quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Boas festas!!!

Queridos leitores,

Estamos caminhando para o final de jornada, é aqui que fazemos o nosso balanço: momentos felizes que passamos, momentos de tristeza, outros que poderiam ser melhores..enfim chega ao fim 2010.
Eu e o blog entraremos de férias e só no final de janeiro começarei as primeiras postagens. 2011 nos aguarde!
Para fechar os posts escolhi uma mensagem encaminhada por uma amiga que a tempo não tenho contato, mas permanece em meu coração.
Espero que gostem:

" A vida seria uma maravilha se não existissem conflitos… desavenças na vida a dois… falta de diálogo nas horas da necessidade…nos momentos da tristeza… no instante da dor…do sofrimento e da solidão.
Ela seria um paraíso se não houvesse as guerras…a fome…a falta de solidariedade…a ambição pelo poder…a inveja...a destruição da fauna e do meio ambiente e o confronto das gerações.

Se nós soubéssemos como ela realmente queria que a entendesse, talvez tudo fosse diferente e assim descansaríamos com serenidade nas sombras das grandes árvores e a beira de um lindo riacho.

Ou se nós buscássemos o discernimento e conhecimento daquilo que não conhecemos e tivéssemos compreensão dos problemas, quando necessitássemos ceder ou clamar pelo perdão de quem tanto nos maltratou ou a quem magoamos sem justa causa…

Entenderíamos porque das nossas desilusões e porque das nossas decepções quando sentíssemos quanto isso faz falta para a restauração e o engrandecimento espiritual do nosso ser.

Mas se todo o ser humano tivesse essa consciência da vida e tomasse uma posição decisiva e convincente diante dos seus erros… de suas falhas e dos seus atos.

Talvez ele não sofresse as conseqüências por suas atitudes e até poderia caminhar pelas grandes e verdejantes veredas do amor individual ou coletivo, sem medo de se perder diante das suas próprias causas… sem o receio de que não ia alcançar os seus objetivos e sonhos… sem a compaixão de não querer pecar ou aceitar os defeitos de cada um como coisa normal ou sem o peso da culpa por não ter descoberto a sua verdadeira essência com segurança e antecedência.

Assim é a vida.

Entao vamos aproveitar esta data,passar nossas vidas a limpo,colocar tudo em ordem,nao ter vergonha de pedir desculpas...de reconher um erro,pois somos humanos,de agradecer em de ser feliz."

Feliz Natal e um Maravilhoso 2011!

Axé a todos!!

Profª Viviane

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Morre do diretor Blake Edwards


Mais uam perda para quem gosta de uma boa comédia, depois de Leslie Nielsen vem Blake Edwards.
O diretor morreu nesta quinta-feira (16) conhecido pelos filmes de "A Pantera Cor-de-Rosa" com Peter Sellers. Ele tinha 88 anos. As causas da morte ainda não são conhecidas.
O diretor era casado há 41 anos com a atriz Julie Andrews e trabalhou com ela em "Victor ou Vitória". Edwards dirigiu ainda "Um Convidado Bem Trapalhão", também estrelado por Sellers, e "Bonequinha de Luxo", com Audrey Hepburn.
Além de dirigir, Edwards escreveu e produziu mais de 50 filmes. Sua obra é considerada irregular pelos críticos.
Entre os títulos que dirigiu na década de 80 está "Mulher Nota 10" e "Encontro às Escuras", com Kim Bassinger e Bruce Willis.
Em 2004, Edwards recebeu um Oscar honorífico por sua obra. Ele foi indicado ao prêmio apenas com "Victor ou Vitória". Antes de Andrews, Edwards foi casado com Patricia por 14 anos com quem teve um casal de filhos. No casamento com Andrews, Edwards adotou um casal de órfãos vieatnamitas.
De acordo com informações da revista "Variety", Andrews e seus filhos estavam ao seu lado no leito de morte.

Fred Prouser - 26.fev.2004/Reuters

A volta dos anos 80: Balada Projeto Autobahn

Mais um post sobre os anos 80.
Destaco hoje uma das festas mais bacanas na cidade é o projeto Autobahn que faz sua ultima festa em 2011 no Hotel Cambrigde em São Paulo.
O Projeto Autobahn começou em 1993 com o DJ Marcos Vicente e ex-freqüentadores de uma antiga casa dos 80, como um projeto audio visual preocupado com a preservação musical e visual dos anos 80. A primeira festa aconteceu no FreePass em junho de 93, passando pelo saudoso Cais (na praça Roosevelt), Glória, Morcegóvia e The The.
O Autobahn tem como proposta recolocar em destaque a cultura dos anos 80, através do site e da festa! Comportamento, filmes, desenhos, video-clips, músicas, Atari, moda etc. Procurando transformar uma casa noturna num ambiente anos 80, com o Atari, brinquedos e uma programação musical exclusiva, conciliando raridades e sucessos dos anos 80, sempre priorizando a qualidade. Tornando-se o ponto de encontro dos fãs dos anos 80.
Em março de 1994, o Projeto Autobahn passou a ser também um dos programas de rádio com maior audiência, o primeiro Programa de Rádio Anos 80 do Brasil. O programa Autobahn permaneceu por vários anos no FM de São Paulo e cidades do interior do Estado.
Em 97 se tornou também o site brasileiro dos anos 80. Em 1998, estoura de vez na noite de SP, tocando no Retrô e Arkham Asylum. A partir de 99 o Autobahn passou a acontecer todo sábado no Plastic Alternative Bar, e paralelamente nas quintas também na Vila Madalena, no Electroshock Pub, passando por várias casas nos anos seguintes, Deja Vu, Te Gusta, Gotham Alternative Pub, Salamandra, Darta, Kiss Me, Overnight, etc. Atualmente está acontecendo no Hotel Cambridge - TODO SÁBADO, reinventando o ambiente do hotel para abrigar a festa mais disputada de São Paulo, eleita consecutivamente a melhor balada flashback do país.
O projeto sempre se manteve totalmente independente. Este é um dos pontos mais importantes: o respeito aos amantes dos 80, exatamente o que querem ouvir e não o que tentam nos empurrar. A festa sempre muda de local, a cada temporada, seguindo assim as preferências dos frequentadores da festa, não se apegando a nenhuma casa noturna. A independência é questão de princípio no projeto.
Existe também um site: O Projeto Autobahn - site brasileiro dos anos 80 - é o projeto itineramente dedicado aos 80, que criou o revival anos 80 no Brasil, há mais de 16 anos na noite de São Paulo, passando cada temporada em uma casa diferente da cidade. Na pista e no telão da festa, sempre o melhor dos anos 80: New Order, Soft Cell, Depeche Mode, Smiths, Erasure, Duran Duran, Madonna, Pet Shop Boys, Cure, A-ha, Michael Jackson, Dead or Alive, Rick Astley, Information Society, Cyndi Lauper, Front 242, Tragic Error, Kraftwerk, Camouflage, Echo, Human League, Gary Numan, Visage, ABC, Noel, Kon Kan, Naked Eyes, Peter Schilling, B-52's, Falco, Alphaville, Yazoo, Bomb the Bass, Spandau Ballet, Cover Girls, Sandra, Ultravox, Siouxsie, Joy, Talking Heads, Tears for Fears, U2, Simple Minds, Eurythmics, Bronski Beat, OMD, Stevie B, Boytronic, Fire Inc, Berlin, etc.. , etc..., etc... e tudo mais que está no site brasileiro dos anos 80.
Enfim, uma auto-estrada que nos leva aos anos 80, sem limite de rítmos e estilos, numa viagem aos 80, desde o pop/rock ao Flash House. Com uma equipe de DJs especializada em anos 80, se revezando durante a noite abragendo as várias vertentes dos anos 80. O que justifica o nome do projeto que, além de ser o primeiro hit internacional do Kraftwerk que possibilitou a influência da grande maioria das bandas dos anos 80, representa essa "auto-estrada" virtual de volta ao passado e sem ficar limitado por rótulos
Está de bobera próximo sábado? Então entre no site deixe seu nome na lista de desconto e vá conhecer a melhor balada flashback.

Fonte: http://www.autobahn.com.br/festa.html

Desrespeito ao consumidor

Queridos amigos,


É impossível não se indignar com o novo processo de consulta de nota fiscal paulista no site da Secretária da Fazenda http://www.fazenda.sp.gov.br. A partir de 13/12/2010 o sistema da secretária limitou o acesso dos contribuintes que nunca fizeram a migração de créditos em conta corrente sendo agora permitido a visualização somente dos créditos já utilizados. Sem avisar o contribuinte aquele que limpou os créditos para o desconto do IPVA só poderá acessar novamente a sua conta quando tiver R$ 25,00 em créditos e fizer o deposito na sua conta.

