, Esso, Ipiranga, Texaco, etc...) terão que seguir o mesmo rumo, para não sucumbirem economicamente e perderem suas fatias de mercado.
Isso é absolutamente certo e já vimos várias vezes isso acontecer!
CHAMA-SE LEI DA OFERTA E DA PROCURA
Mas, para haver um grande impacto, nós precisamos alcançar milhões de consumidores da Petrobrás. É realmente simples de se fazer!
Continue abastecendo e consumindo normalmente! Basta escolher qualquer outro posto ao invés de um BR (Petrobrás). Porque a BR?
Por tratar-se da maior companhia distribuidora hoje no Brasil e conseqüentemente com maior poder sobre o mercado e os preços praticados.
Mas não vá recuar agora... Leia mais e veja como é simples alcançar milhões de pessoas!
Essa mensagem foi enviada a aproximadamente trinta pessoas. Se cada um de nós enviarmos a mesma mensagem para, pelo menos, dez pessoas a mais
(30 x 10 = 300) e se cada um desses 300 enviar para pelo menos mais dez pessoas, (300 x 10 = 3.000), e assim por diante, até que a mensagem alcance os necessários MILHÕES de consumidores!
É UMA "PROGRESSÃO GEOMÉTRICA" QUE EVOLUI RAPIDAMENTE E QUE VOCE CERTAMENTE JÁ CONHECE!
Quanto tempo levaria a campanha?
Se cada um de nós repassarmos este e-mail para mais 10 pessoas A estimativa matemática (se você repassá-la ainda hoje) é que dentro de 08 a 15 dias, teremos atingido todos os presumíveis 30 MILHÕES* de consumidores da Petrobrás (BR), (fonte da ANP - Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis)
Isto seria um impacto violento e de conseqüências invariavelmente conhecidas... A BAIXA DOS PREÇOS
Agindo juntos, poderemos fazer a diferença.
Se isto fizer sentido para você, por favor, repasse esta mensagem, mesmo ficando inerte.
PARTICIPE DESTA CAMPANHA DE CIDADANIA ATÉ QUE ELES BAIXEM SEUS PREÇOS E OS MANTENHAM EM PATAMARES RAZOÁVEIS! ISTO REALMENTE FUNCIONA.
VOCÊ SABE QUE ELES AMAM OS LUCROS SEM SE PREOCUPAREM COM MAIS NADA!

O BRASIL CONTA COM VOCÊ!

Exposição no MIS: Perceptum Mutantis

MST: educação, terra e liberdade Debate Cedem/Unesp

MST: educação, terra e liberdade Debate Cedem/Unesp


Educação, terra e liberdade: princípios educacionais do MST em perspectiva histórica, Editora Pulsar, São Paulo – 2009, livro de Carlos Bauer, será o centro do debate no próximo dia 11 de abril, segunda-feira às 18h30, promovido pelo CEDEM – Centro de Documentação e Memória da UNESP.

O livro é resultado de um programa de pós-doutorado do autor junto ao Núcleo de Estudos sobre Movimento Sociais, Educação e Cidadania (GEMDEC) da Faculdade de Educação da UNICAMP entre 2004 e 2005. Dentre as atividades realizadas, a principal delas foi um projeto de pesquisa sobre a educação junto aos assentamentos rurais do Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST). Na ocasião, seu interesse específico era a área de formação de educadores para o movimento. Bauer faz parte do Núcleo de História e Teoria da Profissão Docente e do Educador Social na Universidade Nove de Julho (UNINOVE-SP) e propôs estudar, nos cursos desenvolvidos pelo MST, o material pedagógico utilizado, seus pressupostos filosóficos, as teorias que alicerçam seus programas e seus planos curriculares.

Bauer analisa a evolução do MST no contexto das mudanças drásticas da economia mundial e de suas consequências sobre uma categoria particularmente vulnerável da população brasileira. Para esse movimento social princípios educacionais, trabalho político e obra de formação são um conjunto dentro do qual cada elemento forma um tecido imbricado de maneira dialeticamente unida. O resultado da pesquisa apresentado no livro certamente será muito útil para outros pesquisadores, dado o balanço de temas e problemas que são analisados, considerando a importância das lutas pela terra no Brasil e na América Latina na atualidade, portanto, é fundamental o registro dessas considerações sobre o sujeito protagonista principal do livro, o próprio MST.

