quinta-feira, 13 de maio de 2010

13 de maio: Libertação dos escravos???


O Lavrador de Café - Candido Portinari

Dia 13 de maio é marcado por lutas de movimento negro
Karol Assunção *

De acordo com Douglas Belchior, membro da coordenação geral da União de Núcleos de Educação Popular para Negros e Classe Trabalhadora (Uneafro Brasil), a ideia é realizar, a partir das 14h na Praça do Patriarca, no centro da capital paulista, um “ato para discutir a discriminação racial como um todo”.
Com o tema “Mais um Maio sem Abolição, Crimes de Maio sem Apuração”, o evento contará com apresentações de cultura afro e mobilizações contra o racismo, a violência e por políticas públicas para o povo negro. Além disso, haverá uma aula pública com a presença de: Marcus Orione, juiz federal e professor da Faculdade de Direito do Largo São Francisco; Regina Lucia, do Movimento Negro Unificado (MNU); Bas´ilele Malomalo, da Cladin-Unesp; e Edy Rock, rapper do grupo Racionais.
Segundo Belchior, esse é mais um dia de luta para o povo. No entanto, não foi assim sempre. “Durante muitos anos era comemorado como uma data folclórica”, afirma, ressaltando que alguns movimentos mais radicais preferiam não se manifestar nesse dia, pois consideravam somente o 20 de novembro (Dia da Consciência Negra) como data para reivindicar.Situação que mudou nos últimos anos. Hoje, o dia 13 de maio não é mais uma data qualquer para o movimento negro brasileiro. ”Agora, o Movimento Negro resignificou o 13 de maio como um dia de luta do povo negro”, destaca.
Não é a toa que há tantas lutas e reivindicações dessa população. Ainda hoje, os negros no Brasil ainda são alvos de discriminação por conta da cor da pele, violência e ataques até mesmo de agentes públicos. “O próprio Estado tem em curso um projeto de genocídio contra a população negra”, desabafa Belchior.
A revolta do coordenador da Uneafro é um eco das mães de jovens negros assassinados no país. Ontem (11), representantes do movimento negro protocolaram na Casa Civil de São Paulo uma carta pedindo ao governador do estado, Alberto Goldman, uma declaração pública sobre a violência exercida por policiais militares contra os negros ocorridas nos últimos dias, que resultou na morte de dois jovens.
“Eduardo Luís Pinheiro dos Santos, 30 anos, e Alexandre Santos, 25 anos, tinham muitas coisas em comum. Além do sobrenome e de serem ambos trabalhadores motoboys, eram negros! Talvez por isso a infeliz coincidência também em suas violentas mortes”, declararam os movimentos na carta ao governador.
Além de Uneafro-Brasil, assinaram o documento: Movimento Negro Unificado (MNU), Círculo Palmarino, Tribunal Popular, Núcleo de Consciência Negra da USP, Mães de Maio, Sujeito Coletivo USP, Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Sem Teto (MTST), Fórum Estadual de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Paulo.
* Jornalista da Adital
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?boletim=1&lang=PT&cod=47718

ALUNOS SÃO JOSÉ: MAIS LINKS PARA O TRABALHO

Pessoal,

Segue mais alguns links que podem ajudar na confecção do cartaz.
Bjs a todos
Profª Viviane

Mascaras africanas:
diariodafafi.blogspot.com/2007/07/mscaras-africanas.html
http://professoredney.blogspot.com/2009/02/mascaras-africanas.html
http://canezas.olx.pt/mascaras-africanas-iid-8143407

Cultura Mali e Songhai:
http://www.ricardocosta.com/pub/imperiosnegros2.htm
http://www.playahata.com/pages/bhfigures/bhfigures26.html
http://afrologia.blogspot.com/2008/03/expanso-rabe-na-frica-e-os-imprios-do.html
http://civilizacoesafricanas.blogspot.com/2010/03/shonas.html

Espero ter ajudado!!!
Não esqueçam as legendas nas fotos

Para refletir sobre o dia 13/05!