Outro problema é a sonegação de alguns estabelecimentos que não lançam as notas no tempo devido e o contribuinte tem que fazer a reclamação no tempo estipulado, perdeu o prazo perdeu o direito ao seu crédito.

Isso sem contar a falta de aviso aos contribuintes. Portanto se você utiliza o serviço e não está contente ligue no telefone 0800170110 e faça a sua reclamação, anote o número do protocolo e ligue na ouvidoria 11 3243-3676 e 3683. Vamos fazer valer o nosso direito e exigir mais respeito desses órgãos do governo que insistem em achar que somo burros....

Bom as vezes tenho que concordar com eles afinal elegemos o Tiririca.....

Repasse a mensagem adiante.



Viviane

sábado, 11 de dezembro de 2010

A volta dos anos 80: Boy George

Hoje os adolescentes adoram usar roupa bem colorida, mas isso não é novidade para quem tem mais de 30 anos. Por isso vou iniciar uma série de posts sobre a década de 80. Vale revisitar.
No próximo ano Boy George vem a São Paulo para um show no dia 27 de fevereiro de 2011. Não existe informações sobre outros shows no Brasil.
O cantor fará um show em São Paulo, no HSBC Brasil. Os ingressos custarão de R$ 80 a R$ 250.
Ele ficou famoso na década de 1980 com sua banda Culture Club e, desde o final da década, após o fim da banda, segue carreira solo. Neste ano, ele lançou o álbum "Ordinary Alien", o sucessor de "U Can Never B2 Straight", de 2002.
Veja abaixo os preços de cada setor do show.
Camarote: R$ 250
Frisas: R$ 220
Cadeira Alta: R$ 150
Vip Premium: R$ 280
Setor Vip: R$ 240
Setor 1: R$ 180
Setor 2: R$ 140
Setor 3: R$ 80



Novo caso de agressão na Av. Paulista

Fonte: Folha de São Paulo
10/12/2010 - 19h33

DE SÃO PAULO


Imagens do circuito de segurança de um imóvel revelam um novo caso de agressão na região da avenida Paulista (centro de São Paulo). O caso ocorreu na madrugada do último domingo (5) na rua Frei Caneca, região famosa por abrigar casas noturnas voltadas à comunidade gay.
Por volta das 4h20, dois rapazes andavam na via quando um homem, ainda não identificado, se aproximou e agrediu as vítimas com um soco inglês. As imagens, obtidas pela polícia, mostram que, em seguida, uma mulher impediu que o homem continuasse as agressões. Para a polícia, a moça seria namorada do agressor.
As vítimas registraram a agressão na Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância) no domingo (6) e prestaram depoimento no mesmo dia. Segundo a polícia, os homens são homossexuais e há suspeita de que o crime tenha sido motivado por homofobia.

Onde vamos parar?
Profª Viviane

Como compor a nota da prova dos ACTs

Pois bem o governo estadual faz campanha que qualifica professores para lecionar no Estado. Verdade?
Claro que não. Se houvesse mesmo essa preocupação o edital da prova não teria saido no dia 26/11/2010 para uma prova ser realizada no dia 05/12/2010.
Na ultima sexta feira ouvindo o programa do radialista José Paulo de Andrade na Radio Bandeirantes soube que o índice de aprovação foi de 36%!
Então não adianta a Secretaria da Educação tapar o sol com a peneira, né?
A prova continha 80 questões (60 específicas e 20 pedagógicas), portanto 40 questões é a nota de corte. A questão é na utlima prova os professores categoria F poderia fazer 32 acertos e utilizar 8 pontos do seu tempo de serviço, já os professores categorias L e O precisavam ter 40 acertos isso de acordo com a Resolução SE 91/2009 .
Outra questão levantada é o professor que fez a opção por fazer a prova mas não compareceu, de acordo com a Resolução SE nº 8/2010 estabelece em seu artigo 4º, § 3º, que o professor que não compareceu ao provão deverá requerer a justificativa da ausência à Diretoria de Ensino a que ele pertence no prazo de até cinco dias depois da data. O professor deve fazer essa justificativa sob pena de, não o fazendo, ser dispensado, ainda que seja professor da Categoria F. A justificativa deve ser acompanhada do comprovante do motivo que ocasionoua falta.

Fonte das informações:  FAX URGENTE Nº 93 - APEOESP

Abraços a todos,

Profª Viviane

domingo, 28 de novembro de 2010

Protesto contra o Mackenzie

Meus queridos,

Recebi esse email com o texto feito pelo André Fischer e achei prudente posta-lo aqui. Precisamos dar um basta nesse movimento de ódio que está se alastrando de forma silenciosa pelo Brasil.
Leiam com atenção e se acharem pertinente divulguem .

Abraços

Profª Viviane

"Nos piores anos do regime militar a Universidade Presbiteriana Mackenzie ficou conhecida por abrigar membros do Comando de Caça a Comunistas e vários outros grupos de alunos favoráveis à ditadura. Quarenta anos depois a direção da universidade levanta a bandeira do ódio, ao defender a livre expressão do preconceito homofóbico. Um adolescente atacar homossexuais na Paulista ou um militar de baixa patente e nada na cabeça atirar em um gay depois da Parada Gay é um horror, mas vem de pessoas ignorantes e sem noção de seu papel na sociedade.
Bem diferente do tal Reverendo Augustus Nicodemus Gomes Lopes, que assina como Chanceler da Mackenzie (wadafuck?). Esse cidadão está estimulando os piores sentimentos em seus alunos, que deveriam estar sendo educados para um país melhor e mais tolerante.
Essa gente, sim, é a escória da sociedade.
Felizmente na cerimônia de encerramento do 18o Festival MixBrasil vários premiados se manifestaram contra a universidade que exige o direito de ser homofóbica. Um dos realizadores mais exaltados mandou todos no Mackenzie tomarem no cu.
É o que merecem.
Está na hora de pararmos de ser bonzinhos e aceitar passivamente qualquer tipo de agressão. A militância lgbt, que tem rabo preso em várias instâncias do governo, já fez o papel vergonhoso de não se manifestar quando fomos usados como prendas às lideranças evangélicas por Dilma e Serra no segundo turno.
Eles têm que ter medo de se meterem conosco também.


Escrito por Andre Fischer às 18:52:18 Mix Brasil

CIEL 2011 - CICLO DE ESTUDOS EM LINGUAGEM.

CIEL 2011 - CICLO DE ESTUDOS EM LINGUAGEM.

LINGÜÍSTICA, LÍNGUA E LITERATURA.

EVENTO NACIONAL.

20 a 22 de junho de 2011.

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA - PARANÁ.

http://www.ciel2011.blogspot.com/

E-MAIL:deletras@uepg.br

TELEFONE: 4232203376.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

ARTE EM CASA

Lembramos que a abertura da próxima exposição da Galeria Tato DiLascio será no próximo Sábado, dia 27 de Novembro. Para solicitar o endereco retorne esse e-mail...!
Esta nova edição do projeto ARTE EM CASA exibe trabalhos de jovens artistas e reúne diversas linguagens como vídeo, instalação, pintura, desenho, escultura, grafite, fotografia etc.
A residência fica num antigo galpão transformado em loft projetado por Arthur Casas e situado no tradicional Bixiga.
Artistas da galeria participantes:

Alex Romano, Alexandre Matos, Alice Freire, Antonio Melloneto, Fernanda Assumpção, Filipe Berndt, Guilherme Maranhão, José Bassit, Kika Goldstein, Lóryen Bessa, Lucimara Viviane, Maurício Leonard, Renata Barros, Victor Lema Riqué e Vitor Mizael.

E ainda os artistas convidados Alexandre Teles, Azeite de Leos, Duane Bahia, Emília Ramos, Fernanda Preto, Luciana Cavalcanti, Luiz Martins, Marcela Ferri, Otávio Fabro, Regina Johas, Takeda e Thais Albuquerque.