Expositor

Carlos Bauer

Mestre e Doutor em História Econômica – USP, Pós-Doutorado em Educação – UNICAMP
Professor da UNINOVE e Pesquisador do CNPq

Debatedores

João Elias Nery Mestre em Comunicação Social – UMESP, Doutor em Comunicação – PUC/SP
Pós-Doutor em Comunicação Social – UMESP

Nestor José Guerra

Graduado em Filosofia e História pela FAI, Mestre em Educação - USP
Foi docente da UBC, Professor da FAM e UNINOVE

Mediador

Candido Giraldez Vieitez Mestre e Doutor em Ciências Sociais – PUC/SP, Pós-Doutor pela Universidad Complutense de Madrid, UCM/Espanha.
Professor aposentado e é docente voluntário na UNESP/Campus de Marília


 
PARTICIPE E CONVIDE OS SEUS AMIGOS!

Inscrições gratuitas c/ Sandra Santos pelo e-mail: ssantos@cedem.unesp.br
Data e horário: 11 de abril de 2011 (segunda-feira) às 18h30
Local: CEDEM/UNESP-Praça da Sé, 108-1º andar, esquina c/ Rua Benjamin Constant (metrô Sé) (11) 3105 - 9903 - www.cedem.unesp.br

sábado, 2 de abril de 2011

Curso Introdutór​io à História da Arte a partir da Coleção do MASP

Caros leitores,


Para quem não sabe o MASP oferece uma vez por mês em seu auditorio e de forma gratuita um Curso Introdutór​io à História da Arte a partir da Coleção do MASP todo mês um quadro diferente.
Por gentileza confiram, na programação abaixo, as datas previstas sob concepção e orientação do Professor Renato Brolezzi, Assistente de Coordenação doServiço Educativo do MASP.
Curso Introdutório à História da Arte a partir da Coleção do MASP
Voltado para professores de arte e educadores, o curso pretende oferecer uma introdução à cultura figurativa ocidental a partir da análise de obras escolhidas da Coleção do MASP

Abril dia 09

Anunciação, de EL GRECO


Horários: Sábados das 11 às 13h Grande Auditório do MASP 1ºss recomenda-se chegar com 30’ de antecedência em inscrição prévia 450 vagas GRATUITO.
Emite certificado de participação
Avaliação da aula optativa. Acerto de 80% das cinco questões propostas garante certificado atestando aproveitamento satisfatório.


Beijos e boa visita



Profª Viviane

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Avaliação do SARESP X Bônus para a escola

Caros leitores,

Posto essa mensagem como um desabafo pela classe mais espinafrada do Brasil: os professores.
É fato que o governo do nosso referido Estado gosta de montar campanhas publicitárias onde ele tenta enobrecer o seu trabalho com a educação: dois professores em sala de aula, caderno do aluno, bônus para a escola que atingir a meta....a tal meta do SARESP.
O que é o SARESP?
Todos os anos a  Secretaria da Educação do Estado de São Paulo – SEE/SP – realiza em meados de novembro o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo – Saresp, onde todas as escolas da rede pública estadual que oferecem ensino regular e de todos os alunos do 3º, 5º, 7º e 9º anos do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio participam.  Em cada edição, por meio de aplicação de provas cognitivas e questionários respondidos pelos pais, alunos e gestores do ensino, o Saresp avalia o sistema de ensino paulista para monitorar as políticas públicas de educação.
Pois bem , o fato é que ano a ano o desempenho das escolas públicas vem caindo e o governo atribui esse queda ao desempenho do professor em sala de aula. Será que a culpa é nossa?
Muitos alunos chegam ao 6º ano sem saber ler e escrever, com dificuldades que o ensino fundamental deveria resolver, mas como a criança tem até o 9º ano para se alfabetizar o problema cai nas mãos dos educadores do ensino fundamental II que tem sua formação voltada para um conteúdo especifico e não para alfabetizar alunos.
E os alunos? completamente desinteressados em fazer essa prova e qualquer outra que o professor proponha. Eles sabem que vão passar de ano mesmo, pra que avaliar?
Essa é a mentalidade que se instaura no ensino público, que cada vez afunda mais.
Ah! E o bônus para a escola que atinge a meta? Então...até agora não consigo entender a lógica da conta.
Ano passado, ano de eleições o ex-governador José Serra foi "BEM"generoso com a classe dos professores, classe essa que ele sempre gostou de insultar, mas são eleitores em potencial.
Agora em 2011 o índice divulgado foi o geral e aponta uma queda no desempenho, por isso alguns professores receberam de bônus R$, 0,40 centavos, R$ 1,96, R$ 8,00 e por ai vai. O mais interessante é que alguns professores não receberam nada.
Enfim vamos aguardar as cenas dos próximos capitulos.