Temos de aprender a viver todos como irmãos ou
morreremos todos como loucos. [ Martín Luther ]

Vamos pensar nisso pessoal!

Uma Breve História do Samba

O nome samba é, provavelmente, originário do nome angolano semba, um ritmo religioso, cujo nome significa umbigada, devido à forma como era dançado.
O primeiro registro da palavra "samba" aparece na Revista O Carapuceiro, de Pernambuco, em 3 de fevereiro de 1838, quando Frei Miguel do Sacramento Lopes Gama, escreve contra o que chamou de "samba d'almocreve". O Samba é a principal forma de música de raízes africanas surgida no Brasil.
Em meados do século 19, a palavra samba definia diferentes tipos de música introduzidas pelos escravos africanos, desde o Maranhão até São Paulo. O samba carioca provavelmente recebeu muita influência de ritmos da Bahia, com a transferência de grande quantidade de escravos para as plantações de café no Estado do Rio, onde ganhou novos contornos, instrumentos e histórico próprio, de forma tal que, o samba moderno, como gênero musical, surgiu no início do século 20 na cidade do Rio de Janeiro (a capital brasileira de então).
Muitos pesquisadores apontam para os ritmos do maxixe, do lundu e da modinha como fontes que, quando sintetizadas, deram origem a ao samba moderno.
O termo "escola de samba" é originário deste período de formação do gênero. O termo foi adotado por grandes grupos de sambistas numa tentativa de ganhar aceitação para o samba e para a suas manifestações artísticas; o morro era o terreno onde o samba nascia e a "escola" dava aos músicos um senso de legitimidade e organização que permitia romper com as barreiras sociais.
O samba-amaxixado Pelo telefone, de domínio público mas registrado por Donga e Mauro Almeida, é considerado o primeiro samba gravado, embora Bahiano e Ernesto Nazaré tenham gravado pela Casa Édison desde 1903. É deles o samba "A viola está magoada". Há registros também do samba "Em casa de Baiana" (1913), de autoria de Alfredo Carlos Brício. Porém ambos não fizeram muito sucesso, e foi a composição registrada por Donga que levou o gênero para além dos morros. Donga chegou a anunciar "Pelo telefone" como "tango-samba", no Jornal do Brasil de 8 de janeiro de 1917.
Nos anos trinta, um grupo de músicos liderados por Ismael Silva fundou, na vizinhança do bairro de Estácio de Sá, a primeira escola de samba, Deixa Falar. Eles transformaram o gênero, dando-lhe os contornos atuais, inclusive coma introdução de novos instrumentos, como o surdo e a cuíca, para que melhor se adequasse ao desfile de carnaval. Nesta mesma época, um importante personagem também foi muito importante para a popularização do samba: Noel Rosa. Noel é responsável pela união do samba do morro com o do asfalto. É considerado o primeiro cronista da música popular brasileira. Nesta época, a rádio difundiu a popularidade do samba por todo o país, e com o suporte do presidente Getúlio Vargas, o samba ganhou status de "música oficial" do Brasil.
Nos anos seguintes o samba se desenvolveu em várias direções, do samba canção às baterias de escolas de samba. Um dos novos estilos foi a bossa nova, criado por membros da classe média, dentre eles João Gilberto e Antonio Carlos Jobim.
Nos anos sessenta os músicos da bossa nova iniciaram um movimento de resgate dos grandes mestres do samba. Muitos artistas foram descobertos pelo grande público neste momento. Nomes como Cartola, Nelson Cavaquinho, Zé Keti e Clementina de Jesus gravaram os seus primeiros discos.
Nos anos setenta o samba era muito tocado nas rádios. Compositores e cantores como Martinho da Vila, Bezerra da Silva, Clara Nunes e Beth Carvalho dominavam as paradas de sucesso.
Uma grande parceria: Candeia, Elton Medeiros, Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito
No início da década de 1980, depois de um período de esquecimento onde as rádios eram dominadas pela música de discoteca e pelo rock brasileiro, o samba reapareceu no cenário brasileiro com um novo movimento chamado de pagode. Nascido nos subúrbios cariocas, o pagode era um samba renovado, que utilizava novos instrumentos, como o banjo e o tantã, e uma linguagem mais popular. Os nomes mais famosos foram Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Grupo Fundo de Quintal, Jorge Aragão e Jovelina Pérola Negra.
Atualmente o samba é um dos gêneros musicais mais populares no Brasil e sem dúvida é o ritmo que melhor representa a imagem do Brasil e do carioca.

sábado, 1 de maio de 2010

História do Dia do Trabalho

O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.
A História do Dia do Trabalho remonta o ano de 1886 na industrializada cidade de Chicago (Estados Unidos). No dia 1º de maio deste ano, milhares de trabalhadores foram às ruas reivindicar melhores condições de trabalho, entre elas, a redução da jornada de trabalho de treze para oito horas diárias. Neste mesmo dia ocorreu nos Estados Unidos uma grande greve geral dos trabalhadores.
Dois dias após os acontecimentos, um conflito envolvendo policiais e trabalhadores provocou a morte de alguns manifestantes. Este fato gerou revolta nos trabalhadores, provocando outros enfrentamentos com policiais. No dia 4 de maio, num conflito de rua, manifestantes atiraram uma bomba nos policiais, provocando a morte de sete deles. Foi o estopim para que os policiais começassem a atirar no grupo de manifestantes. O resultado foi a morte de doze protestantes e dezenas de pessoas feridas.
Foram dias marcantes na história da luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho. Para homenagear aqueles que morreram nos conflitos, a Segunda Internacional Socialista, ocorrida na capital francesa em 20 de junho de 1889, criou o Dia Mundial do Trabalho, que seria comemorado em 1º de maio de cada ano.
Aqui no Brasil existem relatos de que a data é comemorada desde o ano de 1895. Porém, foi somente em setembro de 1925 que esta data tornou-se oficial, após a criação de um decreto do então presidente Artur Bernardes.
Fatos importantes relacionados ao 1º de maio no Brasil:
- Em 1º de maio de 1940, o presidente Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo. Este deveria suprir as necessidades básicas de uma família (moradia, alimentação, saúde, vestuário, educação e lazer)
- Em 1º de maio de 1941 foi criada a Justiça do Trabalho, destinada a resolver questões judiciais relacionadas, especificamente, as relações de trabalho e aos direitos dos trabalhadores

fonte: http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_do_trabalho.htm

CURSO DE CINEMA


3º Colóquio Marx e os marxismos

Encontram-se abertas as inscrições para o 3º Colóquio Marx e os marxismos, que este ano será realizado entre os dias 17 e 21 de maio de 2010. Convidamos os interessados na temática a participar do encontro, seja assistindo às conferências e discussões, seja apresentando uma comunicação própria. Essa última modalidade de participação está aberta a pesquisadores de todos os níveis - docentes, doutorandos, mestrandos ou pesquisadores da graduação - e ocorre por meio do envio dos dados imprescindíveis à inscrição através da ficha de inscrição que se encontra anexa, dentre os quais um resumo descrevendo e delimitando o objeto da apresentação pretendida, que será avaliado pela comissão organizadora no que se refere ao assunto e à pertinência. A cada dia após as comunicações, que ocorrerão na parte da manhã e da tarde, haverá ainda uma mesa com palestrantes convidados pela comissão organizadora. O evento pretende dar espaço a interpretações de cunho abrangente, e divergentes entre si em torno da conceituação do marxismo, de modo que a sugestão de alguns temas gerais - elencados abaixo - é apenas feita no intuito de orientar aqueles que pretendem enviar um resumo sem, no entanto, limitar as possibilidades tão somente a esses pontos.

Temas gerais do encontro:

Marx e Engels
Segunda e Terceira Internacionais
Marxismo Ocidental
Marxismo na América Latina
Marxismo Contemporâneo

E-mail para a realização das inscrições por meio do envio da ficha:
marxesmarxismos@gmail.com

Cronograma
19 de abril a 6 de maio - inscrições pelo e-mail
10 de maio - divulgação dos aceites
17 a 21 de maio - Colóquio

II SIMPÓSIO DE ESTUDOS SOBRE CULTURA


Todo dia é de trabalho

Publicada: 01/05/2010 02:20 Atualizada: 01/05/2010 02:07
Por:Noemi Flores na Tribuna da Bahia
Salvador:
A cidade tem atualmente cerca de 15 mil trabalhadores ambulantes cadastrados na Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), a maioria concentrada nos camelódromos distribuídos pela Baixa dos Sapateiros, Avenida Sete de Setembro, Estação Rodoviária e Aquidabã. Muitos vieram de outras profissões e saíram destas ou pelo descontentamento ou pelo desemprego mesmo e confessam que não trocariam a situação atual por “nada no mundo.”
É o caso de Luzia Batista Lopes, 51 anos, que após anos de trabalhos domésticos em casas de famílias, que alega não ter tido o reconhecimento devido, optou por vender coco gelado e refrigerante atrás do Mercado Modelo, ponto que já está há mais de 15 anos e hoje conta com a ajuda do filho do meio de 25 anos.
“Aqui está tudo certinho, tenho a permissão da prefeitura, pois pago o DAM (Documento de Arrecadação Municipal) por ano em cerca de R$ 180 e estou tranquila e satisfeita com isto.Tenho freguesia certa tanto de turistas como de fregueses antigos que me conhecem desde que comecei”, assinalou.
Indagada sobre os problemas que grande parte dos ambulantes alega enfrentar em relação a doenças, pois um dia sem trabalhar é um dia sem ganhar, Luzia respondeu que não tem medo de doença nenhuma, qualquer problema o filho pode ficar em seu lugar, destacou.
Já o vendedor de souvenir, colares e correntes com motivos baianos, Adalto Santana da Fonseca, 34 anos, que circula pelas imediações do Mercado Modelo e Elevador Lacerda, afirma que o melhor seria o trabalho ligado a uma empresa com carteira assinada, pagamento do INSS. “A gente que tem que pagar tudo, além do mais se fica doente não ganha naquele dia . Mas fiquei desempregado e estou há 16 anos trabalhando com isto, participei de cursos e palestras que a Secretaria de Turismo do Estado promoveu e estou contente com este trabalho porque dá para o sustento”, festejou.
Enquanto Luzia e Adalto estão cadastrados na Sesp e trabalham sem risco nenhum de verem suas mercadorias apreendidas, o mesmo não acontece com o ex- porteiro de prédio Adilson Pereira dos Santos, 39 anos, e cinco anos andando pelas ruas do Centro Histórico com seu carrinho carregando um isopor com água mineral, inclusive nas imediações da Praça Municipal, própria área da prefeitura. Ele alega que “a prefeitura devia reunir a gente para cadastrar, como fez com os vendedores de souvenirs e os baleiros em ônibus.
Até agora não apreenderam nada meu, tenho que ficar circulando com o carrinho quando eles vêm, pois não é permitido fazer ponto”. Apesar dos percalços, não ter a situação regularizada e ainda não pagar o INSS como autônomo, Adilson está contente com o trabalho “é melhor do que trabalhar para os outros porque estou sempre com dinheiro, chego a hora que quero e saio também da mesma forma”.
Apesar de se sentir satisfeita com o trabalho de vendedora ambulante de vestidos infantis de festa, Maria do Socorro Santos Sacramento, 44 anos, que já trabalhou durante 20 anos como balconista em loja de tecido e dez anos na nova profissão, na Praça dos Veteranos, não quer que seus dois filhos de 13 e 15 anos sejam vendedores ambulantes porque acha que a nova geração deve ser ligada a uma empresa, principalmente às públicas que dão maior segurança empregatícia.
“Não quero meus filhos trabalhando como ambulantes, aconselho eles para o estudo e a importância de se trabalhar em uma empresa, em que a pessoa tem todas as garantias. Quem tá começando agora, quem é jovem, tem que ter carteira assinada e seus direitos assegurados se acontecer qualquer coisa tem esta segurança, diferente de mim que tenho que pagar a prefeitura, o INSS como autônoma e não dá para ficar um mês sem pagar”, opinou.
A ambulante disse ainda que “no meu caso é melhor ser autônoma porque estou com 44 anos, tenho casa própria na Ribeira, e sei que não arrumaria mais emprego em outro lugar, já trabalhei em empresa, sou costureira e comecei a fazer as minhas próprias confecções para vender. Hoje não posso mais costurar porque estou com problema de varizes, que adquiri no tempo que era balconista porque ficava mais de oito horas em pé”, contou.
Ela explicou que agora tem duas pessoas que ajudam fazendo as confecções para vender, “ vestidinhos de menina, trabalhados com rendas e laços o qual vendemos a partir de R$ 20. Sabe, eu preciso trabalhar porque tenho quatro bocas para sustentar, sou o ‘homem’ e a ‘mulher’ da casa, pois meu marido está inválido, encostado no INSS, cheio de problemas, teve problemas de próstata e agora vai ter que se operar do coração”, desabafou.
Publicada: 01/05/2010 02:20 Atualizada: 01/05/2010 02:07

No Dia do Trabalho, sindicatos mostram insatisfação na Grécia

Só no Brasil comemoramos o Dia do Trabalho...pelo mundo hoje é um dia de protesto!
Viviane
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01/05/2010 05h05 - Atualizado em 01/05/2010 05h05
Agencia EFE
Atenas, 1 mai (EFE).- Os principais sindicatos gregos chamaram os cidadãos para mostrar neste sábado, feriado do Dia do Trabalho, seu descontentamento pelo plano do Governo para sanear a economia do país.

O transporte ferroviário e marítimo ficará paralisado até as 6h locais no domingo, assim como os trens que ligam o aeroporto à cidade de Atenas.
Os trabalhadores protestarão contra um plano de poupança trianual que prevê fortes cortes nos salários dos funcionários por conta do cancelamento de dois pagamentos extras, enquanto prevê o congelamento salarial no setor privado.
Além disso, o Governo prevê o aumento adicional de vários impostos, como o Imposto de Valor Agregado (IVA), que já subiu dois pontos em março, até 21%, assim como a subida na carga de impostos sobre o tabaco, o álcool e a gasolina.
Centenas de agrupamentos trabalhistas anunciaram que participarão das manifestações convocadas pela Confederação Geral de Trabalhadores (GSEE), pela União de Empregados Civis (Adedy) e outros sindicatos no centro de Atenas e nas principais cidades.
Os sindicatos declaram em comunicado que "a manifestação deste sábado tem um significado especial devido às medidas severas e injustas por parte do Governo".
A zona euro está perto de fechar a primeira série de ajudas para um de seus membros, que, com as contribuições de FMI, poderia colocar à disposição da Grécia um montante de 135 bilhões de euros em três anos.
Neste fim de semana o primeiro-ministro grego, Giorgos Papandreou, deve publicar detalhes das medidas de ajuste para sanear a economia, uma das condições para que o país tenha acesso ao financiamento internacional.
Os ministros de Finanças da zona do euro realizarão neste domingo, em Bruxelas, uma reunião extraordinária para analisar o plano de ajuste grego e a possível ativação da ajuda financeira.
A Grécia deve de reduzir seu déficit fiscal de 13,6% do Produto Interno Bruto (PIB) a menos de 3% até 2013, além de controlar sua dívida pública, que deve chegar a 130% do PIB em 2014. EFE