SERVIÇO: ARTE EM CASA – EXPOSIÇÃO COLETIVA
ABERTURA: 27 de novembro de 2010, sábado, às 17h
EXPOSIÇÃO: somente aos sábados, de 27/11/2010 a 18/12/2010 e de 15/1/2011 a 12/2/2011. Visitas somente com agendamento pelo tel.: (11) 7743-8155 ou (11) 8171-2121 ou e-mail: arteemcasa@invest.art.br
HORÁRIO DE VISITAÇÃO: das 14h às 22h
ENDEREÇO: Bixiga – bairro Bela Vista – consulte no agendamento



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CONTATO: Tato DiLascio – tel.: (11) 8171-2121 ou (11) 7743-8155 e e-mail: tatodilascio@invest.art.br

IX FEIRA PRETA

 
clique nas imagens para ampliar

CONVITE: LANÇAMENTO DO LIVRO O ENIGMA DA LAGOA

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Pérolas do Lula - parte 3

Debate UNESP: Omo-Oba: Histórias de Princesas

Debate Cedem/Unesp


Omo-Oba: Histórias de Princesas, Mazza edições - Belo Horizonte/MG – 2009, livro de Kiusam de Oliveira, com ilustrações de Josias Marinho (recomendado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - FNLIJ), será o centro do debate e da intervenção artística com Amélia Cardoso, (voz) e Igor Seiji Moriya (violão), no próximo dia 30 de novembro, terça-feira às 18h30, promovido pelo CEDEM – Centro de Documentação e Memória da UNESP.

A autora apresenta seis mitos africanos que mostram como princesas se tornaram, mais tarde, rainhas. Essas histórias vêm de fontes tradicionais conhecidas, contadas e recontadas pelo povo africano (iorubano), muito divulgado nas comunidades de tradição ketu e afro-brasileiras, os quais são poucos conhecidos pelo público em geral. Kiusam procura reforçar e fortalecer os diferentes modos da personalidade feminina, visando o empoderamento de meninas e mulheres em suas descobertas pessoais, buscas e o desenvolvimento da autoestima nas relações socioculturais.

Oiá e o búfalo interior; Oxum e seu mistério; Iemanjá e o poder da criação do mundo; Olocum e o segredo do fundo do oceano; Ajê Xalugá e o seu brilho intenso; Oduduá e a briga pelos sete anéis. São essas as histórias do livro que compõem o universo dos arquétipos femininos representados pelas protagonistas conhecidas como ORIXÁS (Ori = cabeça, Xá = senhor/protetor).

ExpositoraKiusam de OliveiraMestre em Psicologia e Doutora em Educação - USP

Pedagoga, Escritora, Contadora de Histórias, Bailarina e Professora da rede pública de ensino



Debatedores Radi Oliveira

Poetiza e Produtora Cultural

José Geraldo Neres

Escritor, Poeta, Roteirista, Dramaturgo e Produtor Cultural



MediadorOscar D´Ambrósio

Mestre em Artes – UNESP/Campus São Paulo

Crítico de Arte, Escritor, Jornalista e Coordenador de Imprensa/Reitoria da UNESP

PARTICIPE E CONVIDE OS SEUS AMIGOS!


Inscrições gratuitas c/ Sandra Santos pelo e-mail: ssantos@cedem.unesp.brData e horário: 30 de novembro de 2010 (terça-feira) às 18h30

Local: CEDEM/UNESP - Centro de Documentação e Memória

Praça da Sé, 108 – 1º andar - metrô Sé - (11) 3105 - 9903 - www.cedem.unesp.br

Mesa redonda: O lado de lá: Angola, Congo e Benin

Clique na imagem para ampliar

Quilombola dos Arthuros

Caixa - Dia da Consciência Negra

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A Professora recomenda: O que É Isso Companheiro?

Em 1964, um golpe militar derruba o governo democrático brasileiro e, após alguns anos de manifestações políticas, é promulgado em dezembro de 1968 o Ato Constitucional nº 5, que nada mais era que o golpe dentro do golpe, pois acabava com a liberdade de imprensa e os direitos civis. Neste período vários estudantes abraçam a luta armada, entrando na clandestinidade, e em 1969 militantes do MR-8 elaboram um plano para seqüestrar o embaixador dos Estados Unidos (Alan Arkin) para trocá-lo por prisioneiros políticos, que eram torturados nos porões da ditadura.


As pérolas do Lula - parte 1






12º Festa do Livro USP

12º Feira do Livro na USP


A 12ª edição da Festa do Livro da USP será realizada nos dias 24, 25 e 26 de novembro, das 9 às 21 horas, no saguão do prédio da Geografia e História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP. Todos os livros vendidos durante o evento terão, obrigatoriamente, desconto mínimo de 50% em relação ao preço de capa praticado pelos editores.

Participam da Festa do Livro da USP cerca de 130 expositores, entre eles diversas editoras universitárias, que vão mostrar ao público um volume em torno de 15 mil títulos de seus catálogos, a maioria deles composta de novidades ou obras que foram publicadas recentemente.

A Festa do Livro da USP é um evento gratuito e aberto ao público geral. O endereço do prédio da Geografia e História é Av. Prof; Lineu Prestes, 338, Cidade Universitária, São Paulo

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Golpe militar ou proclamação da República?

A Proclamação da República Brasileira(1889) foi um episódio da história do Brasil, ocorrido em 15 de novembro de 1889, que instaurou o regime republicano no Brasil, derrubando a monarquia do Império do Brasil, pondo fim à soberania do Imperador Dom Pedro II.A Proclamação da República ocorreu no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na praça da Aclamação, hoje Praça da República, quando um grupo de militares do exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado, sem o uso de violência, depondo o Imperador do Brasil, D. Pedro II, e o presidente do Conselho de Ministros do Império, o visconde de Ouro Preto.
Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um "Governo Provisório" republicano. Faziam parte deste "Governo Provisório", organizado na noite de 15 de novembro, o marechal Deodoro da Fonseca como presidente da república e chefe do Governo Provisório, marechal Floriano Peixoto como vice-presidente, e, como ministros, Benjamin Constant, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira.
O governo imperial, através do 37º e último gabinete ministerial, empossado em 7 de junho de 1889, sob o comando do presidente do Conselho de Ministros do Império, Afonso Celso de Assis Figueiredo, o visconde de Ouro Preto, do Partido Liberal, percebendo a difícil situação política em que se encontrava, apresentou, em uma última e desesperada tentativa de salvar o Império, à câmara geral, atual câmara dos deputados, um programa de reformas políticas do qual constavam, entre outras, as medidas seguintes: maior autonomia administrativa para as províncias, liberdade de voto, liberdade de ensino, redução das prerrogativas do conselho de Estado, mandatos limitados (não-vitalícios) no Senado. No Império, o Senado era vitalício. As propostas do Visconde de Ouro Preto visavam preservar a Monarquia, mas foram vetadas pela maioria dos deputados de tendência conservadora que controlava a Câmara Geral. As reformas do Gabinete Ouro Preto chegaram tarde demais. No dia 15 de novembro de 1889, a república era proclamada.
A perda de prestígio da monarquia brasileira
Muitos foram os fatores que levaram o Império a perder o apoio de suas bases econômicas, militares e sociais. Da parte dos grupos conservadores pelos sérios atritos com a Igreja Católica (na "Questão Religiosa"); pela perda do abandono do apoio político dos grandes fazendeiros em virtude da abolição da escravatura, ocorrida em 1888, sem a indenização dos proprietários de escravos.
Da parte dos grupos progressistas, havia a crítica que a monarquia mantivera, até muito tarde, a escravidão negra no país. Os progressistas criticavam também a ausência de iniciativas com vistas ao desenvolvimento do país (fosse econômico, político ou social), a manutenção de um regime político de castas e o voto censitário, isto é, com base na renda anual das pessoas, a ausência de um sistema de ensino universal, os altos índices de analfabetismo e miséria, o afastamento do Brasil em relação a todos demais países do continente americano, fossem da América do Sul, fossem da América do Norte, em virtude da incompatibilidade entre os regimes republicanos e os monárquicos.
Assim, ao mesmo tempo em que a legitimidade imperial decaía, a proposta republicana - percebida como significando o progresso social - ganhava espaço. Entretanto, é importante notar que a legitimidade do Imperador era distinta da do regime imperial: Enquanto, por um lado, a população, de modo geral, respeitava e gostava de D. Pedro II, por outro lado, tinha cada vez em menor conta o próprio Império. Nesse sentido, era voz corrente, na época, que não haveria um "III Reinado", ou seja, a monarquia não continuaria a existir após o falecimento de D. Pedro II, seja devido à falta de legitimidade do próprio regime monárquico, seja devido ao repúdio público ao príncipe consorte, marido da princesa Isabel, o francês conde D'Eu).
Embora a frase do jornalista e líder republicano paulista, depois feito ministro do governo provisório, Aristides Lobo "O povo assistiu bestializado" à proclamação da república, tenha entrado para a História do Brasil, pesquisas históricas, mais recentes, têm dado outra versão à aceitação da república entre o povo brasileiro: É o caso da tese defendida por Maria Tereza Chaves de Mello (A república consentida, Editora da FGV, EDUR, 2007), que indica que a república, antes e depois da proclamação da república, era vista popularmente como um regime político que traria o desenvolvimento, em sentido amplo, para o país.
Antecedentes da Proclamação da República
A relativa credibilidade na estabilidade política do Império do Brasil veio a ser abalada, dando lugar ao desejo popular de se estabelecer um regime político que alguns setores da sociedade acreditavam que seria mais adequado aos problemas da época.
A partir da década de 1870, como consequência da Guerra do Paraguai (também chamada de Guerra da Tríplice Aliança) (1864-1870), essa crise foi tomando corpo, como resultado de vários fatores de ordem econômica, social e política que, somados, conduziram aqueles setores à conclusão de que a monarquia precisava ser superada. Adicionalmente, ainda havia as seguintes questões:
• A classe média (funcionários públicos, profissionais liberais, jornalistas, estudantes, artistas, comerciantes) estava crescendo nos grandes centros urbanos e desejava maior liberdade e maior participação nos assuntos políticos do país. Identificada com os ideais republicanos, esta classe social passou a apoiar o fim do império.
• O imperador D. Pedro II não possuía filhos, apenas filhas. O trono seria ocupado, após a sua morte, por sua filha mais velha, princesa Isabel, casada com um francês, Gastão de Orléans, Conde d'Eu, o que gerava o receio em parte da população de que o país fosse governado por um estrangeiro.
A crise econômica
A crise econômica agravou-se em função das elevadas despesas financeiras geradas pela Guerra da Tríplice Aliança, cobertas por capitais externos. Os empréstimos brasileiros elevaram-se de três milhões de libras esterlinas em 1871 para quase vinte milhões em 1889, o que causou uma inflação da ordem de 1,75% ao ano, no plano interno.
A questão abolicionista
A questão abolicionista impunha-se desde a abolição do tráfico negreiro em 1850, encontrando viva resistência entre as elites agrárias tradicionais do país. Diante das medidas adotadas pelo Império para a gradual extinção do regime escravista, devido a repercussão da experiência mal sucedida nos Estados Unidos de libertação geral dos escravos ter levado aquele país à guerra civil, essas elites reivindicavam do Estado indenizações proporcionais ao preço total que haviam pago pelos escravos a serem libertados por lei. Estas indenizações seriam pagas com empréstimo externo.
Com a decretação da Lei Áurea (1888), e ao deixar de indenizar esses grandes proprietários rurais, o império perdeu o seu último pilar de sustentação. Chamados de "republicanos de última hora", os ex-proprietários de escravos aderiram à causa republicana.
Na visão dos progressistas, o Império do Brasil mostrou-se bastante lento na solução da chamada "Questão Servil", o que, sem dúvida, minou sua legitimidade ao longo dos anos. Mesmo a adesão dos ex-proprietários de escravos, que não foram indenizados, à causa republicana, evidencia o quanto o regime imperial estava atrelado à escravatura.
Assim, logo após a Princesa Isabel assinar a Lei Áurea, João Maurício Wanderley, Barão de Cotejipe, o único senador do império que votou contra o projeto de abolição da escravatura, profetizou:
"A senhora acabou de redimir uma raça e perder o trono"!


— Barão de Cotegipe
A questão religiosa
Desde o período colonial, a Igreja Católica enquanto instituição encontrava-se submetida ao Estado. Isso se manteve após a Independência e significava, entre outras coisas, que nenhuma ordem do Papa poderia vigorar no Brasil sem que fosse previamente aprovada pelo Imperador (Beneplácito). Ocorre que, em 1872, Dom Vital e Dom Macedo, bispos de Olinda e Belém do Pará respectivamente, resolveram seguir por conta própria as ordens do Papa Pio IX, não ratificadas pelo Imperador e pelos presidentes do Conselho de Ministros, punindo religiosos ligados à maçonaria.
D. Pedro II, aconselhado pelos maçons, decidiu intervir na questão, solicitando aos bispos que suspendessem as punições. Estes se recusaram a obedecer ao imperador, sendo condenados a quatro anos de trabalho braçal (quebrar pedras). Em 1875, graças à intervenção do Duque de Caxias, os bispos receberam o perdão imperial e foram colocados em liberdade. Contudo, no episódio, a imagem do império desgastou-se junto à Igreja.
A questão militar
Os militares do Exército Brasileiro estavam descontentes com a proibição, imposta pela monarquia, pela qual os seus oficiais não podiam manifestar-se na imprensa sem uma prévia autorização do Ministro da Guerra. Os militares não possuíam uma autonomia de tomada de decisão sobre a defesa do território, estando sujeitos às ordens do Imperador e do Gabinete de Ministros, formado por civis, que se sobrepunham às ordens dos generais. Assim, no império, a maioria dos ministros da guerra eram civis.
Além disso, frequentemente os militares do Exército Brasileiro sentiam-se desprestigiados e desrespeitados. Por um lado, os dirigentes do Império eram civis, cuja seleção era extremamente elitista e cuja formação era bacharelesca, mas que resultava em postos altamente remunerados e valorizados; por outro lado, os militares tinham uma seleção mais democrática e uma formação mais técnica, mas que não resultavam nem em valorização profissional nem em reconhecimento político, social ou econômico. As promoções na carreira militar eram difíceis de serem obtidas e eram baseadas em critérios personalistas em vez de promoções por mérito e antiguidade.
A Guerra do Paraguai, além de difundir os ideais republicanos, evidenciou aos militares essa desvalorização da carreira profissional, que se manteve e mesmo acentuou-se após o fim da guerra. O resultado foi a percepção, da parte dos militares, de que se sacrificavam por um regime que pouco os consideravam e que dava maior atenção à Marinha do Brasil.
A atuação dos republicanos e dos positivistas
Durante a Guerra do Paraguai, o contato dos militares brasileiros das mais diferentes patentes com os combatentes de outros países levaram-nos a considerar com (maior) seriedade as relações entre problemas sociais e regimes políticos. A partir disso, começou a desenvolver-se, entre os militares de carreira e os civis convocados para lutar no conflito, um interesse maior pelo ideal republicano e com o desenvolvimento econômico e social brasileiro.
Dessa forma, não foi casual que a propaganda republicana tenha tido, por marco inicial, a publicação do Manifesto Republicano em 1870, seguido pela Convenção de Itu em 1873 e pelo surgimento de dos Clubes Republicanos, que se multiplicaram, a partir de então, pelos principais centros no país.
Além disso, vários grupos foram fortemente influenciados pela maçonaria: (Deodoro e todo seu ministério era formado por maçons) e pelo Positivismo de Auguste Comte, especialmente, após 1881, quando surgiu a Igreja Positivista do Brasil. Seus diretores, Miguel Lemos e Raimundo Teixeira Mendes, iniciaram uma forte campanha abolicionista e republicana.
A propaganda republicana era realizada pelos que, depois, foram chamados de "republicanos históricos" (em oposição àqueles que se tornaram republicanos apenas após o 15 de novembro, chamados de "republicanos de 16 de novembro").
As ideias de muitos dos republicanos eram veiculadas pelo periódico A República, que, segundo alguns pesquisadores, dividiam-se em duas correntes principais:
• Os evolucionistas, que admitiam que a proclamação da república era inevitável, não justificando uma luta armada, e,
• Os revolucionistas, que defendiam a possibilidade de que se pegasse em armas para conquistá-la, com mobilização popular e reformas sociais e econômicas.
Embora houvesse diferenças entre cada um desses grupos no tocante às estratégias políticas para a implementação da República e também do conteúdo substantivo do regime a instituir, a ideia geral, comum aos dois grupos, era que a república deveria ser um regime progressista, contraposto à exausta monarquia. Dessa forma, a proposta do novo regime revestia-se de um caráter social e não apenas estritamente político.
O golpe militar de 15 de novembro de 1889
No Rio de Janeiro, os republicanos insistiram com o marechal Deodoro da Fonseca, um monarquista, para que ele chefiasse o movimento revolucionário que substituiria a monarquia pela república. Depois de muita insistência dos revolucionários, Deodoro da Fonseca concordou em liderar o movimento militar.
O golpe militar, que estava previsto para 20 de novembro de 1889, teve de ser antecipado. No dia 14, os conspiradores divulgaram o boato de que o governo havia mandado prender Benjamin Constant Botelho de Magalhães e Deodoro da Fonseca. Posteriormente confirmou-se que era mesmo boato. Assim, os revolucionários anteciparam o golpe de estado, e, na madrugada do dia 15 de novembro, Deodoro iniciou o movimento de tropas do exército que pôs fim ao regime monárquico no Brasil.
Os conspiradores dirigiram-se à residência do marechal Deodoro, que estava doente com dispnéia,[1] e convencem-no a liderar o movimento.
Com esse pretexto de que Deodoro seria preso, ao amanhecer do dia 15 de Novembro, o marechal Deodoro da Fonseca, saiu de sua residência, atravessou o Campo de Santana, e, do outro lado do parque, conclamou os soldados do batalhão ali aquartelado, onde hoje se localiza o Palácio Duque de Caxias, a se rebelarem contra o governo. Oferecem um cavalo ao marechal, que nele montou, e, segundo testemunhos, tirou o chapéu e proclamou "Viva a República!". Depois apeou, atravessou novamente o parque e voltou para a sua residência. A manifestação prosseguiu com um desfile de tropas pela Rua Direita, atual rua 1º de Março, até o Paço Imperial.
Os revoltosos ocuparam o quartel-general do Rio de Janeiro e depois o Ministério da Guerra. Depuseram o Gabinete ministerial e prenderam seu presidente, Afonso Celso de Assis Figueiredo, Visconde de Ouro Preto.
No Paço Imperial, o presidente do gabinete (primeiro-ministro), Visconde de Ouro Preto, havia tentando resistir pedindo ao comandante do destacamento local e responsável pela segurança do Paço Imperial, general Floriano Peixoto, que enfrentasse os amotinados, explicando ao general Floriano Peixoto que havia, no local, tropas legalistas em número suficiente para derrotar os revoltosos. O Visconde de Ouro Preto lembrou a Floriano Peixoto que este havia enfrentado tropas bem mais numerosas na Guerra do Paraguai. Porém, o general Floriano Peixoto recusou-se a obedecer às ordens dadas pelo Visconde de Ouro Preto e assim se justificou sua insubordinação, respondendo ao Visconde de Ouro Preto:
Sim, mas lá (no Paraguai) tínhamos em frente inimigos e aqui somos todos brasileiros!

— Floriano Peixoto[2]

Em seguida, aderindo ao movimento republicano, Floriano Peixoto deu voz de prisão ao chefe de governo Visconde de Ouro Preto.
O único ferido no episódio da proclamação da república foi o Barão de Ladário que resistiu à ordem de prisão dada pelos amotinados e levou um tiro. Consta que Deodoro não dirigiu crítica ao Imperador D. Pedro II e que vacilava em suas palavras. Relatos dizem que foi uma estratégia para evitar um derramamento de sangue. Sabia-se que Deodoro da Fonseca estava com o tenente-coronel Benjamin Constant ao seu lado e que havia alguns líderes republicanos civis naquele momento.
Na tarde do mesmo dia 15 de novembro, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi solenemente proclamada a República.
À noite, na Câmara Municipal do Município Neutro, o Rio de Janeiro, José do Patrocínio redigiu a proclamação oficial da República dos Estados Unidos do Brasil, aprovada sem votação. O texto foi para as gráficas de jornais que apoiavam a causa, e, só no dia seguinte, 16 de novembro, foi anunciado ao povo a mudança do regime político do Brasil.
D. Pedro II, que estava em Petrópolis, retornou ao Rio de Janeiro. Pensando que o objetivo dos revolucionários era apenas substituir o Gabinete de Ouro Preto, o Imperador D. Pedro II tentou ainda organizar outro gabinete ministerial, sob a presidência do conselheiro José Antônio Saraiva. O Imperador, em Petrópolis, foi informado e decidiu descer para a Corte. Ao saber do golpe de estado, o Imperador reconheceu a queda do Gabinete de Ouro Preto e procurou anunciar um novo nome para substituir o Visconde de Ouro Preto. No entanto, como nada fora dito sobre República até então, os republicanos mais exaltados, tendo Benjamin Constant à frente, espalharam o boato de que o Imperador escolheria Gaspar Silveira Martins, inimigo político de Deodoro da Fonseca desde os tempos do Rio Grande do Sul, para ser o novo chefe de governo. Com este engodo, Deodoro da Fonseca foi convencido a aderir à causa republicana. O Imperador foi informado disso e, desiludido, decidiu não oferecer resistência.
No dia seguinte, o major Frederico Sólon Sampaio Ribeiro entregou a D. Pedro II uma comunicação, cientificando-o da proclamação da república e ordenando sua partida para a Europa, a fim de evitar conturbações políticas. A família imperial brasileira exilou-se na Europa, só lhes sendo permitida a sua volta ao Brasil na década de 1920.

Proclamação da República 15 de novembro

Os 40 presidentes do Brasil



Eleições 2010

Olá pessoas,

Encontrei esses gráficos no Jornal Agora do dia 01/11/2010 , achei importante e decidi coloca-lo no blog para conhecimento de vocês.
Bom vamos aos fatos:

Essa imagem abaixo (clique para ampliar) mostra o desempenho de Dilma e Serra na cidade de São Paulo, destaque para as zonas eleitorais



Essa imagem (clique para ampliar) mostra o desempenho dentro do Estado destaque para os municípios na grande São Paulo, além da comparação com o 1º turno.


Já essa imagem (clique para ampliar) mostra o desempenho no interior do Estado

Essa imagem (clique para ampliar) representa as informações das tabelas:


Essa imagem (clique para ampliar) mostra o desempenho nos Estados brasileiros

Essa imagem (clique para ampliar) ilustra a tabela acima



Oficina de Geografia

Cemitérios da Vila Itoupava são inventariados BLUMENAU

13/11/2010 N° 12096


- Preservar o patrimônio histórico é fundamental para que a comunidade estabeleça uma relação com sua história. Com base neste princípio, o Fundo Municipal de Cultura e a Fundação Cultural promovem um inventariamento dos cemitérios da Vila Itoupava. O projeto Lugares de Antepassados, Lugares de História: inventário de cemitérios de imigrantes em Vila Itoupava, prevê o levantamento das características dos túmulos, por meio de imagens e descrição, para que sejam feitas ações em prol da preservação deste patrimônio funerário. Inicialmente, o trabalho permitirá o conhecimento das características dos bens culturais e estado de conservação. O próximo passo será o tombamento e as restaurações.

O inventário começou este mês com o levantamento do Cemitério do Centro e a previsão de encerramento é para março de 2011, quando mais cinco cemitérios serão registrados. Segundo a diretora do Departamento Histórico Museológico de Blumenau, Sueli Petry, o conhecimento dos bens imateriais servirá como relevante registro da cultura e poderá fomentar o uso destes espaços como rotas culturais. Nestes cemitérios estão famílias que participaram da história da cidade e também estão retratadas as diversas classes sociais que podem ser vistas nas edificações tumulares:

– Os cemitérios não são mais locais de sentimentos de perda, mas espaços nobres que merecem visitação.

A historiadora e coordenadora do Grupo de Estudos Cemiteriais de SC e do inventário dos Cemitérios da Vila Itoupava, Elisiana Trilha Castro, acrescenta que este levantamento pretende acompanhar as mudanças dos usos e costumes funerários e levantar elementos da religiosidade e da formação da cidade. Para ela, os cemitérios são arquivos da memória familiar e local. Após o inventário da Vila Itoupava, a intenção do grupo liderado por Elisiana, mestre em Arquitetura e Urbanismo (UFSC) e doutoranda em História (UFSC), é estender o trabalho para outros bairros.

MORGANA MICHELSEspecial/Santa

PRIMEIRAS DESCOBERTAS
No levantamento do Cemitério do Centro, o primeiro a passar pelo inventário na Vila Itoupava, já foram encontradas características relacionadas com os cemitérios de comunidades teuto-brasileiras (de influência germânica). Eles apresentam elementos da postura funerária encontradas em áreas de imigração alemã, como poucas imagens de santos e alegorias, o uso de epitáfios em alemão, a inscrição do sobrenome de solteira em sepultamentos femininos e poucos mausoléus.


fonte: http://www.clicrbs.com.br/jsc/sc/impressa/4,186,3107638,15891

As últimas horas de Wladimir Herzog

Herzog foi preso para averiguações e encontrado morto em sua cela.
Abaixo um documentário sobre a sua morte.

sábado, 13 de novembro de 2010

A professora recomenda: Lamarca



Crônica dos últimos anos na vida do capitão do exército Carlos Lamarca (Paulo Betti) que, nos anos da ditadura, desertou das forças armadas, e passou a fazer oposição, tornando-se um dos mais destacados líderes da luta armada.

Abaixo um documentário sobre Lamarca




Para rir um pouco II

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A professora recomenda: Zuzu Angel

Para aqueles que querem entender sobre a ditadura no Brasil um filme imperdível.

Zuzu Angel, uma estilista de sucesso que projetou a moda brasileira no mundo. Zuzu Angel, uma mãe quer travou uma luta contra tudo e todos na busca pelo seu filho Stuart. Os anos 70 viram o mundo de pernas para o ar. No Brasil, a carreira de Zuzu Angel (Patrícia Pillar) como estilista começa a deslanchar enquanto seu filho Stuart (Daniel de Oliveira) ingressa no movimento estudantil, contrário à ditadura militar então virgente no país. Stuart é preso, torturado e assassinado pelos agentes do Centro de informações de Aeronáutica, sendo dado como desaparecido político. Inicia-se então o périplo de Zuzu, denunciando as torturas e morte de seu filho. Suas manifestações ecoaram no Brasil, no exterior e em sua moda.


Charge: Jornal Universitário UNIBAN

Para pensar um pouco?

Ditadura Militar 1964-1985 - Passeata dos Cem Mil



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Controle de contaminação nos cemitérios

Da Gazeta do Povo/Curitiba

Resolução estabelece dezembro como data-limite para adequações. No Paraná, maioria deles ainda não se adaptou

Publicado em 10/11/2010 Aniela Almeida

Cemitérios criados antes de 2003 e que continuam ativos têm até o dia 31 de dezembro deste ano para realizar adequações de segurança para monitorar a contaminação do lençol freático e prevenir a poluição. O prazo foi estipulado em resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente e os órgãos ambientais estaduais e municipais ficaram responsáveis por estabelecer os critérios de adaptação e também assumirão a fiscalização. No estado, mesmo sem um levantamento preciso do número de cemitérios, o chefe regional de Curitiba e região metropolitana do Instituto Am­­biental do Paraná (IAP), Re­­ginato Bueno, diz que a maioria deles está irregular e a dois meses do final do prazo ainda não enviou os projetos de adequação. De acordo com ele, as vistorias dos quase 800 cemitérios do Paraná começa em janeiro.
Em Curitiba, a regulamentação para adaptação e criação de novos cemitérios veio antes da resolução de 2003. Os locais precisam de licenciamento anual, que só é concedido mediante leituras positivas dos índices de contaminação medidos pelos postos de monitoramento obrigatórios. Além disso, os cemitérios precisam apresentar um plano de resíduos para destinação correta do resto do lixo que é produzido no local, de acordo com o superintendente de Controle Ambiental, Mário Sérgio Rasera.
Soluções
Bons exemplos em Curitiba
Construído há 14 anos, o Cemitério Parque São Pedro, no bairro Umbará, em Curitiba, é tido como primeiro cemitério ecológico do Brasil. O diferencial é uma estrutura composta por poços de monitoramento e uma malha de drenagem profunda que abrange os seus 120 mil metros quadrados de área. Através do sistema, o necrochorume é drenado para um filtro biológico. A cada seis meses, águas subterrâneas são analisadas.
O custo para a construção de um cemitério ecologicamente cor­reto é cerca de 30% maior do que o con­vencional, mas para o diretor de marketing Ronaldo Vanzo, o investimento valeu a pena. O principal objetivo em obter a certificação foi tornar o Parque São Pedro uma empresa de referência em qua­lidade. “Já fomos procurados até por arquitetos americanos, que de­­mostraram interesse em utilizar as mesmas técnicas aplicadas aqui”, comenta.
O Cemitério Parque Iguaçu, também no bairro Barigui na capi­tal, adotou uma alternativa com es­­ta­ções de tratamento para o ne­­crochorume que remove as cargas orgânicas mais tóxicas do chorume e permite que o líquido resultado do processo também possa ser reu­tilizado, por exemplo, na irrigação da terra. “Isso é possível porque a car­ga poluente é tratada de forma anaeróbica, num recipiente fechado onde ele passa por uma desinfecção, antes de ser devolvido à natureza”, ex­­plica Maria Rosi, responsável pelo projeto.
Necrochorume
Pouca gente sabe, mas o necrochorume – líquido eliminado por cadáveres durante sua decomposição – contém alta carga tóxica e microbiológica, com vírus e bactérias, podendo comprometer o meio ambiente e causar problemas de saúde se não for devidamente tratado. Cada cadáver verte cerca de 200 mililitros de necrochorume por dia, por no mínimo seis meses. A substância, de cor acinzentada, cheiro azedo e fétido, é formada por 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas, duas delas, altamente tóxicas: a putrescina e a cadaverina.
Segundo a engenheira sanitarista da Tegeve Ambiental, empresa especializada em saneamento ambiental, Maria Rosi Melo Ro­­drigues, os micro-organismos liberados podem transmitir doenças por meio da ingestão ou contato com água contaminada pelo necrochorume. “É assim que muitas pessoas podem acabar sendo vítimas de enfermidades como hepatite, febre tifoide, paratifoide, tuberculose e escarlatina, entre outras”, afirma. Além disso, ela explica, o líquido pode atingir as águas subterrâneas, lençóis freáticos, e consequentemente chegar aos rios ou até mesmo serem captadas por meio dos poços artesianos.
Cremação
De acordo com o professor do doutorado de Gestão Am­­biental da Pontifícia Uni­versidade Católica do Paraná, Carlos Mello Garcia, o cuidado com o destino do necrochorume deve ser igual ao tratamento dado ao lixo industrial. Para ele, a solução sanitária ideal seria cremar os corpos. Um corpo de 70 quilos gera em média 2,5 quilos de cinzas, que não são poluentes. Mas a prática ainda não é muito comum. Assim, segundo Gar­cia, a melhor solução de adequação seria drenar o líquido por tubulação e tratá-lo antes de devolvê-lo à natureza.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Ponto turístico: Morro do Moreno – Vila Velha – Espirito Santo

O Morro do Moreno está localizado em Vila Velha no Espírito Santo, ao lado do Oceano Atlântico, é hoje um local perfeito para saltos de parapente, asa-delta e para a prática de escalada, devido a sua altitude de 184 m. Do topo do Morro, temos uma visão de 360º da cidade de Vila Velha, do mar e da capital do Espírito Santo, Vitória.


O Morro possui 473.600,00 m2 de área, sendo uma parte loteada e outra, de 253.600,00 m2, de propriedade da Família Aguiar. Com a RPPN estabelecida, os proprietários do Morro pretendem criar o Parque Morro do Moreno preservando o remanescente de Mata Atlântica e oferecendo a comunidade e aos turistas uma opção de lazer de qualidade, com trilhas sobre a mata, espaço para oficinas de ecologia e arte. Para a criação do Parque Morro do Moreno, seus proprietários estão buscando parcerias com grandes companhias privadas, governamentais, Ong’s e Fundações.

Mas o que significa RPPN? Reserva Particular de Patrimônio Natural, isto é, as propriedades particulares podem ser preservadas e reconhecidas pelo Poder Público, sem prejudicar os direitos do proprietário. Como RPPN, o Morro do Moreno passará a receber atenção especial dos órgãos de meio ambiente, instituições de pesquisas e entidades ambientalistas. E terá muitas vantagens para permanecer protegido de queimadas, desmatamentos, caça ilegal, além de outras atividades degradadoras do meio ambiente.No Morro temos atividades de turismo ecológico, lazer e educação ambiental, gerando novas opções de renda.
O nome Morro do Moreno desde o início da colonização do Espírito Santo, funcionava como posto de observação assegurando a defesa de Vila Velha e de Vitória, aos ataques dos navios corsários. O responsável pela observação era um colono que veio de Portugal com Vasco Fernandes Coutinho. Seu nome era João Moreno, daí o nome do Morro: MORRO DO MORENO. Além da atividade de vigia, João Moreno utilizava as terras do Morro para o cultivo.
No início do século passado, o topo do morro foi fundamental na criação de um sistema de sinalização para a entrada de navios na Baía de Vitória, reforçando sua vocação como Posto de Observação. Agora, ao invés de defesa de ataques dos navios, o topo do Morro do Moreno servia para auxiliar a navegação.

domingo, 7 de novembro de 2010

RESPOSTA DO SIMULADO UNIVERSITÁRIO

Queridos,

Para aqueles que tentaram seguem as respostas:

1 D
2 E
3 B
4 A
5 C
6 A
7 C
8 B
9 E
10 A
11 D
12 B
13 A
14 C
15 B
16 E
17 D
18 A
19 C
20 A

Ponto turístico: Poços de Caldas – Minas Gerais


No século XVII, descobre-se em Poços de Caldas as suas primeiras fontes e nascentes com águas sulfurosas. Desde 1818 essas terras pertenciam ao capitão José Bernardes Junqueira que doou as terras para a fundação da cidade.
Quem vivia na regiao dizia que as águas tinham a propriedade de curar infermos e por isso em 1886 surge a primeira casa de banho da região que se servia dessa agua sulfurosa e termal da Fonte dos Macacos.Já no final dos anos 20 surge as Themas Antonio Carlos um dos mais belos edificios da cidade.

Em 1886 a cidade recebeu seu visitante mais ilustre o Imperador D. Pedro II e a Imperatriz Tereza Cristina que estava na região para a inauguração do ramal da Estrada de Ferro Mogiana.
O termalismo deixou de ser a maneira eficaz de tratar as doenças para os quais era indicado então para manter o turismo a cidade começou a incentivar os casais em lua de mel a conhecerem a charmosa cidade.



Hoje para incentivar o turismo a cidade vem investindo o turismo ecologico e o de aventura . A cidade tem várias cachoeiras e uma pedra que favorece a prática do Parapente.

sábado, 6 de novembro de 2010

Ponto turístico: São Luiz do Paraitinga – São Paulo


O Carnaval das Marchinhas
No final do século XVIII, o Vale do Paraíba era a região mais povoada da Capitania de São Paulo e tornou-se uma importante zona de penetração para o interior, quando os Bandeirantes se dirigiam ao sertão em busca de índios, pedras e metais preciosos.
Em conseqüência desse trafego, surgiram vários núcleos de povoamento, como Taubaté e Moji das Cruzes, em 2 de maio de 1769 a região recebeu o nome de São Luís e Santo Antonio do Paraitinga, sendo a padroeira Nossa Senhora dos Prazeres. No dia 8 de maio de 1769 o sargento mor Manoel Antonio de Carvalho foi nomeado fundador e governador da nova povoação. Um incentivo do governador geral estimulou a mudança de mais gente para o local que foi elevada à Vila em janeiro de 1773, instalada a 31 de Março do mesmo ano. O nome da vila foi alterado quando o padroeiro passou a ser São Luís, Bispo de Tolosa. Por lei provincial a 30 de Abril de 1857 foi elevada a categoria de cidade e por título de 11 de junho de 1873 obteve a denominação de "Imperial Cidade de São Luís do Paraitinga".

Desde os primeiros tempos de vila, São Luís caracterizou-se como entreposto de tropeiros, tendo suas primeiras atividades econômicas ligadas à agricultura de subsistência: feijão, mandioca, milho e cana de açúcar. A Vila teve rápido progresso de início, mas depois veio a estacionar na cultura dos cereais e só muito mais tarde se deu início à plantação de café e algodão. São Luís do Paraitinga se caracterizou principalmente pelo desenvolvimento de suas agroindústrias. Essas atividades alimentavam um animado comercio de natureza regional. Na década de 1920 a 1930, a rapadura teve uma importância significativa no mercado urbano da cidade. Na época, São Luís teve um salto grande na sua população, sendo que em 1920 São Luís possuía 1.787 habitantes e em 1935 já possuía 15.129 habitantes.
A cidade desenvolve o turismo ecológico já que a disposição diversas cachoeiras e rios para a prática de canoagem e tirolesa, mas o grande atrativo da cidade é o carnaval das marchinhas, destinado a família a festa atrai anualmente mais de 30 mil turistas.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Seminário

16 e 17 de novembro
Auditório da Casa de Cultura Japonesa Av. Prof. Lineu Prestes, 159 – Cidade Universitária (USP)

PROGRAMAÇÃO

16 de novembro (terça-feira)

09h - Credenciamento e inscrições

10h - Sessão de Abertura: História Oral e Testemunho
Anita Waingort Novinsky – Historiadora, professora da USP, presidente do LEI/USPJosé Carlos Sebe Bom Meihy – Historiador, professor titular da USP, coordenador do NEHO-LEI/USP

11h- Mesa Redonda: História Oral e Saúde
Dante Gallian – Historiador, professor da UNIFESP
Fabiola Holanda – Historiadora, professora da Universidade Federal de Rondônia Roberto Rillo Bíscaro – Linguista, Professor da Fundação Educacional de Penápolis Mediadora: Mara Selaibe – Psicanalista, membro do Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, conveniado ao CEPI-LEI/USP
INTERVALO

14h - Mesa Redonda: História Oral e Experiências Acadêmicas
Yvone Dias Avelino – Historiadora, professora da PUC – SP
Lourival dos Santos – Historiador, coordenador do curso de História da UFMS
Suzana Lopes Salgado Ribeiro – Historiadora, pesquisadora do NEHO-LEI/USP
Mediador: Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão Filho – Historiador, pesquisador do NEHO-LEI/USP

15 h 30 – Mesa Redonda: História Oral e Imigração
Hélio Braga da Silveira Filho – Pedagogo, professor da UNIFIEO, pesquisador do LEI/USP
Samira Adel Osman – Historiadora, professora da UNIFESP
Carlos Subuhana - Pós-doutor em Antropologia (USP), pesquisador da Casa das Áfricas
Mediadora: Sheila Skitnevsky-Finger - Psicanalista, pesquisadora do CEPI-LEI/USP

17h – Entrevista Pública: Militância e Testemunho
Entrevistado: Paulo de Tarso Venceslau Entrevistadora: Marta Gouveia de Oliveira Rovai – Historiadora, pesquisadora do NEHO-LEI/USP

17 de novembro (quarta-feira)

10h – Mesa Redonda: Religiões e Religiosidades
Participantes: Articulistas do dossiê Religiões e Religiosidades da Oralidades – Revista de História Oral – NEHO-LEI/USP
Mediador: Eduardo Meinberg de Albuquerque Maranhão Filho - Historiador, pesquisador do NEHO-LEI/USP
Lançamento do dossiê Religiões e Religiosidades da Oralidades
Lançamento de livros e revistas


INTERVALO
14h – Apresentação e Exibição do filme Utopia e Barbárie, de Sílvio Tendler (Brasil, 2009, 120 min., português)

16h – Debate Silvio Tendler – Cineasta, professor do Dep. de Comunicação Social da PUC-RJ
Eduardo Morettin – Professor da Escola de Comunicação e Artes - USP
Maurício Cardoso – Historiador, professor da USP
Mediadora: Fernanda Paiva Guimarães - Pesquisadora do NEHO-LEI/USP

INTERVALO

19h – Apresentação e Exibição do filme Carabina M2, Una Arma Americana: Che na Bolívia, de Carlos Pronzato (Argentina, 2007, 90 min., espanhol)

20h30 - Debate
Carlos Pronzato – Cineasta
Marcos Antonio da Silva – Historiador, professor da USP
Mário Sérgio de Morais – Historiador, professor da FAAP, pesquisador do LEI/USP
Mediadora: Maria Cláudia Badan – Historiadora, pesquisadora do LEI/USP

INSCRIÇÕES:neho.oralidades@gmail.com até dia 15, ou no dia do evento, a partir das 09h. Pagamento no dia do evento

R$ 20, com direito a nova edição da Oralidades, a uma das edições anteriores e a certificado
R$ 15, com direito a uma das edições anteriores da Oralidades e a certificado
R$ 10, com direito a certificado

Realização: Laboratório de Estudos sobre a Intolerância (LEI/FFLCH/USP)
Núcleo de Estudos em História Oral (NEHO)
Apoio: Programa de Pós-Graduação em História Social – USP

Ponto turístico: Águas da Prata – São Paulo

A Rainha das Águas
A existência da cidade se deve em razão de grande quantidade de sais minerais encontradas em suas águas sendo que a origem do nome vem de uma expressão do Tupi Guarani “Pay tâ” que ao ser pronunciada pelos portugueses tornou-se “Prata” “Pay tâ” que quer dizer em Tupi Guarani “Água Dependurada” em virtude da alta mineralização de nossas águas que ao escorrerem próximas as minas formam estalactites. Nas nascentes era constatada a presença de animais silvestres como: antas, veados, capivaras, queixadas, porco do mato e muitos outros.


O dentista Rufino Gavião observando constatou através de uma primeira análise as múltiplas propriedades medicinais das águas existentes. A divulgação propagou-se e iniciou-se as margens da ferrovia a construção das primeiras casas, com a construção do primeiro Hotel e pensões. Em 1876 foi instalada a primeira engarrafadora de água no então Bairro de São João da Boa Vista, que passou a Distrito em 1926 com denominação de Estância Hidromineral, obtendo sua emancipação político administrativa em 03 de julho de 1935.



Hoje as principais atrações turísticas da cidade são os passeios ecológicos já que a cidade tem diversas cachoeiras, cascatas, lagos naturais e artificiais, além de trilhas para passeios, pista para moto cross, cavalgadas, áreas para pic-nics com churrasqueiras ao ar livre além do balneário Teotônio Vilela com aproximadamente 7.000 m² de construção em uma área de 13.200 m². A cidade ainda conta com um Bosque em mata virgem praticamente dentro da cidade a presença de macacos e quatis que chegam a receber alimentação das mãos dos turistas em um ambiente de total liberdade

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Politica agrícola

http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=12450
http://www.sitesnobrasil.com/diretorio/ciencia/agropecuaria/politicagricola.htm
http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=74805
http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=66410
http://www1.univap.br/~sandra/EUA.pdf
Beijos

Politicas Energéticas

Alunos,

Mais alguns links

http://ecen.com/matriz/matriz2/cnpe_dec.htm
http://www2.mre.gov.br/dai/b_cee_35_6008.htm
http://infopetro.wordpress.com/2010/08/30/a-inexoravel-interdependencia-das-politicas-energeticas-nacionais/
http://kmgoldman.blogspot.com/2008/01/polticas-energticas-gesto-de-recursos.html
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=51010
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/conteudo_415969.shtm
http://www.ecodebate.com.br/2010/09/20/mudanca-climatica-politica-energetica-e-fontes-renovaveis-artigo-de-heitor-scalambrini-costa/
Bjs

As politicas ambientais

Queridos

Talvez esses links interessem para o trabalho:


http://www.achegas.net/numero/vinteeseis/ana_sousa_26.htm
http://interambiente-meioambienteesociedade.blogspot.com/2006/11/politica-ambiental-no-brasil.html
http://www.cenedcursos.com.br/politica-ambiental.html
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u9274.shtml
http://politicambiental.blogspot.com/2008/03/tira-dvidas-o-que-poltica-ambiental.html

Beijos

WWF Brasil - Política Ambiental no Brasil à beira do abismo

Queridos alunos do 8º ano

Acessem esse link:

WWF Brasil - Política Ambiental no Brasil à beira do abismo
Bjs

Ponto turístico: Visconde de Mauá – Rio de Janeiro/São Paulo

A região da Serra da Mantiqueira
A Região de Visconde de Mauá fica na Serra da Mantiqueira, o ar é puro como a água das montanhas. A baixa temperatura, com média anual de 16ºC e ao redor de 5ºC nas noites de inverno, conduzem a dias de sol e noites de inverno à frente da lareira.
Situada na Área de Proteção Ambiental da Mantiqueira, com altitude média de 1300m, entre do Rio de Janeiro e São Paulo e um pouco mais longe de Belo Horizonte, já foi habitada por índios puris, jesuítas, bandeirantes, fazendeiros, colonos alemães e hippies. As caminhadas por trilhas, cavalgadas e banhos de cachoeiras permitem o contato com a natureza da região.
Seu comércio com lojas de artesanato ou roupas é altamente recomendado, onde os turistas podem encontrar rica variedade de tapetes, peças entalhadas em madeira e artigos de tear.

Inúmeros artistas plásticos possuem ateliês abertos ao público, onde se pode encomendar uma obra exclusiva.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Analise da letra: mulheres de Atenas

Mulheres de Atenas
Chico Buarque
Composição: Chico Buarque
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Vivem pros seus maridos
Orgulho e raça de Atenas
Quando amadas se perfumam
Se banham com leite, se arrumam
Suas melenas
Quando fustigadas não choram
Se ajoelham, pedem imploram
Mais duras penas, cadenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Sofrem pros seus maridos
Poder e força de Atenas
Quando eles embarcam soldados
Elas tecem longos bordados
Mil quarentenas
E quando eles voltam, sedentos
Querem arrancar, violentos
Carícias plenas, obscenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Despem-se pros maridos
Bravos guerreiros de Atenas
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar um carinho
De outras falenas
Mas no fim da noite, aos pedaços
Quase sempre voltam pros braços
De suas pequenas, Helenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Geram pros seus maridos
Os novos filhos de Atenas
Elas não têm gosto ou vontade
Nem defeito, nem qualidade
Têm medo apenas
Não tem sonhos, só tem presságios
O seu homem, mares, naufrágios
Lindas sirenas, morenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Temem por seus maridos
Heróis e amantes de Atenas
As jovens viúvas marcadas
E as gestantes abandonadas, não fazem cenas
Vestem-se de negro, se encolhem
Se conformam e se recolhem
As suas novenas
Serenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Secam por seus maridos
Orgulho e raça de Atenas

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Notícias: Arquivo do Estado

Colóquio: Religião e Campo Simbólico

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Estudos sobre riscos de contaminação em cemitérios

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Ponto turístico: Arcos da Lapa – Rio de Janeiro

O Aqueduto da Carioca
"Cada capital da Europa possui um monumento célebre que imprime à cidade um caráter próprio. No Rio de Janeiro, é o Aqueduto da Carioca, com sua ordem de arcadas, sua aparência de construção romana, sua forma elegante e graciosa que de todos os lados a vista procura...".
A declaração do historiador francês Ferdinand Denis refere-se a um dos principais símbolos da cidade do Rio de Janeiro – o Aqueduto da Carioca, popularmente conhecido como Arcos da Lapa.

Desde 1602 o então governador da Capitania do Rio de Janeiro, Martim Correia de Sá (1602-1608) tentava distribuir para toda a cidade a água vinda do Rio Carioca. Foi somente em 1624 que um contrato para a construção do primitivo conduto foi firmado com Domingos da Rocha, que não chegou a iniciar os trabalhos. Em 1660 apenas 600 braças de canos estavam assentadas, tendo as obras recebido impulso em 1706, sob o governo de D. Fernando Martins Mascarenhas Lancastro (1705-1709).
Foi sob o governo de Aires de Saldanha de Albuquerque Coutinho Matos e Noronha (1719-1725), que em 1720 construiriam os encanamentos que alcançavam o Campo da Ajuda (atual Cinelândia), ainda nos arrabaldes da cidade à época. Foi este governador quem, alterando o projeto original, defendeu a vantagem de se prolongar a obra até ao Campo de Santo Antônio (atual Largo da Carioca), optando pelos chamados Arcos Velhos – um aqueduto ligando o morro do Desterro (atual morro de Santa Teresa) ao morro de Santo Antônio, inspirado no Aqueduto das Águas Livres, que então começava a se erguer em Lisboa. A obra estava concluída em 1723, levando as águas à Fonte da Carioca, chafariz erguido também nesse ano, que as distribuía à população no referido Campo de Santo Antônio.

Em 1744 o Aqueduto foi reformado pelo governador Gomes Freire de Andrada, que lhes proporcionou maior solidez. No Século XIX, o aqueduto tornou-se obsoleto e foi desativado, passando (em 1896) a ser utilizado como viaduto de acesso dos bondes de Santa Teresa - único sistema de bondes ainda existente no Rio, que imprime ao bairro um aspecto peculiar e histórico
A estrutura, em pedra argamassada, apresenta 270 metros de comprimento por 17,6 metros de altura. Em estilo românico, caiada, possui 42 arcos duplos e óculos na parte superior. Em sua construção foi empregada a mão-de-obra de escravos indígenas e africanos.