Ciclo de Palestras - Patio do Colégio

Assunto: Divulgação: Lançamento da Coleção Historia Geral da Africa

6 de abril de 2011 • São Paulo (SP)
• Horário: 8h30Auditório do Tucarena
• Pontifícia Universidade Católica de São Paulo• SP

Download gratuito em www.unesco.org.br/colecaohga • www .mec.gov.br/publicacoes

08h30 ≈ Recepção

09h00 ≈ Sessão solene de lançamento da Coleção da UNESCO História Geral da África  Representante da UNESCO no Brasil

Ministério da Educação

Universidade Federal de São Carlos

Secretaria de Promoção da Igualdade Racial

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Centro de Estudos Culturais Africanos e da Diáspora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Universidade de São Paulo

Centro de Estudos Africanos da Universidade de São Paulo

Cônsul Geral da África do Sul

Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo

Secretaria de Educação do Estado de São Paulo

10h15 ≈ História, cultura e legado civilizatório africano

Valter Roberto Silvério, Coordenador técnico da edição em português da Coleção da UNESCO História Geral da África e coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal de São Carlos

Fernando Albuquerque Mourão – Professor da Universidade de São Paulo,pesquisador da Coleção da UNESCO História Geral da África

Joel Rufino dos Santos, Historiador, professor de pós-graduação em Ciências Humanas da Universidade
Federal do Rio de Janeiro

Doulaye Konate – Presidente da Associação de Historiadores Africanos

Comentários: Kabengele Munanga – Professor titular do departamento de Antropologia da Universidade de São Paulo e diretor do Centro de Estudos Africanos

Coordenação: Paulino de Jesus Cardoso, Pró-Reitor de Extensão, Cultura e Comunidade da Universidade do Estado de Santa Catarina, vice-presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros

Debate

12h15 ≈ Almoço

14h00 ≈ África e diáspora: formação de profissionais e produção de materiais pedagógicos

Petronilha Gonçalves da Silva – Relatora do Parecer CNE/CP nº 3/2004, professora da Universidade Federal de São Carlos

Fúlvia Rosemberg – Professora titular em Psicologia Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, coordenadora do Programa Bolsa no Brasil da Fundação Ford

Maria Aparecida Silva Bento – Diretora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades

Jean-Michel Tali – Membro do comitê científico da UNESCO para a elaboração de material pedagógico a
partir da Coleção História Geral da África, professor da Universidade de Michigan

Coordenação e comentários: Dagoberto Fonseca, professor de Antropologia da Universidade Estadual de São Paulo

Debate

16h00 ≈ História, Historiografia e a produção de saberes na África e na Diáspora Alberto Costa e Silva – Historiador, membro da Academia Brasileira de Letras, foi embaixador na Nigéria e Benin

Ali Moussa Iye – Diretor do Departamento de Diversidade Cultural da UNESCO

Muryatan Barbosa – Doutorando em História Social da USP, membro do Núcleo de África, Colonialidade e Cultura Política (NACP-DH-USP)

Coordenação e comentários:Acácio Sidinei Almeida dos Santos, Professor da Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo